<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407</id><updated>2011-04-21T19:07:27.247-07:00</updated><title type='text'>Vocês Aí Atrás</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Eddaih</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17734871040084015465</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>46</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-8371894714159993151</id><published>2009-02-09T13:09:00.000-08:00</published><updated>2009-02-09T13:30:29.128-08:00</updated><title type='text'>Email readaptado para post (ou desculpa pra manter o blog semi-ativo)</title><content type='html'>Aproveitando o retorno das cinzas do blog (que parece que não vai durar muito), decidi adaptar um texto que eu tinha escrito de videogames pra cá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, meu videogame foi pro caralho recentemente e estou sem ele há mais de um mês, por isso o último jogo que eu zerei foi o &lt;em&gt;Dead space&lt;/em&gt;. Que é fodão, provavelmente o melhor de 2008 que eu joguei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300911595087659522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SZCfAqLzAgI/AAAAAAAAAQs/p7OBEu6pgGE/s320/Dead+space+1.jpg" border="0" /&gt;Em teoria, ele não é nem uma grande novidade no seu gênero (survival horror). A grande crítica que nego faz a ele na verdade é exatamente isso, de ser muito parecido em termos de sistema de jogo com o &lt;em&gt;Resident evil 4&lt;/em&gt;. E é mesmo, o enquadramento, a mecânica de combate, upgrade de armas, inventório etc. são muito semelhantes ao jogo da Capcom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(eu não vou fazer um tratado sobre o &lt;em&gt;Resident evil 4&lt;/em&gt;, mas é um jogo muito foda, apesar de corromper os elementos mais irados da série como foi concebida originalmente... na verdade, tem um resenha minha em inglês no Gamefaqs, se alguém tiver tempo pra jogar fora e interesse em ler: &lt;a href="http://www.gamefaqs.com/console/gamecube/review/R96278.html" target="_blank"&gt;http://www.gamefaqs.com/console/gamecube/review/R96278.html&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, o &lt;em&gt;Dead space&lt;/em&gt; tem algumas coisas que levam ele a um nível fodaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, a ambientação do jogo é muito animal. Ele se passa no espaço (é meio um &lt;em&gt;Resident evil&lt;/em&gt; futurista nesse sentido) e isso é incorporado no jogo de um forma muito irada, afetando a jogabilidade mesmo (por exemplo, tem áreas de gravidade zero e outras de vácuo, onde você respira através de uma reserva de oxigênio). Ou seja, é uma mudança muito mais do que cosmética, dando algumas novas dimensões ao jogo. Depois, esse lance da ambientação é muito bem tratado tecnicamente. Na verdade, ele nem é tão deslumbrante quanto outros jogos do Xbox 360 que eu tenho (tipo &lt;em&gt;Assassin's creed&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Gears of war&lt;/em&gt;), mas o design de video e, principalmente, de áudio criam um clima absurdamente foda pro jogo. Nesse sentido, ele resgata muito do que o &lt;em&gt;Resident evil 4&lt;/em&gt; perdeu em termos de atmosfera em relação aos primeiros jogos da série (por se concentrar bem mais na ação), só que em um universo que nunca foi tão bem explorado pelo gênero dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300912262335151538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 160px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SZCfnf3_vbI/AAAAAAAAARE/i-T9sLyj0eU/s320/Dead+space+2.jpg" border="0" /&gt;Depois, o design de monstros e combates é muito bem mandado. O jogo parte de uma premissa bem simples, de que os inimigos que você enfrenta perdem bem mais energia quando você decepa membros deles. Além de isso dar um tchan no quesito violência, torna as lutas mais interessantes porque você ter cuidado com a mira, a precisão dos tiros e o tipo de arma utilizada contra cada monstro são coisas importantes. Isso também aumenta a tensão porque você não pode carregar todas as armas de uma vez, ou seja, às vezes você tem que improvisar etc. e tal. Os combates de chefes são meio caídos, mas contra os inimigos normais tem umas situações bem tensas e iradas que reforçam o clima de terror.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300912399859872226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SZCfvgMcceI/AAAAAAAAARM/FZvIQijCtEg/s320/Dead+space+6.jpg" border="0" /&gt;Tem um outro elemento que não é muito fácil de analisar sem soltar uns spoilers, mas é interessante como o jogo mistura uma porrada de sub-gêneros de terror em uma coisa só, deixando o jogador em dúvida sobre qual é a origem dos monstros que ele vai enfrentando ao longo da trama, o que fica em questão até o final dele mesmo (e a história em si é bem bacana). Aliás, sem estragar a graça do desfecho, é legal como ele consegue dar uma sensação de conclusão pra história (ao contrário da tendência de hoje em dia de fazer jogo praticamente com chamada pro próximo da série) e ainda assim deixar algo em aberto para a possibilidade de uma continuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(aparentemente o jogo fez bastante sucesso, então é provável que role algum tipo de continuação; teve até uma mini-série em quadrinhos desenhada pelo Ben Templesmith!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300911716532376770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 252px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SZCfHumeVMI/AAAAAAAAAQ0/uoCm5jIYt0o/s320/Dead+space+5.jpg" border="0" /&gt;O último elemento fodaço, e um dos mais geniais, é como o sistema de jogo consegue dar uma nova dimensão para a sensação de tensão do gênero e de imersão dos videogames de uma forma geral. Os caras simplesmente descartaram tudo que é tipo de menus, medidores de energia, munição etc., transformando tudo isso em hologramas que saltam da armadura do personagem principal ou incorporando esses dados ao mundo virtual do jogo. O próprio inventório é acessado através de um desses hologramas, sem pausa, o que faz com que você não consiga parar pra se curar no meio de uma luta, já que os monstros vão continuar te atacando enquanto você tenta pegar aquele último medikit pra salvar a sua pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300912496899146610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 178px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SZCf1JsaQ3I/AAAAAAAAARU/PJHyuEhcaz0/s320/Dead+space+4.jpg" border="0" /&gt;Em suma, é um jogo que pega uma base muito boa de um gênero que já tinha sido reformulado (porque o &lt;em&gt;Resident evil 4&lt;/em&gt; já é um modelo repensado do survival horror) e expande ela de uma forma inteligente, que potencializa tudo o que o gênero tem de mais foda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogaço. Me empolguei.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-8371894714159993151?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/8371894714159993151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=8371894714159993151' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/8371894714159993151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/8371894714159993151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2009/02/email-readaptado-para-post-ou-desculpa.html' title='Email readaptado para post (ou desculpa pra manter o blog semi-ativo)'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SZCfAqLzAgI/AAAAAAAAAQs/p7OBEu6pgGE/s72-c/Dead+space+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-6321438786847328958</id><published>2009-01-26T17:01:00.000-08:00</published><updated>2009-01-26T17:25:17.094-08:00</updated><title type='text'>ÁLBUM DE COVERS #2</title><content type='html'>Em menos de uma semana (nem meia, na verdade), outro capa de disco foda e, novamente, do King Crimson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles sempre foram uma banda venerada pela qualidade de seus músicos, provavelmente a grande super banda de rock da história. Suas diversas formações (e põe diversas) sempre contaram com excelentes músicos, a nata da nata, de fazer inveja a qualquer grupo de jazz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas e daí, eu mesmo digo. Está bem, são grandes músicos, mas o que tem isso a ver? Não era pra ser um post sobre capas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu respondo, claro! É um post sobre uma capa. Somente que nesta está a indiscutivelmente melhor formação que já tiveram. E aqui está a capa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX5fWaoq4VI/AAAAAAAAAHE/0cvioGfMeGo/s1600-h/folder.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 314px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX5fWaoq4VI/AAAAAAAAAHE/0cvioGfMeGo/s320/folder.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295775050545946962" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Que banda, se não o King Crimson, conseguiria reunir num único disco o Caetano Veloso, o Renato Russo e o Sting? Isso é quase o Três Tenores do rock progressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piada velha e insônia são uma mistura ridícula.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-6321438786847328958?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/6321438786847328958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=6321438786847328958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6321438786847328958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6321438786847328958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2009/01/lbum-de-covers-2.html' title='ÁLBUM DE COVERS #2'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX5fWaoq4VI/AAAAAAAAAHE/0cvioGfMeGo/s72-c/folder.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-3111210675478416541</id><published>2009-01-25T17:09:00.001-08:00</published><updated>2009-01-25T18:27:56.319-08:00</updated><title type='text'>MINI TRATADO ESPECULATIVO SOBRE UM DISCO DE THRASH METAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0U-Nij6AI/AAAAAAAAAG8/q8Bq1qerYBw/s1600-h/folder.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0U-Nij6AI/AAAAAAAAAG8/q8Bq1qerYBw/s320/folder.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295411795876636674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sempre tive uma questão sobre o mundo metal: O que seria do Metallica se o Dave Mustaine não tivesse sido chutado pra fora? Antes do lançamento do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/kill_em_all/"&gt;Kill´em all&lt;/a&gt;, o guitarrista foi colocado meio desacordado em um ônibus e despachado de volta pra casa, substituído pelo Kirk Hammett, tendo que tentar sua vida à parte de sua ex-futura maior banda de metal do mundo.  &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Isso deve ser um golpe difícil de se recuperar, ser expulso de algo que ajudou a construir e, olhando em retrospecto, ele, de fato, até hoje ainda vive sobre a sombra do que poderia ter sido, cheio de ressentimento, que transparece em suas declarações e entrevistas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Gostemos ou não, ele parece ter sempre ficado à espreita de seus ex-parceiros, para o bem e para o mal. Seu primeiro disco, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/megadeth/killing_is_my_business_____and_business_is_good_/"&gt;Killing is my Business…&lt;/a&gt;, é um tanto genérico, não acrescenta nada que as outras bandas da época já haviam feito. Seu clássico da era thrash, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/megadeth/peace_sells____but_whos_buying_/"&gt;Peace sells…&lt;/a&gt;, é quintessencial ao estilo, uma mudança radical em relação ao anterior, mas, coincidentemente, o Metallica, algum tempo antes, já tentava alargar o seu som. E se em 1988 esses se aventuravam ainda mais em suas pretensões progressivas do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/___and_justice_for_all/"&gt;…and Justice for all&lt;/a&gt;, o Megadeth fazia o mesmo em 1990 no sensacional, absoluto e consensual &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/megadeth/rust_in_peace/"&gt;Rust in Peace&lt;/a&gt;. E se o Metallica novamente modificava a sonoridade que tinha com o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/metallica/"&gt;Preto&lt;/a&gt;, se afastando de complexidades e linearizando seu som, o Dave Mustaine caminhava na mesma direção com o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/megadeth/countdown_to_extinction/"&gt;Countdown to Extinction&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/megadeth/youthanasia/"&gt;Youthanasia&lt;/a&gt;, e depois seguia o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/load/"&gt;Load&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/reload/"&gt;Reload&lt;/a&gt; com o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/megadeth/cryptic_writings/"&gt;Cryptic Writings&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/megadeth/risk/"&gt;Risk&lt;/a&gt;, e lá vai o trenzinho.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sendo mais babaca, até o nome da banda fica meio que no rastro do passado, começando com M, de Mustaine.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0O3H2Fi9I/AAAAAAAAAGU/q61z-2UXitI/s1600-h/early57.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 306px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0O3H2Fi9I/AAAAAAAAAGU/q61z-2UXitI/s320/early57.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295405077019069394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Com Mustaine.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Temos, no entanto, que dar um crédito enorme ao cara. Três clássicos do primeiro disco do Metallica&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/kill_em_all/"&gt;&lt;/a&gt; foram co-compostos por ele (Four Horseman, Jump in the Fire e Metal Militia), sem mencionar a Phantom Lord, dos guitarristas do thrash americano possivelmente ele é o mais dotado tecnicamente e foi capaz de montar a segunda maior banda do estilo. E isso não é pouca coisa. Você sai da maior de todas e constrói a segunda maior? Impressionante!&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt; Quem conhece a banda já deve ter percebido que pulei (propositalmente) o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/megadeth/so_far__so_good_____so_what_/"&gt;So Far, So Good… So What&lt;/a&gt;. E fiz isso não simplesmente por ser o melhor álbum da carreira da banda, nem por ser considerado por muitos um tiro fora do alvo, um trabalho sem foco e direção, um percalço na ascensão do Megadeth à nata do metal mundial, mas por ser tão óbvio para mim ser esse o cume da carreira deles e um dos clássicos indiscutíveis do rock mundial e, ao mesmo tempo, tão execrado pela massa cabeça de metal. É como se diz, gosto não se discute, se lamenta (ou se aprimora).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Existe, ainda, outro motivo (e mais importante) para colocá-lo de fora da listagem. Veja bem, se fiz uma lista onde a temática básica era a obsessão de alguém por uma banda, estar excluído da lista significa não compartilhar da mesma dor de cotovelo. Mas veja bem (veja bem, novamente), simplesmente integrar ou não a lista não faz do disco melhor ou pior. Várias ou quase todas as bandas de qualquer estilo se espelham em algo para criar suas músicas, quer musicalmente, quer conceitualmente. O próprio Megadeth compôs albuns fantásticos nessa veia de ressentimento, o combustível do motor do Dave Mustaine. Além do mais, nunca disse que tentava plagiar o Metallica, nem mesmo fosse desprovido de talento. Muito pelo contrário. Como plagiar o que ele mesmo criou? Vamos acusar agora também o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:jnfuxqe5ld6e"&gt;Kai Hansen&lt;/a&gt;, mestre em se auto-repetir?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0Q6FUclzI/AAAAAAAAAGk/2EGW0hj4ENw/s1600-h/normal_93197.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0Q6FUclzI/AAAAAAAAAGk/2EGW0hj4ENw/s320/normal_93197.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295407326903965490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Diferente do orgulho da Alemanha, o recalque de Los Angeles sempre soube se reinventar. Expeculando um pouco, ele devia ser ainda impulsionado pelo gênio (de alguém genioso, não genial) do Lars Ulrich, provavelmente quem empurrava o Metallica na direção transgressora que traçava (como alguém tão limitado tecnicamente poderia continuar numa banda tão talentosa e promissora, não fosse por uma personalidade influente?). Ainda assim, mesmo em outra banda, encontrava a inspiração necessária à renovação de seu som.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Acontece que o So Far… é um caso em especial. Nenhum album do Megadeth emana um descompromisso tão pungente como ele. Não há como se traçar um paralelo com o Metallica aqui, pois o Metallica nunca tinha ido por essas águas. O So Far… não segue nenhum tipo de caminho claro, nenhuma fórmula (como o Metallica fazia, de músicas longas, influências claras de rock progressivo, de suítes). Talvez siga conscientemente a fórmula de não ter fórmulas, mas, seja por uma via intencional ou não, é extremamente fiel ao título: Até agora, legal… E daí?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0PJ-NFdOI/AAAAAAAAAGc/lhboKgQRlwM/s1600-h/metallica_prim_kill.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 300px; height: 211px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0PJ-NFdOI/AAAAAAAAAGc/lhboKgQRlwM/s320/metallica_prim_kill.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295405400848692450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sem Mustaine.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E daí que é o "So What?" que navega o disco. É uma chutação de balde sem precedentes no metal. Tirando o cover, não há refrões em seis das sete músicas. Abre com uma música instrumental (não é uma introdução, é uma música mesmo), não há uma estrutura básica que as músicas sigam, certas passagens tem três guitarras, algo nada comum no heavy metal, solos e licks de guitarras em momentos bastante improváveis e avança por diversas vertentes do gênero musical em questão, desenvolvendo estilos diferentes de thrash, mais em conformidade com o power metal ou com mais swing, mais na veia do heavy tradicional, e até do rock and roll, aprimorando a instrumentação mais técnica, sua marca registrada. Vamos música a música, parágrafo a parágrafo.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Into the Lungs of Hell (instrumental): Abrir um disco com uma música instrumental é algo no mínimo descompromissado. A Abertura é sempre marcante, ou tenta ser, com um refrão contagiante, um riff memorável, e por aí vai. Ou então se faz uma introduçãozinha só pra não arregaçar de cara, dar uma lubrificada antes ou só pra criar um climinha. Mas o Megadeth (Medageth para alguns) não, eles optaram por gravar uma música intrumental mesmo, com início, meio e fim. E que música! Violão e guitarra distorcida aos quais se junta uma marcha pra, em seguida, começar o bumbo duplo e o solo. Depois é só pegar o primeiro acorde do riff e estendê-lo até começar o solo neo-classico tradicional de metal e seguir o caminho até o fim, dando ao final uma subidinha de tom e encurtando o tempo da frase até acabar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0N9nslgCI/AAAAAAAAAGE/046WmDUimZM/s1600-h/metallica_mustaine3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 234px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0N9nslgCI/AAAAAAAAAGE/046WmDUimZM/s320/metallica_mustaine3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295404089136742434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Set the World Afire: Engraçado é que ela tem muito mais cara de abertura de disco que a instrumental. Pode-se entender então que antes era só um prólogo e que é aqui que começa a estória de fato. Tem até uma introduçãozinha de um grupo vocal dos anos 30-60, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Ink_Spots"&gt;The Ink Spots&lt;/a&gt; (famosos quem?), "I don´t wan´t to set the World on Fire", que descamba numa explosão e num frenesi de guitarras. O mais curioso é ela desembocar num rufar de tambores, que dá num dos riffs de thrash técnicos do Dave Mustaine e, de repente, se desanda num que o Judas Priest poderia gravar. Eis que, sem mais nem menos, volta o thrash caraterístico da banda e os riffs de harmonia sem melodia que ele e o James Hetfield popularizaram. E então se começa o que poderia ser um refrão, fosse repetido alguma vez, acompanhado pelas palhetadas rápidas estilo whiplash, palhetadas e sobe o tom, palhetadas e desce o tom e a volta do Judas Priest junto a um solinho mega estridente. Depois, mais riffs harmônicos, mais guitarras estridentes e mais solos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0Uo11KQ-I/AAAAAAAAAG0/Srp-kZnwgu8/s1600-h/megadeth.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 210px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0Uo11KQ-I/AAAAAAAAAG0/Srp-kZnwgu8/s320/megadeth.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295411428734944226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Formação clássica&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Anarchy in the UK: Covenhamos, é dispensável mesmo. Tenho que concordar com todos os críticos que um cover do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/artist/sex_pistols"&gt;Sex Pistols&lt;/a&gt; não deveria estar aqui. Mas, convenhamos também, ficou boa. Se não fosse um disco de thrash metal estaria perfeita. Tudo um problema de contexto, diria. No entanto, não tenho como deixar de pensar que faz algum sentido ela estar aqui. Esse é, sem sombra de dúvidas, um disco anárquico, mais que qualquer outro já gravado por uma banda de metal. Ele não tem estrutura, já disse, não tem refrões, é cheio de intervenções de guitarra, mudanças de tempo e efeitos, distorções e timbres. Anarquia no thrash metal.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mary Jane: Minha preferida. É outra mal localizada. Uma música climática, que depende muito da melodia dos solos (sejam com ou sem distorção), entre faixas rápidas, não tem muita ajuda para dar certo. Mesmo assim funciona perfeitamente. Acho monumental a maneira como a música se constrói, de um tom de epílogo que vai descendo, um  solinho que encontra a voz do Dave Mustaine fazendo canto psicodélico, um riffzinho trotante ao lado da guitarra limpa fazendo clima, até que a música volta a ganhar tensão com a reTOMada da melodia, que reconquista o que o início perdeu, voltando a ceder e cair para se retomar novamente e cair de novo. Esses solos que ganham energia e a perdem se mantém com o riff trotante até a música se partir numa passagem mais rápida, com preparação de porrada, cavalgadas, quebras de tempo surreais e finalizar mais acelerada ainda. Detalhe ser uma das poucas músicas de heavy metal (pelo que me lembro) a falar sobre maconha.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0TCMgS-OI/AAAAAAAAAGs/BF2evm7XJcw/s1600-h/JimmyChrisGuitar.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 216px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0TCMgS-OI/AAAAAAAAAGs/BF2evm7XJcw/s320/JimmyChrisGuitar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295409665294924002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lier, Lier, Lier!!!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;502: Sobre a tendência suicida do compositor, guitarrista e galinácio de dirigir bêbado. A mais direta daqui, palhetadas retas, riffs à la power metal (parecidos com os que o forbidden viria a fazer), solos ultra-climáticos (em quem o Kirk Hammett provavelmente se inspirou) e uma passagem mega-vanguardista (ao menos pro thrash), quando a música virtualmente para pro som de alguém entrando num carro e dirigindo até tê-lo devidamente porrado, muitos não acham muita graça. Vai entender. Termina com um solo de bateria e barulhos de guitarra.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;In my Darkest Hour: O grande clássico do  So Far… e do Megadeth. Uma balada pesada e contagiante, presença garantida nos shows. Minha outra preferida, tão boa ou melhor que a Mary Jane. Nem vou falar muito dela porque não há muito do que falar. Bonita, empolgante, épica, foi descaradamente plagiada por uma música do Cardinal Sin, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/ep/cardinal_sin/spiteful_intents/"&gt;Probe with a Quest&lt;/a&gt;. Detalhe a música ter sido escrita após o Dave Mustaine saber sobre a morte de seu ex-companheiro de Metallica, Cliff Burton.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Liar: Mais uma escrita sobre um ex-companheiro, nesse caso a letra. Seu compatriota de banda, Chris Poland, que estaria vendendo equipamentos de som para comprar drogas, foi expulso, mas ainda permaneceu no albúm em forma de música. Quase tão direta quanto a 502, também tem um quase refrão assim como a Set te World Afire (se o Lier!, Lier!, Lier! se repetisse em outra passagem).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hook in Mouth: A que o baixo do David Ellefson mais aparece. Aos riffs, aqui também à la Judas Priest, se alternam as palhetadas rápidas, os solos neoclássicos e, o mais incrível, um solo que é quase base, ao mesmo tempo. Essa é a única com refrão, que, por sinal, é memorável, assim como todo o vocal, e, por conta disso, é a que mais se destaca pela voz. Realmente é absurdamente empolgante cantar junto essa música em especial (junto com a In my Darkest Hour, que é O clássico).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É por isso e tudo mais que considero essa a obra prima do Megadeth. Ela é transgressora demais do thrash, é descontrolada demais. De repente a crítica geralizada é por conta disso, por uma banda seminal do estilo tê-lo subvertido por demais. O Metallica expandia seu som, assim como o Megadeth, mas sem perder sua característica e, quando o fizeram, foi em busca de algo mais pop, mais acessível, o que não é o caso com o So Far… É possível que outra banda fosse mais bem recebida ao tentar tal empreitada, não uma que havia acabado de alargar o estilo.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0OXnkUwcI/AAAAAAAAAGM/7chimQhtT1U/s1600-h/metallica_sodomy.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 234px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0OXnkUwcI/AAAAAAAAAGM/7chimQhtT1U/s320/metallica_sodomy.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295404535778689474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Ahh! Então foi por isso que o Mustaine saiu do Metallica!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Falando especificamente do relançamento remasterizado de 2004, a produção especialmente tosca do So Far, So Good… teve uma melhora absurda, rídicula de mais cristalina. E isso logo de cara. A Faixa instrumental tem o violão do riff inicial colocado em bastante destaque sem que isso prejudique nenhum dos outros instrumentos e, pasmem, tem uma cornetinha que nunca tinha percebido. Fantástico! O Mustaine é ainda mais aloprado do que imaginava. A bateria (os bumbos duplos especialmente) desobstrui o caminho para o baixo e as guitarras se sobressairem um pouco mais (os agudos ficam muito mais claros e evidentes e o baixo muda muito mais claramente a melodia das bases de guitarra) e, de um modo geral, fica tudo com um tom mais coeso e mais bem equalizado. Só para se ter uma idéia, é como quem tem miopia usar óculos pela primeira vez. Dá pra ver o contorno dos sons. As passagens mais confusas, como a enxurrada de guitarras da Set the World Afire ou a explosão do início ficam muita mais contidas, sem perder peso, e as intervenções dos solos continuam identificáveis mesmo nas voltas dos riffs.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Não que a voz aqui seja algo pra ser muito apreciado, mas os efeitos ficam eles também mais marcados. A consensualmente mal vista Mary Jane tem as intervenções vocálicas do ganso rouco mais bem desenhadas (algumas dispensáveis, é verdade, ponto ruim para a nova produção), mas, em compensação, guitarras bases e solos se digladiam bem menos, entrando em acordo mútuo. A também mal vista 502 talvez passe a ser um mau olhado mesmo, já que a base está bem mais destacada e, e a guitarra power metal da passagem “driving fast makes me feel good …” bem mais… não sei o que bem mais, além de realçar o sumiço da música quando o Dave Mustaine entra no carro e o caos de sua volta quando da batida. Em contrapartida, os bumbos estão no lugar exato que deveriam estar, tanto aqui quanto na hook in mouth. Já os bumbos duplos ficam na média do metal dos anos oitenta, um problema inevitavelmente comum na época, o que já é um avanço.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SX0NVuqi2vI/AAAAAAAAAF0/re29SWCuZwk/s1600-h/guitar%20hero%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img title="guitar hero" style="border: 0px none ; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" alt="guitar hero" src="http://lh4.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SX0NWDzWkjI/AAAAAAAAAF4/6Ls8FaRviIE/guitar%20hero_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" width="244" height="170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Guitar Hero…&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Uma novidade aqui é o início da In my Darkest Hour, que tem umas notas de violão que inexistiam no lançamento original. Alguns vocais dobrados em terças (ou quintas, como vou saber?) ficam também mais claros, somados ao realce dos efeitos tanto neles quanto nas guitarras. Hook in mouth, além dos bumbos menos toscos está com o ataque do baixo mais evidente, com o timbre metálico bem mais metálico e um eco do vocal mais óbvio. Já a Lier tem seu corinho Lier, lier, lier! beneficiado pela remasterização e nada muito mais digno de nota. E a Anarchy in the UK não teria muito o que ganhar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SX0NWrMIQFI/AAAAAAAAAF8/UkiPw86mDo4/s1600-h/megadeth-dave%5B2%5D.jpg"&gt;&lt;img title="megadeth-dave" style="border: 0px none ; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" alt="megadeth-dave" src="http://lh6.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SX0NXGMUfZI/AAAAAAAAAGA/FxhZbY5QQtY/megadeth-dave_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" width="244" height="183" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;… ou campeão de judô?&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fico pensando aqui se o problema do disco não estaria na ordem das músicas. O cover do Sex Pistols ficar na faixa três numa banda de thrash? Não estaria mais bem localizada como uma faixa bônus? É um peixe fora dágua. Mary Jane, por ser mais lenta e mais climática não seria melhor usada fechando o álbum? Minha escolha para a ordem das músicas seria essa: Into the Lungs of Hell, Set the World Afire, In my Darkest Hour, 502, Liar, Hook in Mouth, Mary Jane e Anarchy in the UK (faixa bônus). Mas aí esse post começa a virar mais punheta do que já está. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-3111210675478416541?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/3111210675478416541/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=3111210675478416541' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/3111210675478416541'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/3111210675478416541'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2009/01/mini-tratado-especulativo-sobre-um.html' title='MINI TRATADO ESPECULATIVO SOBRE UM DISCO DE THRASH METAL'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SX0U-Nij6AI/AAAAAAAAAG8/q8Bq1qerYBw/s72-c/folder.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-3759722595949583780</id><published>2009-01-24T23:31:00.001-08:00</published><updated>2009-01-31T17:34:09.270-08:00</updated><title type='text'>ÁLBUM DE COVERS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inspirado pelo meu amigo Jotun e suas capas da semana, resolvi aproveitar meu tédio de sábado à noite para fazer o mesmo. Mas, pra não dizerem que sou um pelão ou sem muita criatividade, ao invés de falar sobre algum disco fresquinho, saído do forno, melhor aproveitar minha habilidade anacrônica e falar sobre uma capa foda e pronto, sem importar que seja antiga, irrelevante ou datada. E a eleita é essa:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVQXkN9FI/AAAAAAAAADk/FK49fYssJ4E/s1600-h/32.jpg"&gt;&lt;img title="3" style="border-width: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; width: 303px; height: 303px;" alt="3" src="http://lh6.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVQxuiMTI/AAAAAAAAADo/FXOX9KEN-AQ/3_thumb.jpg?imgmax=800" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mas porra, vocês diriam, falar sobre a capa deste disco? Logo a capa? Deste disco? Se ter na mão um dos albuns mais seminais da história do rock, considerado por muitos o melhor fruto de todo o movimento do rock progressivo e falar sobre a capa? Por que não sobre os riffs? O guitarrista é o Robert Fripp. Por que não sobre os vocais? O vocalista é o Greg Lake, posteriormente famoso por um tal de &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:kifixqe5ldhe"&gt;Emerson, Lake and Palmer&lt;/a&gt;. Por que não falar do Ian Mcdonald, o verdadeiro astro daqui, que toca flauta, clarinete, teclado, mellotron, saxofone e etc? E as influências jazzísticas que o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:fifixqe5ldse"&gt;King Crimson&lt;/a&gt; trazia pro rock? E como Fripp e cia alargavam as fronteiras da música popular? Por que a capa?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SXyTCjEWSgI/AAAAAAAAAE8/e1NkG9PWAI8/s1600-h/King_Crimson_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 304px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SXyTCjEWSgI/AAAAAAAAAE8/e1NkG9PWAI8/s320/King_Crimson_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295268933863361026" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por que a capa, com uma banda tão foda?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Porque da capa é o que menos se fala. Todo o resto já é mais que sacramentado, mais que reconhecido. Não quero chover no molhado para falar o quão foda é o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=10:j9fpxq95ldte"&gt;In the Court of the Crimson King&lt;/a&gt;, nem na revolução musical que trazia o lançamento. Pelo menos não agora.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que de cara impressiona qualquer um é a crueza do negócio. Uma banda tão elaborada e complexa como o King Crimson, com temas esotéricos, místicos e espaciais tão frequentes, e que se leva tão a sério quanto uma banda pode levar, optar por um desenho tão tosco e tão direto pra ilustrar logo o debú? Não seria melhor colocar um trono, com uma coroa e um cetro de lado? Ou um rei imponente, com uma capa maneira?&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas afora a crueza, o interessante é ela retratar exclusivamente a expressão de terror e desespero do sujeito. E o que tem de tão foda em se captar a expressão do sujeito? Bem, respondendo com outra pergunta, o que estaria causando essa expressão de terror e desespero? O que estaria ele vendo pra causar tamanho horror? A &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0185937/"&gt;Bruxa de Blair&lt;/a&gt;? A mula sem cabeça? Estaria ele ouvindo &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:0pfixqydldje"&gt;Rhapsody (of Fire)&lt;/a&gt;?&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVRhoBGXI/AAAAAAAAADs/byxtwPq4PO4/s1600-h/king_crim_courtf8.jpg"&gt;&lt;img title="king_crim_courtf" style="border-width: 0px; display: inline;" alt="king_crim_courtf" src="http://lh3.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVSaLVBjI/AAAAAAAAADw/J7pCymu_gJo/king_crim_courtf_thumb4.jpg?imgmax=800" width="421" border="0" height="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ele olha pra si mesmo, isso que é tão foda. Ele é a faixa de abertura do disco, ele é o 21st Century Schizoid Man, vendo seu próprio surto. A cabeça se abrindo para o universo, ou seu universo o deixando para o mundo, como queiram, ele, de toda maneira, se perde de si mesmo, e isso é o que é tão foda.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É uma arte meio grotesca, até grosseira, diria, mas se trata de uma banda de rock, com guitarras distorcidas, que, por sinal, é das mais pesadas de todo o rock progressivo. Nada mais de acordo que uma capa que retrate um pouco isso.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SXyCYLxtSvI/AAAAAAAAAEs/XkCxdN8s-zE/s1600-h/2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 191px; height: 272px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SXyCYLxtSvI/AAAAAAAAAEs/XkCxdN8s-zE/s320/2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295250613870611186" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Pra falar a verdade, isso acaba me remetendo um pouco ao ao vivo (isso ficou meio estranho) do Bruce Dickinson, o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=10:0xfrxqekldhe"&gt;Scream for me Brazil&lt;/a&gt;, que, diz o vocalista, trocou uma capa que seria inspirada no grito do Edvard Munch (ao lado) pela piranha (logo abaixo).&lt;/p&gt;    &lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVT1lfNzI/AAAAAAAAAD8/yIXgrHJMdeY/s1600-h/1%5B5%5D.jpg"&gt;&lt;img title="1" style="border: 0px none ; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; width: 204px; height: 202px;" alt="1" src="http://lh5.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVUf_LwaI/AAAAAAAAAEI/X8BUVSx61yc/1_thumb%5B1%5D.jpg?imgmax=800" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;   &lt;/p&gt;        &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O maneiro é notar que a capa do King Crimson realmente lembra o grito, uma mera coincidência talvez. Mas se, por ventura, rolou uma inspiração no pintor norueguês, provavelmente algo semelhante aconteceu com uma cena desse filme que já fiz referência aqui:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SXyCAAJZfKI/AAAAAAAAAEk/tpvT40jF8kk/s1600-h/3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 256px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SXyCAAJZfKI/AAAAAAAAAEk/tpvT40jF8kk/s320/3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295250198431890594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Pois então, interlúdios à parte, a arte da estréia do Rei Escarlate não se resume a capa propriamente dita, mas a arte gráfica como um todo, que envelopa a musica. Pois, se o disco abre com o homem esquizoide do século 21, fecha com o Rei. Faltaria, portanto, uma imagem do mesmo. Faltaria, pois há sim um retrato seu:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVXLlnCpI/AAAAAAAAAEU/FLZacqFaWAM/s1600-h/8%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img title="8" style="border: 0px none ; display: inline;" alt="8" src="http://lh5.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVXgrab3I/AAAAAAAAAEY/2r1HVj_zXy8/8_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="422" border="0" height="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Essa ilustração, que é obviamente da parte interna do encarte, seria a dele próprio, do King Crimson em pessoa, em contradição consigo mesmo, com um sorriso na boca e tristeza nos olhos. Para notar com mais clareza, basta tampar um dos dois e ver o outro.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A capa foi criada por um tal de Barry Godber, um programador em computação, e esse aparentemente é seu único desenho. O artista amador morreu em fevereiro de 1970, de um ataque no coração. Mas deixemos o Robert Fripp falar um pouco:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p style="font-style: italic; text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SXyRzU5uy2I/AAAAAAAAAE0/X-fsPAUKd1w/s1600-h/godber.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 247px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SXyRzU5uy2I/AAAAAAAAAE0/X-fsPAUKd1w/s320/godber.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295267572851067746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Barry Godber was not a painter but a computer programmer.  That painting was the only one he ever did.  He was a friend of Peter Sinfield, and died in 1970 of a heart attack at age 24.  Peter brought this painting in and the band loved it.  I recently recovered the original from EG's offices because they kept it exposed to bright light, at the risk of ruining it, so I ended up removing it.  The face on the outside is the Schizoid Man, and on the inside it's the Crimson King.  If you cover the smiling face, the eyes reveal an incredible sadness.  What can one add?  It reflects the music..."&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;É, basicamente ele diz tudo o que eu falei nesse post, excetuando a enrolação e as comparações. Essa declaração faz parte de uma entrevista para a revista francesa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Rock &amp;amp; Folk&lt;/span&gt; e, pra quem quiser conferí-la, há uma tradução da mesma &lt;a href="http://www.elephant-talk.com/wiki/Interview_with_Robert_Fripp_in_Rock_and_Folk"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Disco foda, banda foda, músicos fodas, encarte foda, vou dormir ouvindo!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-3759722595949583780?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/3759722595949583780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=3759722595949583780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/3759722595949583780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/3759722595949583780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2009/01/album-de-covers.html' title='ÁLBUM DE COVERS'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/_9n09uRKbsCc/SXwVQxuiMTI/AAAAAAAAADo/FXOX9KEN-AQ/s72-c/3_thumb.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-2489335893093197434</id><published>2009-01-24T08:28:00.000-08:00</published><updated>2009-01-24T12:18:17.343-08:00</updated><title type='text'>PARÁGRAFO GROOOOOOOOVY METAL</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fazia muito mais tempo do que não postava aqui no blog que não ouvia o Pantera. Desde lá por 1994, acho, que não pego minha fitinha cassete tosca do &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=10:hvfrxq95ld6e"&gt;Vulgar Display of Power&lt;/a&gt; pra dar uma conferida, sujar o cabeçote e bater a cabeça ouvindo os urros melódicos do Phil Anselmo, os riffs cheios de groove do Dimebag Darrell e os tamborins do Vinnie Paul. E agora, graças a internet, não estou mais preso ao padrão Dotto de qualidade de gravação e posso ouvir a plenos ouvidos a demonstração de poder nada vulgar desse disco. Muito pelo contrário, o título é propaganda enganosa descarada, pra meter um processo jurídico numa banda que nem existe mais. Não há nada de vulgar aqui. Embora cheia de poder, a demonstração thrash metálica do Pantera é bastante rigorosa, com influências demais para ser considerada ordinária. É metal cheio de classe, thrash cheio de ginga, distorção cheia de death, bateria cheia de feeling, cheio do heroísmo Darrelliano, do virtuosismo, da pegada bluesística, da malemolência do finado guitarrista mambembe. Guitarra quebradeira que, ao mesmo tempo em que dá um tom melódico meio-blues, faz percursão junto a bateria de pratinhos, contra-tempos, caixas dobradas e bumbos duplos, e que influenciou felizmente e infelizmente todo o metal e nu-metal posterior, desde o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:kpfuxqw5ld6e"&gt;TOOL &lt;/a&gt;ao &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:gxfpxqegld0e"&gt;korn&lt;/a&gt;. E o Phil Anselmo, o vocal do Phil Anselmo, agressivo pra caralho e todo modulado, um gutural que consegue fazer melodia, ou um canto cheio de distorção, que faz escola com o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:0bfyxqthld6e"&gt;Mikael Stanne&lt;/a&gt; e o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:aifrxq80ldse"&gt;Nils Frykdahl&lt;/a&gt;. Quer ouvir as influências difusas do Pantera, tire de contexto o riff da Walk e ouça o BB King que existe dentro do Dimebag Darrell. Metal capoeira com mais gingado que o Motörhead tocando Sacrifice ao vivo no circo voador ou que o Sepultura, da terra do samba, conseguiu atingir? A New Level - que, por sinal, é também uma demonstração de toda a versatilidade tanto técnica como em composição da cantoria frenética do Philip Anselmo. Uma passagem transportada diretamente de um &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=10:f9fexqw5ld0e"&gt;Altars of Madness&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=10:hifoxqehldke"&gt;Covenant&lt;/a&gt; da vida? O riff lento final da This Love. Ouça Fucking Hostile: Thrash "old school", solo tipo whiplash, riff bay-area/ bridge hardcore melódico quase-pop/ um dos refrões mais diretos e engraçados da história. Curioso como o Pantera atualizou e ultrapassou o thrash americano com um som que remete ao mesmo tempo a direções tão diversas, como ao Black Sabbath, ao Death Metal, aos Guitar Heroes, ao visual grunge, ao Hardcore, ao Crossover e ao que mais posso ter esquecido.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-2489335893093197434?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/2489335893093197434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=2489335893093197434' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/2489335893093197434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/2489335893093197434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2009/01/pargrafo-groooooooovy-metal.html' title='PARÁGRAFO GROOOOOOOOVY METAL'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-5245978448441137750</id><published>2008-11-11T07:34:00.000-08:00</published><updated>2008-11-11T09:48:51.534-08:00</updated><title type='text'>Não me perguntem porque o Grant Morrison é um gênio...</title><content type='html'>...porque é mais fácil ler as doze edições da revista &lt;em&gt;All-Star Superman&lt;/em&gt; e depois &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100821-All-Star-Morrison-01.html"&gt;a&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100822-Morrison-All-Star2.html"&gt;entrevista&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100823-Morrison-Superman3.html"&gt;em&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100824-Morrison4-Superman.html"&gt;dez&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100827-Morrison-Superman-05.html"&gt;partes&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100828-Morrison-Superman6.html"&gt;sobre&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100829-Morrison-Superman7.html"&gt;a&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100830-Morrison-Superman8.html"&gt;série&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/100831-Morrison-Superman8.html"&gt;no&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/110803-Grant-Superman-10.html"&gt;Newsarama&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genialidade pura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como a história do &lt;strong&gt;Morrison&lt;/strong&gt; é a despedida do Super Homem, eu decidi me inspirar em tudo isso e me despedir daqui, já que ninguém posta porra nenhuma mesmo. Continuarei com minhas considerações musicais no meu outro blog, &lt;a href="http://www.soral.blogspot.com/"&gt;The son of rage and love&lt;/a&gt;, que ficou parado nesse meio tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se algum dia isso aqui voltar à vida, eu volto também.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-5245978448441137750?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/5245978448441137750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=5245978448441137750' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5245978448441137750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5245978448441137750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/11/no-me-perguntem-porque-o-grant-morrison.html' title='Não me perguntem porque o Grant Morrison é um gênio...'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-8641602785980448122</id><published>2008-10-28T06:46:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T07:59:53.405-07:00</updated><title type='text'>Uma vez tosco... sempre tosco</title><content type='html'>Todo mundo sabe que o &lt;strong&gt;Manowar&lt;/strong&gt; é a banda mais true metal do planeta. Tão true que os caras não têm vergonha de lançar CDs com capas em que aparecem vestidos de pantufas, com espadas nas mãos, corpos lustrados com óleos e coisas ridículas do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262216809527664210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SQcmTs78XlI/AAAAAAAAAIM/xZoXBkc57g0/s320/Antologia.jpg" border="0" /&gt;Os caras se dizem tão metal, mas tão metal que cantam músicas com frases como: "if you're not into metal, you are not my friend"; ou "it's more than our religion, it's the only way to live"; "we don't attract whimps, 'cause we're too loud"; ou ainda "cause I need metal in my life, just like an eagle needs to fly". Pura poesia, afinal, é a banda que lançou o disco se autodenominando &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/manowar/kings_of_metal/"&gt;Kings of metal&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essas e outras, é difícil imaginar os caras da banda dissociados da imagem ultratruemetal que eles criaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, agora isso já não é mais tão difícil assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262216588945403730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SQcmG3NCL1I/AAAAAAAAAIE/dZKDqHLFbJA/s320/Manowar+Kings+of+Disco.jpg" border="0" /&gt;Acima: o vocalista &lt;strong&gt;Eric Adams&lt;/strong&gt; e o baixista e líder &lt;strong&gt;Joey DeMaio&lt;/strong&gt; na sua fase descolada 'eu uso calça boca-de-sino mesmo, e daí?'. A foto aparentemente foi tirada em 1976, quando os dois integravam a banda &lt;strong&gt;The Looks&lt;/strong&gt;, sobre a qual me foi impossível achar informações na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem que eles podiam reativar a banda, calçar seus sapatos plataforma e lançar o álbum &lt;em&gt;Kings of disco&lt;/em&gt;. Pelo menos eles iam demonstrar um pouco de senso de humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caralho, alguém devia imprimir essa foto e levar numa tarde de autógrafos da banda!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-8641602785980448122?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/8641602785980448122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=8641602785980448122' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/8641602785980448122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/8641602785980448122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/uma-vez-tosco-sempre-tosco.html' title='Uma vez tosco... sempre tosco'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SQcmTs78XlI/AAAAAAAAAIM/xZoXBkc57g0/s72-c/Antologia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-3880788389531645290</id><published>2008-10-27T12:47:00.000-07:00</published><updated>2008-10-27T13:09:31.463-07:00</updated><title type='text'>Pelo retrovisor</title><content type='html'>Essa semana foi bem devagar, mas o atraso é razoavelmente justificável pelo massacre supremo que foi o show do &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt;, na sexta feira, mais trabalho no fim de semana e desculpas afins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261925016248717506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; CURSOR: hand; HEIGHT: 277px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SQYc7GQ_EMI/AAAAAAAAAH8/YJ4mMCtkB4I/s320/Nunca+diga+morrer.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;Black Sabbath&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/black_sabbath/never_say_die_/"&gt;Never say die&lt;/a&gt; (1978)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma continuação bastante natural do seu antecessor, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/black_sabbath/never_say_die_/"&gt;Never say die&lt;/a&gt; é mais uma demonstração do &lt;strong&gt;Sabbath&lt;/strong&gt; tentando ser claramente comercial, com pouca coisa que preste como resultado. O disco até que abre bem, com a empolgante faixa título (uma música que tem bastante a ver com aquela mistura de metal e hard rock que se popularizou nas rádios no início dos anos 80) e a decente &lt;em&gt;Johnny Blade&lt;/em&gt;. A partir daí, pouca coisa de valor sobra, como a bela balada &lt;em&gt;Air dance&lt;/em&gt; (alguém faz um cover dessa música, pelo amor de deus!). As faixas mais descaradamente 'pops' são também as mais dispensáveis e risíveis, como a pentelha &lt;em&gt;Over to you&lt;/em&gt; e a péssima &lt;em&gt;Swinging the chain&lt;/em&gt;, com vocais do baterista &lt;strong&gt;Bill Ward&lt;/strong&gt;. A falta de foco da banda é evidente, os riffs do &lt;strong&gt;Tony Iommi&lt;/strong&gt; são pouco inspirados e, acima de tudo, o disco evidencia a incompatibilidade da voz do &lt;strong&gt;Ozzy&lt;/strong&gt; com o som que grupo fazia na época. Não à toa, esse seria seu último disco com o &lt;strong&gt;Sabbath&lt;/strong&gt; até a reunião falcatrua já no finzinho dos anos 90.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261924706198150722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; CURSOR: hand; HEIGHT: 279px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SQYcpDPK3kI/AAAAAAAAAH0/5iJzbIjD9jc/s320/Prendam+os+lobos.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;Dio&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/dio/lock_up_the_wolves/"&gt;Lock up the wolves&lt;/a&gt; (1990):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se desde o debú &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/dio/holy_diver/"&gt;Holy diver&lt;/a&gt; o &lt;strong&gt;Dio&lt;/strong&gt; se manteve fazendo exatamente o mesmo tipo de som, com um mínimo de inspiração e vigor para manter seu nome em evidência, em &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/dio/lock_up_the_wolves/"&gt;Lock up the wolves&lt;/a&gt; o baixinho mostra definitivamente que sua inspiração se esgotou de vez. A fórmula aqui é a mesma: uma mistura de metal (com um que de power metal) e hard rock (com muitos tecladinhos safados), musiquinha rápida de abertura e faixas mais cadenciadas pontuando o disco. Mesmo com algumas mudanças de peso na formação, a banda do cara ainda é boa (uma curiosidade: o &lt;strong&gt;Jens Johansson&lt;/strong&gt; do &lt;strong&gt;Stratovarius&lt;/strong&gt; é o tecladista do disco), mas não consegue romper a barreira de desinteresse e preguiça das composições. Fica praticamente impossível apontar algum destaque além do vozeirão do &lt;strong&gt;Dio&lt;/strong&gt;, que se mantém poderoso e único, mas se for o caso de ouvir alguma coisa do álbum, a dobradinha de abertura &lt;em&gt;Wild one&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Born on the sun&lt;/em&gt; até que passa por divertida para um otimista. Caso contrário, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/dio/lock_up_the_wolves/"&gt;Lock up the wolves&lt;/a&gt; é um disco fadado a juntar poeira nas estantes de CDs até mesmo dos grandes adoradores de &lt;strong&gt;Ronnie James Dio&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5261924362083651602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 280px; CURSOR: hand; HEIGHT: 280px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SQYcVBT4UBI/AAAAAAAAAHs/pl8KEe19IdM/s320/Estado+psic%C3%B3tico+tempor%C3%A1rio.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;Subterranean Masquerade&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/ep/subterranean_masquerade/temporary_psychotic_state/"&gt;Temporary psychotic state&lt;/a&gt; (2004):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O EP de estréia do grupo americano é uma excelente introdução ao som da banda. Aqui vemos um &lt;strong&gt;Subterranean Masquerade&lt;/strong&gt; um pouco mais contido e menos experimental, mesmo que a base da sonoridade da banda já esteja claramente desenhada. São apenas duas músicas de títulos e durações igualmente longas (o disco tem quase dezoito minutos), mas as faixas constróem perfeitamente uma atmosfera dramática crescente que atinge seu ápice no final. O disco serve também como primeira parte de uma suposta trilogia envolvendo o personagem X, o que faz bastante sentido, já que o clima do EP combina perfeitamente com as composições do LP seguinte. O som dos caras é um metal essencialmente progressivo, ainda que não tenha nada a ver com o que se pensa sobre o gênero de uma forma mais ampla (apesar de ter lá suas ligações com o, digamos, neoprogressivo pós-extremo de bandas como &lt;strong&gt;Opeth&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Green Carnation&lt;/strong&gt;), misturando vocais limpos e guturais, passagens acústicas e pesadas, metal e não-metal, e um violino quase onipresente forjando um som absolutamente ímpar. Fácil, fácil, uma das bandas mais promissoras da atualidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-3880788389531645290?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/3880788389531645290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=3880788389531645290' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/3880788389531645290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/3880788389531645290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/pelo-retrovisor_27.html' title='Pelo retrovisor'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SQYc7GQ_EMI/AAAAAAAAAH8/YJ4mMCtkB4I/s72-c/Nunca+diga+morrer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-1306665767500475481</id><published>2008-10-22T06:28:00.000-07:00</published><updated>2008-10-22T06:58:46.757-07:00</updated><title type='text'>Parem as rotativas!</title><content type='html'>Outro dia, eu escrevi &lt;a href="http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/e-l-vem-o-padre-judas.html"&gt;sobre a safra de shows em 2008&lt;/a&gt;, que, mesmo desconsiderando os eventos exclusivamente paulistas, está sendo bem generosa. Por outro lado, nota-se a predominância de repetecos clássicos (e não-tão-clássicos, mas ainda assim repetecos) na lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô eu na internet esses dias e, de repente, como quem não quer nada, eu descubro o seguinte: essa sexta agora tem um show do &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt; no Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repetindo: essa sexta agora, dia 24, tem um show do &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt; no Rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, esse &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259976331278051490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SP8wmtDKaKI/AAAAAAAAAHk/QF-aeu9tm3s/s320/Mayhem.jpg" border="0" /&gt;O mesmo &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt; das histórias mais bizarras de bandas de metal (e provavelmente de outros gêneros musicais também) de todos os tempos, cabeças de bode cortadas e arremessadas no público resultando em traumatismos cranianos, tiros na própria cabeça, assassinatos, igrejas históricas queimadas. Entre outras coisas bacaninhas e simpáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Necrobutcher&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Hellhammer&lt;/strong&gt; (cara, eu vou ver o &lt;strong&gt;Hellhammer&lt;/strong&gt; tocando ao vivo!). Pra não falar no suicidado &lt;strong&gt;Dead&lt;/strong&gt; (há!), no assassinado &lt;strong&gt;Euronymous&lt;/strong&gt;. Ou no encarcerado &lt;strong&gt;Count Grishnackh&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt; que lançou o infame '&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/unauth/mayhem/dawn_of_the_black_hearts/"&gt;CD do Gerson Brenner&lt;/a&gt;' (não posto a capa aqui por respeito à sensibilidade alheia, mas quem quiser clicar fique à vontade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem, tecnicamente o show não é no Rio. É em Caxias. E Caxias é longe pracacete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, cara, foda-se!, é &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt;. Eu vou ver um show do &lt;strong&gt;Mayhem&lt;/strong&gt;. E o ingresso custa 30 reais. 30 reais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caralho, meus amigos, essa será a desgraça no ano, quiçá da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais notícias em breve... se eu sobreviver.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-1306665767500475481?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/1306665767500475481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=1306665767500475481' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1306665767500475481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1306665767500475481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/parem-as-rotativas.html' title='Parem as rotativas!'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SP8wmtDKaKI/AAAAAAAAAHk/QF-aeu9tm3s/s72-c/Mayhem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-4834441453602302178</id><published>2008-10-21T07:29:00.000-07:00</published><updated>2008-10-21T08:05:27.412-07:00</updated><title type='text'>A frase mais sincera do ano</title><content type='html'>Todo mundo já deve estar careca que nem o &lt;strong&gt;Angus Young&lt;/strong&gt; de saber que está pra sair o novo CD de estúdio do &lt;strong&gt;AC/DC&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/ac_dc/black_ice/"&gt;Black ice&lt;/a&gt;. Oito anos depois do último lançamento, a banda australiana vai voltar com mais um disco rechado de músicas idênticas a todas as outras que eles já gravaram!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259621113773825218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SP3tiUuiHMI/AAAAAAAAAHc/bNOELB8-xeE/s320/Gelo+negro.jpg" border="0" /&gt;Mas não sou eu (ou o resto dos nerds que perdem seu tempo com bobagens na internet) que estou falando não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da boca do guitarrista-careca e fundador (em tradução livre):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Tudo que você precisa saber sobre o &lt;strong&gt;AC/DC&lt;/strong&gt; é isso: nós paramos de crescer musicalmente quando tínhamos dezessete anos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, ninguém pode dizer que o cara não é sincero. E tem mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quando você tem dezessete anos, você escreve músicas e espera que elas tenham apelo pras outras pessoas de dezessete anos. E a gente ainda escreve músicas pras pessoas de dezessete anos".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;(o cara tem 53 anos e é careca)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, não é à toa que ele se veste como um colegial nos shows da banda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem interessar, a matéria toda está &lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/arts/main.jhtml?xml=/arts/2008/10/15/bmacdc115.xml"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Incluindo um videozinho com a clássica presepada de chamar &lt;strong&gt;AC/DC&lt;/strong&gt; uma banda de heavy metal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um showzinho dos caras não era nada mal, hein...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-4834441453602302178?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/4834441453602302178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=4834441453602302178' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4834441453602302178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4834441453602302178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/frase-mais-sincera-do-ano.html' title='A frase mais sincera do ano'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SP3tiUuiHMI/AAAAAAAAAHc/bNOELB8-xeE/s72-c/Gelo+negro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-4124950692674699443</id><published>2008-10-20T13:30:00.000-07:00</published><updated>2008-10-20T13:40:45.145-07:00</updated><title type='text'>It's alive! (volume 2)</title><content type='html'>A segunda edição da revista em quadrinhos que eu fiz com o Alvaro (amigo nerd) &lt;a href="http://mundooi2.oi.com.br/quadrinhoshome/"&gt;está online&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259337422742699410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPzrhVR_PZI/AAAAAAAAAHU/lRUs_xfKGpo/s320/A+corpora%C3%A7%C3%A3o+2.jpg" border="0" /&gt;Agora com menos ação, mas em compensação com muito mais falação e desenvolvimento de personagens!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dessa vez, a citação do Frankenstein no título do post até faz algum sentido, já que a edição foi desenhada por três artistas diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não tem desculpa, vocês têm que ler. É de graça, porra!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Comentários (mesmo aqueles cheios de falsidade) serão bem-vindos. E mandem pros amigos, inimigos, conhecidos e desconhecidos, precisamos de acessos pra ganharmos mais dinheiro com revistas em quadrinhos, o que é algo tão genial quando impensável.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-4124950692674699443?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/4124950692674699443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=4124950692674699443' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4124950692674699443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4124950692674699443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/its-alive-volume-2.html' title='It&apos;s alive! (volume 2)'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPzrhVR_PZI/AAAAAAAAAHU/lRUs_xfKGpo/s72-c/A+corpora%C3%A7%C3%A3o+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-220353054648818983</id><published>2008-10-19T12:52:00.000-07:00</published><updated>2008-10-19T13:24:42.886-07:00</updated><title type='text'>Pelo retrovisor</title><content type='html'>Ok, dessa vez sem atrasos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258960298957349090" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPuUh1s8IOI/AAAAAAAAAHM/u6JRWNuqOnU/s320/Poder+da+for%C3%A7a+interior.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Grip Inc.&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/grip_inc_/power_of_inner_strength/"&gt;Power of inner strength&lt;/a&gt; (1995):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com sua saída do &lt;strong&gt;Slayer&lt;/strong&gt;, o baterista &lt;strong&gt;Dave Lombardo&lt;/strong&gt; formou, ao lado do guitarrista alemão &lt;strong&gt;Waldemar Sorychta&lt;/strong&gt; e do vocalista inglês &lt;strong&gt;Gus Chambers&lt;/strong&gt;, sua nova banda, o &lt;strong&gt;Grip Inc.&lt;/strong&gt; O debú é o disco mais propriamente thrash da banda, com algumas músicas que têm lá sua semelhança com o &lt;strong&gt;Slayer&lt;/strong&gt;, mas o lado pós-thrash/groove dos caras já ganha bastante espaço aqui. O CD abre com uma colagem de percussão, bem ao estilo de uma banda liderada por um baterista, depois emendando na dobradinha sensacional &lt;em&gt;Savage seas (retribution)&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Hostage to heaven&lt;/em&gt;. Apesar de o disco titubear em alguns momentos, a empolgação é mantida em um bom nível graças, em primeiro lugar, a belas composições como &lt;em&gt;Ostracized&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Guilty of innocence&lt;/em&gt; e, em segundo, à bateria do &lt;strong&gt;Dave Lombardo&lt;/strong&gt;, que aqui demonstra um gás impressionante e rouba o show ainda mais do que fazia no &lt;strong&gt;Slayer&lt;/strong&gt;. As contribuições do guitarrista (principal compositor da banda) e do vocalista (que traz uma bem-vinda energia punk pro som da banda) também são elementos essenciais para a personalidade do grupo. &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/grip_inc_/power_of_inner_strength/"&gt;Power of inner strength&lt;/a&gt; é o mais feroz disco dos caras e o retrato de uma jovem banda entrando de sola na cena pós-thrash do meio dos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258960214939088898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPuUc8tbOAI/AAAAAAAAAHE/xjdWYsXPDvw/s320/Celestial.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Isis&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/isis/celestial/"&gt;Celestial&lt;/a&gt; (2000):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum de estréia do &lt;strong&gt;Isis&lt;/strong&gt; já aponta na direção do som que viria a consagrar a banda na cena sludge/pós-metal/pós-hardcore (há!), mas com composições menos melódicas e refinadas. O disco é pesado do início ao fim e, ao contrário de grande parte do catálogo da banda, se vale de elementos eletrônicos para criar sua ambientação sonora (tanto nas músicas propriamente ditas como nos interlúdios que permeiam o álbum). De qualquer jeito, os principais atributos do &lt;strong&gt;Isis&lt;/strong&gt; já estão em plena demonstração no debú, como os vocais hardcore do líder &lt;strong&gt;Aaron Turner&lt;/strong&gt;, as guitarras hiper-texturizadas e a bateria inacreditavelmente foda, a cargo do &lt;strong&gt;Aaron Harris&lt;/strong&gt;. A influência do pós-rock no som dos caras ainda não era assim tão evidente nessa época, fazendo com que o disco penda mais para o lado sludge, em faixas esmagadoras como &lt;em&gt;Celestial (the tower)&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Swarm reigns (down)&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Gentle time&lt;/em&gt;. O peso constante pode causar a impressão de uma certa repetição e um efeito de esgotamento, mas é inegável que aqui o &lt;strong&gt;Isis&lt;/strong&gt; já buscava sua identidade sonora, com uma boa dose de sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258960035390024258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPuUSf1l6kI/AAAAAAAAAG8/-4QJ4KlOfw8/s320/Grafiti+f%C3%ADsico.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Led Zeppelin&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/led_zeppelin/physical_graffiti/"&gt;Physical grafitti&lt;/a&gt; (1975):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como quase todas as bandas dos anos 70, o &lt;strong&gt;Led Zeppelin&lt;/strong&gt; se entregou com &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/led_zeppelin/physical_graffiti/"&gt;Physical graffiti&lt;/a&gt; à perigosa tentação do álbum duplo. O que é uma pena, porque, apesar de contar com boas músicas, o sexto disco dos caras se perde na duração exageradamente longa e nos inevitáveis fillers que aparecem nesse tipo de lançamento. Uma coletânea com os destaques do disco poderia figurar facilmente entre os melhores trabalhos da banda, incluindo pelo menos um clássico indiscutível (a épica &lt;em&gt;Kashmir&lt;/em&gt;, com um dos riffs mais facilmente identificáveis do universo), bons exemplos dos hard blues dos caras, como a dobradinha de abertura &lt;em&gt;Custard pie&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;The rover&lt;/em&gt;, além de coisas mais 'experimentais', tipo a instrumental acústica &lt;em&gt;Bron-yr-aur&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Down by the seaside&lt;/em&gt;. Infelizmente, as tradicionais músicas extra-longas como &lt;em&gt;In my time of dying&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;In the light&lt;/em&gt; quebram o ritmo do disco e a grande quantidade de material desnecessário fazem da audição do LP do início ao fim uma tarefa ingrata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258959938093792738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPuUM1YXPeI/AAAAAAAAAG0/rILeoXmA28s/s320/Metallica.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt; (2008):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver &lt;a href="http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/volta-dos-que-no-foram.html"&gt;post gigante&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258959847061852978" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPuUHiQqEzI/AAAAAAAAAGs/2SAkqEW51iQ/s320/Horror%C3%B3scopo.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Overkill&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/overkill/horrorscope/"&gt;Horrorscope&lt;/a&gt; (1991):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todas as bandas clássicas de thrash, no início dos anos 90 o &lt;strong&gt;Overkill&lt;/strong&gt; estava em uma fase de transição no seu som (o que no caso também se refletiu em mudanças de formação). Trocando parte da sua velocidade por riffs mais pesados e arrastados, a banda acabou também perdendo um pouco da energia e empolgação características dos primeiros anos. A base do metal deles está intacta: riffs thrash aliados a uma sensibilidade quase power metal, vocais esganiçados acompanhados de corinhos na hora do refrão e músicas mais pesadas e sinistras. &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/overkill/horrorscope/"&gt;Horrorscope&lt;/a&gt; conta com grandes composições, como a faixa de abertura &lt;em&gt;Coma&lt;/em&gt;, o hit &lt;em&gt;Thanx for nothing&lt;/em&gt;, a pesadona &lt;em&gt;New machine&lt;/em&gt; e a quase-balada (!!!) &lt;em&gt;Solitude&lt;/em&gt;, mas a falta de energia faz com que várias faixas de bom potencial passem meio batidas. Por outro lado, o disco nunca cai num nível real de ruindade e, de certa forma, esse é o disco que consolida de fato o verdadeiro som do &lt;strong&gt;Overkill&lt;/strong&gt; (desenvolvido com clareza no disco anterior), fazendo com que esse seja um disco crucial na trajetória do grupo novayorkino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Livros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258959516344417202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPuT0SPee7I/AAAAAAAAAGk/jCTCA_3cj1k/s320/A+outra+orelha.gif" border="0" /&gt;&lt;em&gt;La otra orilla&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Julio Cortázar&lt;/strong&gt;, 1945):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro livro de contos do argentino &lt;strong&gt;Julio Cortázar&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;La otra orilla&lt;/em&gt; é uma compilação de relatos do escritor, feitos no período entre 1937 e 1945. O largo espaço de tempo em que os treze contos (organizados em três 'capítulos') foram escritos já dá a dimensão irregular e dispersa que os textos têm (o próprio livro começa com uma espécie de disclaimer do autor, que justifica o agrupamento a partir da instatisfação que os contos causavam nele e a subseqüente vontade de escrever algo melhor). Os textos aqui ainda estão longe de representar a genialidade lietrária do &lt;strong&gt;Cortázar&lt;/strong&gt;, mas é inegável a força de contos como &lt;em&gt;Bruja&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Distante espejo&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Los limpiadores de estrellas&lt;/em&gt; (genial) e o meio afetado, mas belo &lt;em&gt;Breve curso de oceanografía&lt;/em&gt;. Grande parte dos contos já passeia pelo mundo da literatura fantástica, gênero com o qual o autor se relacionou ao longo de toda sua carreira, em particular nos relatos curtos (se bem que aqui estão ligados a esse universo de forma mais explícita e menos sutil). Longe de ser o melhor exemplo da literatura cortazariana, &lt;em&gt;La otra orilla&lt;/em&gt; é, ainda assim, um bom livro pra se entender as origens lietrárias do escritor argentino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-220353054648818983?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/220353054648818983/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=220353054648818983' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/220353054648818983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/220353054648818983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/pelo-retrovisor.html' title='Pelo retrovisor'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPuUh1s8IOI/AAAAAAAAAHM/u6JRWNuqOnU/s72-c/Poder+da+for%C3%A7a+interior.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-5102753001122710870</id><published>2008-10-17T07:48:00.000-07:00</published><updated>2008-10-17T10:02:36.568-07:00</updated><title type='text'>Sessão dessa pra melhor: Gus Chambers</title><content type='html'>O &lt;strong&gt;Grip Inc.&lt;/strong&gt; foi uma das bandas mais interessantes surgidas nos anos 90. Formado após a saída do baterista &lt;strong&gt;Dave Lombardo&lt;/strong&gt; do &lt;strong&gt;Slayer&lt;/strong&gt;, o grupo praticava um pós-thrash empolgante e muito, muito pesado. Em especial se considerarmos que eles só tinham uma guitarra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de o &lt;strong&gt;Grip Inc.&lt;/strong&gt; ser sempre lembrado como 'a banda do &lt;strong&gt;Dave Lombardo&lt;/strong&gt;' (e o grupo certamente ficará gravado assim na história do metal), o som deles estava longe de depender exclusivamente da técnica sobre-humana do baterista para funcionar. Nas guitarras, estava o produtor alemão &lt;strong&gt;Waldemar Sorychta&lt;/strong&gt; (que trabalhou com gente como &lt;strong&gt;Borknagar&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;The Gathering&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Sentenced&lt;/strong&gt; e que ganhou fama produzindo o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/tiamat/wildhoney/"&gt;Wildhoney&lt;/a&gt; do &lt;strong&gt;Tiamat&lt;/strong&gt;); no baixo, a banda teve dois membros, o americano &lt;strong&gt;Jason Viebrooks&lt;/strong&gt; e o canadense &lt;strong&gt;Stuart Carruthers&lt;/strong&gt;; e, nos vocais, o inglês &lt;strong&gt;Gus Chambers&lt;/strong&gt;. E, levando em conta que o &lt;strong&gt;Dave Lombardo&lt;/strong&gt; é cubano, poderia se dizer que o &lt;strong&gt;Grip Inc.&lt;/strong&gt; é uma banda genuinamente internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das composições e das guitarras texturizadas do &lt;strong&gt;Waldemar Sorychta &lt;/strong&gt;e das baquetas inimitáveis, os caras contavam com uma grande força nos vocais do &lt;strong&gt;Gus Chambers&lt;/strong&gt;. O cara trouxe uma clara herança do punk inglês ao som do grupo e sua voz menos polida e técnica, mais suja do que se costuma ouvir no heavy metal, dava um gás extra, uma descarga de energia (pra fazer uma citação descarada de uma banda que certamente teve influência nos vocais do cara) que fazia do &lt;strong&gt;Grip Inc.&lt;/strong&gt; uma banda bem mais particular e interessante. Uma das coisas mais maneiras da voz dele é que você conseguia perceber claramente que o sujeito era inglês só ouvir ele cantar/gritar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5258156204627161698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPi5NY5RcmI/AAAAAAAAAGc/TWN3yF6_KfM/s320/Gus.jpg" border="0" /&gt; O primeiro disco, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/grip_inc_/power_of_inner_strength/"&gt;Power of inner strength&lt;/a&gt;, ainda tinha alguns resquícios do thrash mesmo, mas a banda foi se aprofundando no pós-thrash/groove metal conforme o tempo passou. Os discos na seqüência, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/grip_inc_/nemesis/"&gt;Nemesis&lt;/a&gt; e, especialmente, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/grip_inc_/solidify/"&gt;Solidify&lt;/a&gt; consolidaram o estilo perculiar do grupo. Infelizmente, os caras nunca romperam o estigma de 'banda do &lt;strong&gt;Dave Lombardo&lt;/strong&gt;' e, com a overdose de bandas do gênero que eles tocavam, não chegaram a fazer tanto barulho como poderiam no panorama do metal anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o fim da década, o &lt;strong&gt;Grip Inc.&lt;/strong&gt; ficou uns anos em silêncio e retornou, em 2004, com o disco &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/grip_inc_/incorporated/"&gt;Incorporated&lt;/a&gt;, muito provavelmente o mais ousado da sua curta discografia, que, mais uma vez, não conseguiu dar à banda a projeção que eles mereciam. Com a volta do &lt;strong&gt;Dave Lombardo&lt;/strong&gt; pro &lt;strong&gt;Slayer&lt;/strong&gt;, a carreira da banda ficou suspensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, agora, com a morte do vocalista &lt;strong&gt;Gus Chambers&lt;/strong&gt;, fica impensável o retorno da banda à ativa, sem um dos elementos que davam ao grupo sua personalidade ímpar no metal mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hora de desencavar os discos da prateleira e dar umas ouvidas em pedradas tipo &lt;em&gt;Savage seas&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Hostage to heaven&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Ostracized&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Isolation&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Griefless&lt;/em&gt; em homenagem ao cara!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-5102753001122710870?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/5102753001122710870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=5102753001122710870' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5102753001122710870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5102753001122710870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/sesso-rip-gus-chambers.html' title='Sessão dessa pra melhor: Gus Chambers'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPi5NY5RcmI/AAAAAAAAAGc/TWN3yF6_KfM/s72-c/Gus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-2598641322821165063</id><published>2008-10-15T07:20:00.000-07:00</published><updated>2008-10-16T08:31:46.428-07:00</updated><title type='text'>A volta dos que não foram</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257770583013741618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPdafQcIVDI/AAAAAAAAAGU/vzKWYI6GvcQ/s320/Metallica.jpg" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Antes de mais nada, me sinto na obrigação de dizer que dá um prazer fudido ouvir o &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt; tocando metal de novo. Eu seria um hipócrita se não admitisse isso depois de anos esperando que isso acontecesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isso, minhas primeiras impressões sobre o novo CD, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt;, não foram lá muito boas. De lá pra cá, me apeguei ao disco, mas mesmo assim acho que muitos dos elementos que me fizeram reagir negativamente no início ainda estão lá, impedindo que eu ache o disco realmente o 'caralho, &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt;, vocês voltaram, obrigado deus, minha vida mudou!' que muita gente vem clamando por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que qualquer coisa, acho uma babaquice sem tamanho dizer que o disco é o verdadeiro sucessor do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/___and_justice_for_all/"&gt;And justice for all&lt;/a&gt; etc. e tal. &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt; nunca poderia existir sem que a banda antes passasse pelos discos anteriores, em especial pelo &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt;. Não falo isso só no sentindo 'terapêutico' que o álbum mais odiado da carreira dos caras teve (como todo mundo pôde testemunhar no bizarro documentário &lt;em&gt;Some kind of monster&lt;/em&gt;), mas como som mesmo. O novo CD tem vários elementos de &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt; nas músicas, mesmo que os fãs mais ardorosos não queiram ouvi-los (isso pra não falar que desconsiderar o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/metallica/"&gt;preto&lt;/a&gt; na trajetória do som da banda - e na história do próprio heavy metal - é uma imbecilidade sem fim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que as músicas novas têm sim uma proximidade com o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/___and_justice_for_all/"&gt;And justice for all&lt;/a&gt; (assim como o próprio &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt; tinha uma certa semelhança com o mesmo), tanto em termos de estrutura, na duração das faixas e em diversas passagens que remetem a clássicos antigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas mais absurdas que eu já ouvi sobre esse disco é que ele seria o 'verdadeiro novo metal' (new metal) ou coisa do gênero. &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt; pode ser muitas coisas, mas novo definitivamente ele não é. O que se ouve aqui é o som de uma banda veterana indo buscar inspiração no seu passado de forma consciente, decidida, não intuitiva ou natural. O resultado é que muitos elementos e passagens soam, por vezes, forçadas. Para os fãs antigos, é impossível não ouvir ecos de músicas imortais do catálogo dos caras, em músicas como &lt;em&gt;The day that never comes&lt;/em&gt; (com quase-citações de &lt;em&gt;One&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Fade to black&lt;/em&gt;), &lt;em&gt;The end of the line&lt;/em&gt; (cujo verso principal tem grande semelhança com a parte do meio da &lt;em&gt;The four horsemen&lt;/em&gt;), &lt;em&gt;The unforgiven III&lt;/em&gt; (sem comentários) e &lt;em&gt;My apocalypse&lt;/em&gt; (uma daquelas faixas porradinhas que encerram o disco a la &lt;em&gt;Damage, inc.&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Dyers eve&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Isso é especialmente irônico se pensamos nas acusações de vendidos que a banda recebeu desde a gravação do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/metallica/"&gt;álbum preto&lt;/a&gt; em 91. Sinceramente, eu nunca senti que as mudanças do &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt; foram uma decisão consciente de 'se vender', afinal de contas, acho que ninguém pensaria que os caras ficariam mais famosos do que já eram gravando coisas como uma &lt;em&gt;Ronnie&lt;/em&gt; ou uma &lt;em&gt;Poor twisted me&lt;/em&gt;, pra citar duas músicas do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/load/"&gt;Load&lt;/a&gt; que exemplificam bem como a banda estava expandindo seus horizontes musicais na época. De certa forma, o retorno do &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt; ao metal que os consagrou é muito mais forçado do que, por exemplo, a raiva demonstrada no &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt;, que podia ser um pouco patética, mas pelo menos era sincera.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Juntando os dois argumentos, o pouco que poderia se considerar 'novo' nas músicas está mais ligado ao som do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt; do que qualquer outra coisa da carreira da banda. Claro que os discos soam completamente diferentes (e outra louvável diferença entre eles é que as músicas novas são longas, mas não desnecessariamente como no álbum anterior), mas nos dois vemos os riffs mais cadenciados e, digamos, modernos que os aproximam entre si e os distanciam do resto do catálogo do &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro grave defeito de &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt; é a produção. Muita gente reclama do som (realmente bizarro) do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt;, mas lá a estranheza tinha uma lógica interna, um sentido evidente (por mais desagradável que ela possa ser para os ouvidos como produto final). Aqui, a banda chamou o laureado Rick Rubin pra capitanear as gravações, mas o resultado fica muito aquém das expectativas. As guitarras têm um som meio abafado, mas principalmente a mixagem e o próprio som da bateria destróem totalmente o equilíbrio das músicas e, em muitas passagens, o som realmente incomoda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;(pra quem se interessa por essas coisas, vale a pena ver &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=DRyIACDCc1I"&gt;esse vídeo&lt;/a&gt; do youtube que compara as versões das músicas no disco e no novo &lt;em&gt;Guitar hero&lt;/em&gt;, em que as do videogame soam muito melhores!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A questão da produção não é a única que entra em jogo em relação à bateria do disco. A verdade é que o &lt;strong&gt;Lars Ulrich&lt;/strong&gt; sempre foi um baterista limitado, mas ele soube usar suas limitações em favor da banda. Outro dia tava ouvindo a &lt;em&gt;The house Jack built&lt;/em&gt; (uma das melhores do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/load/"&gt;Load&lt;/a&gt;) e é impressionante como o cara vai fazendo variações simples da linha de bateria que dão à música toda uma camada extra. É verdade também que essa característica do &lt;strong&gt;Lars&lt;/strong&gt; sempre se encaixou melhor nas músicas mais lentas, o que é bem possível de ter causado a mudança estilística radical da banda nos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como em &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt; o tempo das músicas está bem mais acelerado que em seus últimos discos (sim, em vários momentos resgatando o thrash de outrora), a atuação do baterista é especialmente comprometedora. Em diversos momentos (nos mais acelerados), parece que ele está se esforçando demais, em outros (mais lentos), a impressão que dá é que ele estava quase desinteressado nas músicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os outros membros da banda se saem melhor. Os vocais do &lt;strong&gt;James Hetfield&lt;/strong&gt; não têm mais o mesmo peso e a mesma garra de outrora, mas ainda são bem eficientes, tanto nas passagens agressivas quanto nas mais melódicas. A dupla de guitarras tem seus momentos, com destaque nas diversas guitarrinhas dobradas deliciosas de músicas como &lt;em&gt;That was just your life&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;The end of the line&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;The day that never comes&lt;/em&gt;. Já os solinhos do &lt;strong&gt;Kirk Hammet&lt;/strong&gt; são legais, mas chamam mais atenção por simplesmente estarem de volta do que por sua qualidade. O novo membro, o baixista &lt;strong&gt;Robert Trujillo&lt;/strong&gt;, faz bem seu papel e é particularmente curioso ver que o cara é creditado como compositor em todas as músicas do CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O negócio é que, como eu comecei escrevendo, o que &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt; representa é, acima de tudo, a volta do &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt; que toca heavy metal. E isso é foda pracaralho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com todos os defeitos e repetições que o disco apresenta, não dá pra negar que as músicas são contagiantes e que, puta merda!, eu preciso ver esses caras ao vivo de novo. Talvez aí esteja o verdadeiro teste, pra saber como as novas dez faixas se saem ao lado de genialidades como &lt;em&gt;Seek and destroy&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;For whom the bell tolls&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Master of puppets&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;One&lt;/em&gt;. Não que o material novo seja perfeito com essas aí de trás, mas esperar isso também já seria injustiça.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Apesar de o disco contar com certos excessos, como músicas demais, uma faixa instrumental absolutamente desnecessária (olha aí a tentativa de voltar aos velhos tempos dando as caras de novo) e alguns momentos aleatórios em certas músicas, o álbum flui bem, apesar de seus mais de 70 minutos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A primeira metade é especialmente empolgante, com a rápida &lt;em&gt;That was just your life&lt;/em&gt; dando o tom do disco, seguida da meio progressiva &lt;em&gt;The end of the line&lt;/em&gt; e da pesadona &lt;em&gt;Broken, beat and scarred&lt;/em&gt;. A quarta música é o single &lt;em&gt;The day that never comes&lt;/em&gt;, que eu já analisei &lt;a href="http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/o-dia-que-nunca-chega.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Se a gente para pra pensar, essas músicas são, faixa a faixa, análogas, em termos de estilo e estrutura, das quatro primeiras tanto do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/master_of_puppets/"&gt;Master of puppets&lt;/a&gt; como do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/___and_justice_for_all/"&gt;And justice for all&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na seqüência vem a música que talvez melhor sintetize o disco, a ótima &lt;em&gt;All nightmare long&lt;/em&gt;. De certa forma, ela se relaciona com todos os elementos da carreira do &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt; que aparecem em &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt;, e ao mesmo tempo não soa diretamente como nenhum deles.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois disso, o material flutua entre músicas bacanas (&lt;em&gt;Cyanide&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;My apocalypse&lt;/em&gt;) e coisas meio desnecessárias ou passáveis (&lt;em&gt;The unforgiven III&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Suicide and redemption&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;The Judas kiss&lt;/em&gt;), mas nunca chega a atingir um nível de ruindade realmente alarmante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O veredito final? O disco é bom, com certeza. Tem sérios problemas em vários departamentos, mas, porra, como eu vou discutir com o fato de ter me arrependido de apagar o dito cujo do mp3 player depois de ouvi-lo durante dias e agora ficar entrando no youtube no trabalho toda hora pra poder ouvir as músicas? Imperfeito, às vezes forçado, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt; é, ainda assim, um disco potente, empolgante, divertido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E, porra, é o &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt; tocando metal de novo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-2598641322821165063?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/2598641322821165063/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=2598641322821165063' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/2598641322821165063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/2598641322821165063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/volta-dos-que-no-foram.html' title='A volta dos que não foram'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPdafQcIVDI/AAAAAAAAAGU/vzKWYI6GvcQ/s72-c/Metallica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-4046700080226213938</id><published>2008-10-14T11:56:00.000-07:00</published><updated>2008-10-14T18:13:45.465-07:00</updated><title type='text'>Pelo retrovisor (ao quadrado, assim escrito mesmo porque eu não sei colocar aquele doiszinho em cima)</title><content type='html'>Ok, o terceiro post da série nem existiu, ou melhor, esse aqui, que deveria ser o quarto acabou ficando mesmo com o número três. E o pior é que eu nem tenho desculpas intelectualóides pro atraso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(e pior ainda é o fato de eu ter usado o Festival do Rio como desculpa pro último atraso, sendo que, como vocês verão abaixo, eu não vi porra nenhuma de filme)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, vamos ao que interessa... ou não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257170699383579538" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU45bxZo5I/AAAAAAAAAGM/wthGinfneRU/s320/Sinfonias+da+doen%C3%A7a.jpg" border="0" /&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Carcass&lt;/strong&gt; – &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/carcass/symphonies_of_sickness/"&gt;Symphonies of sickness&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;O tecladinho do início anuncia de cara: com seu segundo disco, o &lt;strong&gt;Carcass&lt;/strong&gt; se distancia da podreira pura e simples do disco anterior e traz seu goregrind para um campo mais trabalhado e técnico. Com produção bem melhor (ou melhor, com produção!), menos faixas e músicas mais longas, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/carcass/symphonies_of_sickness/"&gt;Symphonies of sickness&lt;/a&gt; é um salto enorme para a carreira da banda (como aliás foram todos os discos dos caras); o que não significa que faltem aqui vocais grotescos, solos dissonantes e estridentes e passagens de pura desgraça musical. Infelizmente, o avanço musical da banda não garante às composições uma identidade individual, fazendo com que o disco por vezes soe como um amontoado embolado e não-identificável de riffs. Mais ou menos como as bizarrices descritas nas letras de músicas com títulos sigelos como &lt;em&gt;Embryonic necropsy and devourment&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Cadaveric incubator of endoparasites&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Swarming vulgar mass of infected virulency&lt;/em&gt;. O que não deixa de fazer um certo sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257170547431903042" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU4wltTD0I/AAAAAAAAAGE/4PGq4Saww60/s320/Devolu%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Destruction&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/destruction/d_e_v_o_l_u_t_i_o_n/"&gt;D.E.V.O.L.U.T.I.O.N.&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de revisitar o passado com o disco &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/comp/destruction/thrash_anthems_f1/"&gt;Thrash anthems&lt;/a&gt;, o &lt;strong&gt;Destruction&lt;/strong&gt; volta ao caminho que vinha construindo desde o seu retorno no ano 2000. Como nos quatro discos anteriores, a banda está longe de atingir o vigor criativo dos primeiros anos, mas é fato que os caras chegaram em um ponto onde eles parecem satisfeitos (e até empolgados) em lançar discos simplesmente legais e pronto. Em &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/destruction/d_e_v_o_l_u_t_i_o_n/"&gt;D.E.V.O.L.U.T.I.O.N.&lt;/a&gt; (que tem a pegadinha meio ridícula de as dez músicas começarem com as letras da sigla do título), a banda segue o mesmo formato de acrescentar momentos mais melódicos e mais cadenciados ao seu som, mas as melhores faixas são mesmo aquelas mais descaradamente thrash, como &lt;em&gt;Vicious circle - the seven deadly sins, Odyssey of frustration&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;No one shall survive &lt;/em&gt;e a sensacional faixa-título, que abre o disco com um daqueles agudinhos de thrash que só o &lt;strong&gt;Tom Araya&lt;/strong&gt; tem direito de fazer (mas até que dá pra perdoar o &lt;strong&gt;Schmier&lt;/strong&gt; pela ousadia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257170399735459298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU4n_fuLeI/AAAAAAAAAF8/b7FaybkPt-c/s320/Mais.jpg" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Pink Floyd&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/pink_floyd/more/"&gt;More&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No seu terceiro disco, o &lt;strong&gt;Pink Floyd&lt;/strong&gt; abandona mais um pouco do que ainda restava de rock psicodélico no seu som e começa a caminhar na direção que viria a consagrar a banda. Como esse álbum é, na verdade, a trilha sonora de um filme homônimo, grande parte das músicas é instrumental - e segue o exemplo das faixas sem vocais chatas e intermináveis dos dois primeiros discos. Isto é, barulhinhos pentelhos de teclados com viagenzinhas malas de guitarra e umas percussõezinhas desnecessárias. As canções propriamente ditas variam entre rock-meio-pesado genérico do início dos anos 70 e rockinho bem light e viajante. Ou seja, os elementos que compõem o disco são, basicamente, os mesmos que vieram a forjar o som clássico do &lt;strong&gt;Pink Floyd&lt;/strong&gt;, só que aqui eles são usados de forma desconjuntada e sem a mesma naturalidade que viria a marcar a banda inglesa. Totalmente desnecessário, a não ser para os fanáticos por &lt;strong&gt;Waters&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Gilmour&lt;/strong&gt; e cia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadrinhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257170223389519186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU4dujkrVI/AAAAAAAAAF0/HgEffWViOmU/s320/Grimms+vers%C3%A3o+manga.bmp" border="0" /&gt;G&lt;em&gt;rimms manga&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Kei Ishiyama&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As adaptações de histórias ocidentais para os quadrinhos japoneses continuam com força total e um dos últimos títulos lançados aqui no Brasil foi essa revista, que reúne cinco contos dos alemães &lt;strong&gt;irmãos Grimm&lt;/strong&gt;, em versões que tomam as originais como base, mas são bem diferentes do que a gente conhece. Infelizmente, as mudanças feitas com os personagens dos contos de fadas são um tanto quanto aleatórias e todas se encaixam em clichês bem tradicionais dos mangás (por exemplo, o Lobo mau é um jovem herói que se apaixona pela chapeuzinho vermelho, Rapunzel aqui é um homem meio andrógino e o João de João e Maria é um garoto narcisista e meio metrossexual). Escrito e desenhado pela mangaká &lt;strong&gt;Kei Ishiyama&lt;/strong&gt;, a revista também tem sérios problemas narrativos, como diálogos bem fracos (o que talvez seja problema da tradução) e um traço que, apesar de muito detalhado e agradável, é bem confuso na forma de contar a história. O destaque fica para dois contos que eu não conhecia, &lt;em&gt;Os doze caçadores&lt;/em&gt; e especialmente&lt;em&gt; Os dois irmãos&lt;/em&gt;, que fecha a revista e mostra o potencial que o projeto tinha. Um bônus legal é um artigo que faz um boa contextualização histórica da obra dos &lt;strong&gt;irmãos Grimm&lt;/strong&gt;, mais interessante do que grande parte das histórias da revista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Livros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257169924819743410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU4MWS_crI/AAAAAAAAAFs/lNVdOwSmy6I/s320/A+casa+de+papel.bmp" border="0" /&gt;&lt;em&gt;A casa de papel&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Juan María Domingues&lt;/strong&gt;):&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um livro curtinho, de menos de 100 páginas, &lt;em&gt;A casa de papel&lt;/em&gt; narra a história de um professor argentino que leciona em Londres e recebe pelo correio um livro, destinado a uma colega recém falecida. Fascinado pelo volume e pela dedicatória nele escrita, o cara parte em uma viagem pra América do Sul afim de encontrar o remetente. A jornada é o ponto de partida pra discutir a paixão pela leitura e, mais que isso, pelos livros. Os personagens de &lt;em&gt;A casa de papel&lt;/em&gt; não são simplesmente atraídos pelos livros, ou mesmo colecionadores convencionais, mas pessoas totalmente obcecadas pelos volumes, que ocupam progressivamente espaço nas suas casas e nas suas vidas (não à toa, o sumário na orelha do livro começa com a frase 'os livros são perigosos'). A análise que o autor faz sobre os personagens um tanto trágicos que se envolvem nessa obsessão é bem interessante e, de certa forma, assustadora. De qualquer jeito, é um retrato instigante e criativo sobre a compulsão literária e, mais que isso, sobre a questão do colecionismo/complestismo que hoje, com o acesso infinito à informação da internet, é uma discussão bastante atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257169723348055778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU4AnwZduI/AAAAAAAAAFk/AiAkgA2tWXA/s320/A+erva+do+rato.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;A erva do rato&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Julio Bressane&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É sempre difícil (pra não dizer absurdamente desnecessário) escrever sobre um filme do &lt;strong&gt;Julio Bressane&lt;/strong&gt;. Realizador de um cinema absolutamente particular, o cara aqui parte de dois contos do &lt;strong&gt;Machado de Assis&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Um esqueleto&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A causa secreta&lt;/em&gt;) para contar a história de um casal que se conhece em um cemitério, vai morar junto e tem sua rotina quebrada pelo aparecimento de um rato na casa onde eles vivem. Nos papéis, &lt;strong&gt;Selton Mello&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Alessandra Negrini&lt;/strong&gt; conseguem aquele tipo de atuação emblemática e icônica só possível no cinema do &lt;strong&gt;Bressane&lt;/strong&gt; e constróem uma química bem peculiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A erva do rato&lt;/em&gt; é razoavelmente mais narrativo do que grande parte dos filmes do &lt;strong&gt;Bressane&lt;/strong&gt;, apesar de a 'trama' estar longe de ser o elemento central. A verdade é que a parte inicial do filme, em que o casal está sozinho na casa, por mais interessante que seja, é bem mais fraca do que após o aparecimento do rato, que é responsavel por algumas cenas geniais. Pra quem não tem familiaridade com a obra do &lt;strong&gt;Bressane&lt;/strong&gt;, é melhor manter distância e começar por outros filmes, mais antigos; quem conhece já tem uma boa noção se vai curtir &lt;em&gt;A erva do rato&lt;/em&gt; ou não, em especial porque aqui não se verifica nenhum grande rompimento em relação à sua obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257169568219214738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU33l2zM5I/AAAAAAAAAFc/j4u4YUXoS5w/s320/Juventude.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;Juventude&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Domingos Oliveira&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;em&gt;Juventude&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;Domingos Oliveira&lt;/strong&gt; faz mais um de seus filmes de 'confissões', só que aqui com homens em vez das mulheres, que dominam grande parte da sua obra. O filme (vídeo?) narra o encontro de três amigos, todos com setenta-anos-ou-quase, durante um dia em uma casa de campo. Os três trocam histórias, que dão a deixa pra boas frases de efeito (a maioria saindo da boca do próprio &lt;strong&gt;Domingos&lt;/strong&gt;, que tem o personagem mais descolado e bacana dos três). Apesar de o roteiro evitar inteligentemente o olhar deprê sobre a velhice, um dos grande problemas do filme está na construção dos personagens, que faz uns julgamentos escrotos e ultra-lineares do tipo 'o cara que era pegador e porra-louca na juventude teve uma filha drogada' e 'o cara certinho virou um velho frustrado que quer pegar menininhas'. Além disso, a deficiência técnica do filme realmente atrapalha em diversos momentos, porque a imagem é muito tosca (em especial quando vista na tela grande) e a fotografia de um certo mau-gosto. A feiúra é tanta que a cartela com o nome do filme no início parece ter sido feita por um muleque de oito anos que acabou de aprender a mexer em um programinha de imagens e é o retrato da precariedade técnica do longa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257169082653901186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU3bU_AgYI/AAAAAAAAAFM/GXyqTXm6CiQ/s320/Artistinha+stalker.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;Na cidade de Sylvie&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;José Luiz Guerín&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem umas horas que eu sinceramente não consigo entender esse povinho de cinema. A galera da dita 'crítica jovem' (e provavelmente da velha também) do Rio vem puxando incessantemente o saco desse filme, que conta a seguinte história:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artistinha (com cara de viadinho) vai a Strasburgo atrás da Sylvie do título, que ele conheceu seis anos antes. Além de suas evidentes tendências de maluco psicopata (afinal, quem vai pra uma cidade encontrar uma mulher depois de seis anos sem nem saber se ela ainda vive lá?), ele dá uma de stalker e voyeur ao ficar observando mulheres pelas ruas da cidade. Na seqüência mais bacaninha do filme, Artistinha fica voyerando várias mulheres gatinhas num Baixo Gávea diurno, até que ele vê a Mulher Mais Gatinha do Mundo, que, obviamente, ele fica achando que é a tal Sylvie. Daí, Artistinha fica seguindo a mulher por trinta minutos seguidos sem fazer porra nenhuma! E quando ele finalmente fala com ela, a Mulher Mais Gatinha do Mundo dá mole pra ele e ele só fica se lamentando por ela não ser a Sylvie! Puta que me pariu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tem outras cenas igualmente bizarras em que o Artistinha vai para um bar (onde ele conheceu a vadia da Sylvie), conversa com uma Gatinha do Baixo Gávea, leva um toco, vê a moça dar mole pra outro, interage com a Gótica Gordinha e depois acorda do lado da Gatinha do Baixo Gávea! Ou então a sequência do metrô, em que o Artistinha fica voyerando gatinhas de várias modalidades, como a Gatinha do Baixo Gávea, a Garçonete Gatinha (na verdade a essa altura do campeonato, nem sei mais se ela aparece nessa cena), a Mulher Mais Gatinha do Mundo ou a Mulher Guryk-Chaal (a Não-Gatinha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, o filme tem lá seus méritos (especialmente porque não é sempre que você vai ver a Mulher Mais Gatinha do Mundo sendo bem filmada desse jeito, ou seja, por um bom diretor que queira tanto comê-la), a ambientação, em especial sonora, da cidade é muito bem construída etc., mas, porra...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puta que me pariu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257168864574838098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU3Ook6FVI/AAAAAAAAAFE/-L18a9tWi9k/s320/O+bom+o+mau+o+bizarro.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;O bom, o mau, o bizarro&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Kim Jee-Woon&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma paródia oriental do clássico faroeste &lt;em&gt;Três homens em conflito&lt;/em&gt; (mais conhecido como &lt;em&gt;The good, the bad and the ugly&lt;/em&gt;, do &lt;strong&gt;Sergio Leone&lt;/strong&gt;), esse filme mistura, em doses bem exageradas, humor, ação e violência, em uma espécie de filtragem pós-&lt;strong&gt;Tarantino&lt;/strong&gt; da proposta do filme italiano. Como a maioria dos discípulos de &lt;strong&gt;Tarantino&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Kim Jee-Woon&lt;/strong&gt; perde a mão em diversos momentos e deixa escapar o equilíbrio entre os elementos com que ele pretende compor o filme, fazendo com que cenas que deveriam ser engraçadas sejam simplesmente gratuitas e outras que deveriam ser apoteóticas passem batidas. Mas é inegável que algumas seqüências do filme são divertidíssimas, como a de abertura e grande parte do tiroteio numa espécie de favela cujo nome já não me lembro mais (em que o personagem que representa o 'bizarro' do título usa um capacete de mergulhador pra se proteger dos tiros!). Longe de ser realmente bom como cinema, o filme consegue manter decentemente o interesse ao longo das suas duas horas de duração, o que é mais do que poderia se esperar lendo a sinopse do mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Videogame:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257168645800995970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU3B5lKLII/AAAAAAAAAE8/skbjH-CTkug/s320/Drag%C3%A3o+azul.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;Blue dragon&lt;/em&gt; (Xbox 360):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria exagero dizer que &lt;em&gt;Blue dragon&lt;/em&gt; foi um dos jogos mais cercados de expectativas da história dos RPGs. O projeto nasceu da parceria de três grandes personalidades gamísticas japonesas: o mangazeiro &lt;strong&gt;Akira Toriyama&lt;/strong&gt; (criador da série &lt;em&gt;Dragon ball&lt;/em&gt; e que trabalha desde 1986 na série &lt;em&gt;Dragon quest&lt;/em&gt;); o compositor &lt;strong&gt;Nobuo Uematsu&lt;/strong&gt; (responsável por algumas das mais sensacionais trilhas de videogames de todos os tempos com a série &lt;em&gt;Final fantasy&lt;/em&gt;) e o produtor &lt;strong&gt;Hironobu Sakaguchi&lt;/strong&gt; (nada menos que o criador do &lt;em&gt;Final fantasy&lt;/em&gt;). Esse foi o primeiro título da produtora Mistwalker, criada por Sakaguchi quando deixou a Square, companhia que fundou nos anos 80 e que é adorada por milhões de nerds através do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, as expectativas criadas em torno do jogo e de seus criadores fizeram com que ele fosse uma decepção garantida. Em especial porque &lt;em&gt;Blue dragon&lt;/em&gt; faz pouco (ou nada) pra se separar da legião de RPGs genéricos que foram feitos desde o crescimento do gênero no fim dos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história gira em torno de três amigos, Shu, Jiro e Kluke, que partem em uma viagem pra libertar a sua vila de um monstro que a destrói de tempos em tempos. Claro que os três amigos vão descobrir que isso está relacionado a uma ameaça muito maior do que aquela inicialmente imaginada; que vão encontrar companheiros para sua aventura; que vão viajar pelo planeta em uma navezinha; que vão cair em incessantes e pentelhas porradas aleatórias; e que vão salvar o mundo. Infelizmente, os personagens e a trama de &lt;em&gt;Blue dragon&lt;/em&gt; deixam muito a desejar, caindo nos mais descarados clichês de RPGs conhecidos. O jogo ainda tenta se salvar ao acrescentar elementos de humor à narrativa (por exemplo com a paródia de 'triângulo amoroso' envolvendo os três personagens principais), o que não funciona principalmente porque falta timing na direção das cenas e porque o voice acting é simplesmente terrível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema do jogo é bem mais old-school do que a maioria dos títulos do gênero que vêm aparecendo por aí (e, graças a deus, foge à tendência atual de misturar elementos de ação no modelo RPGístico). Todos aqueles elementos clássicos como world map, levels, MPs etc. aparecem aqui inalterados do padrão tradicional e a ambientação segue bem de perto o modelo 'mundo de fantasia com elementos high-tech'. Talvez o único elemento 'diferente' da fórmula clássica seja a impossibilidade de comprar/equipar armas e armaduras nos personagens, que aqui são simplesmente substituidos por acessórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso se deve ao fato de que, em &lt;em&gt;Blue dragon&lt;/em&gt;, quem faz as vezes das lutas não são exatamente os personagens, mas umas sombras em forma de bestas mitológicas (como um dragão, uma fênix e um minotauro) que se manifestam logo no início da trama. Além do tradicional level up de personagens, o jogo traz um sistema em que as sombras passam de ranks em diferentes classes, que alteram os atributos de quem está associado a elas, suas habilidades etc. O esquema aqui é daqueles em que o jogador pode customizar cada personagem conforme a sua vontade, já que suas vocações vão estar mais ligadas à classe da sombra do que a uma aptidão original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O design visual do jogo tem sua força e demonstra claramente o estilo do &lt;strong&gt;Akira Toriyama&lt;/strong&gt;, tanto nos personagens como nos monstros etc. Por outro lado, a aplicação dos designs originais deixa um pouco a desejar, talvez por já termos visto o traço do &lt;strong&gt;Toriyama&lt;/strong&gt; sendo adaptado para a linguagem dos jogos de uma forma impecável no sensacional &lt;em&gt;Dragon quest VIII&lt;/em&gt;, do Playstation 2. As músicas do &lt;strong&gt;Nobuo Uematsu&lt;/strong&gt; seguem o padrão de qualidade dos últimos jogos da série &lt;em&gt;Final fantasy&lt;/em&gt; em que ele trabalhou, ou seja, são bem fraquinhas. Quase tudo o que se ouve é uma repetição de temais mais antigos (e melhores) do compositor e em nenhum momento aparece a inspiração melódica que o consagrou. O destaque da trilha sonora fica para o tema quase-metal das batalhas de chefe, que conta com uma performance caracterítisca do &lt;strong&gt;Ian Gillan&lt;/strong&gt; (!!!) nos vocais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão: &lt;em&gt;Blue dragon&lt;/em&gt;, acima de tudo, é frustrante, principalmente porque a parceria entre três grandes nomes dos jogos japoneses poderia indicar um novo gás na obra dos três. Infelizmente, o jogo fica sempre no meio do caminho, com história, jogabilidade e potencial criativo medíocres.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-4046700080226213938?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/4046700080226213938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=4046700080226213938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4046700080226213938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4046700080226213938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/pelo-retrovisor-ao-quadrado-assim.html' title='Pelo retrovisor (ao quadrado, assim escrito mesmo porque eu não sei colocar aquele doiszinho em cima)'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SPU45bxZo5I/AAAAAAAAAGM/wthGinfneRU/s72-c/Sinfonias+da+doen%C3%A7a.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-847032756623872415</id><published>2008-10-09T08:22:00.000-07:00</published><updated>2008-10-09T10:08:27.702-07:00</updated><title type='text'>(Quase) arrependido de ser nerd</title><content type='html'>&lt;div&gt;Esse fim de semana, o Canecão recebeu a terceira edição do &lt;a href="http://www.videogameslive.com.br/"&gt;Video Games Live&lt;/a&gt;. Pra quem não sabe, o VGL é um evento internacional que popularizou nos Estados Unidos e, por extensão, no ocidente algo que já tinha alguma tradição no Japão: os concertos de música de videogame. O projeto foi criado pelo compositor e presepeiro Tommy Tallarico e vem crescendo em popularidade desde que foi criado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O conceito da parada é bem simples: tocar uma compilação de músicas de jogos, que vão desde o &lt;em&gt;Pong&lt;/em&gt; até títulos que ainda nem foram lançados. Uma espécie de samba-do-crioulo-doido da música de videogame, mas, que no fim das contas, faz um panorama decente dessa história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5255199293354037442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SO436gBAUMI/AAAAAAAAAE0/bOAJ9-ph4hU/s320/VGL_logo.gif" border="0" /&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Da primeira vez que o show veio pro Brasil, eu estava lá e tenho que confessar (com uma pontinha de vergonha) que foi algo sensacional poder ver aquelas musiquinhas que ocuparam a atenção dos meus ouvidos durante incontáveis horas sendo executadas ao vivo por uma orquestra. Foi uma espécie de legitimação da minha vida de nerdice, apesar de a felicidade geral do dia ser estragada por uma série de excessos como luta de espadas no palco, gente caracterizada como personagens de jogos (pra quem não sabe, isso se chama cosplay... coisa de japonês maluco) e guitarras entrando na hora errada e estragando músicas geniais. Infelizmente, uma ressaca absurda e uma fila interminável fizeram com que eu chegasse no concerto já quase na metade, na hora em que a orquestra começava a tocar &lt;em&gt;Liberi fatali&lt;/em&gt;, do &lt;em&gt;Final fantasy VIII&lt;/em&gt;, um dos melhores temas de abertura de jogo da história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Da segunda vez que os caras vieram pro Brasil, eu desanimei porque o setlist era praticamente idêntico ao do ano anterior. Acabei ficando em casa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pois bem, esse ano o show levou um downgrade para o Canecão, mas prometia um elevado grau de nerdice já que, além do concerto em si e do concurso de cosplay (!!!), os trabalhos iam ser abertos pelo &lt;strong&gt;Megadriver&lt;/strong&gt;, banda nacional que toca músicas de videogame em versão heavy metal. Ou seja, era um evento meio imperdível, daqueles que você sabe que vai ser tosco, mas que não vai se perdoar nunca de não ter visto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando eu cheguei lá no Canecão, o lugar já tava cheio e a banda no palco... que logo começou a tocar a música do Ken do &lt;em&gt;Street fighter II&lt;/em&gt;, colocando a nerdada adolescente em euforia. A seleção das músicas da banda até que não era ruim (contava com a música genial do castelo do Dracula do&lt;em&gt; Castlevania: symphony of the night&lt;/em&gt; e a &lt;em&gt;Emerald zone&lt;/em&gt; do primeiro &lt;em&gt;Sonic&lt;/em&gt;), mas a execução das músicas... aparentemente, os caras acharam que colocar um bumbo duplo meio errado, umas guitarras distorcidas e uns solos completamente aleatórios seria suficiente pra chamar aquilo de 'arranjo'.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É verdade que o público gostou (o que também não significa muita coisa), mas, sinceramente, a melhor coisa da apresentação foi ver a guitarra em forma de cabeça do Sonic que o líder da banda usa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois do curtíssimo show de abertura (que certamente não passou de meia hora, graças a deus), começou a presepada-mór com o concurso de cosplay. Mais revoltante do que a própria existência de um treco desses, só o fato de: a) neguinho ficar delirando com os babacas vestidos no palco, fazendo corinho etc. e b) neguinho dar a porra do prêmio pra um cara vestido de Stormtrooper, que, convenhamos, não é um personagem de videogame! Deveriam ter dado o prêmio pro rapaz que foi de Altair, do &lt;em&gt;Assassin's creed&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ok, passado o drama, o lugar começou a se preparar pro concerto em si. Na espera, passou &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wQg7qOB5Heg"&gt;um videozinho bacana&lt;/a&gt; de pessoas vestidas de Ms. PacMan e dos fantasmas do jogo correndo retardadamente por Nova York.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Enfim, a primeira parte da apresentação não foi de todo mal, em especial porque tinha bastante coisa que eu não vi da primeira vez (como o medley de jogos de fliperama que toca na abertura). O problema é que a gente perdeu tempo demais ouvindo o Tommy Tallarico amigão-da-galera falando baboseiras e querendo interagir com pessoas no palco (que tiveram que jogar um jogo de corrida do &lt;em&gt;Speed racer&lt;/em&gt; e algum &lt;em&gt;Guitar hero pra&lt;/em&gt; ganhar prêmios).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A acústica do Canecão não ajudou e as músicas mais tradicionais do set, como os medleys do Sonic e do Mario soaram meio estranhas. A seleção do setlist, aliás, privilegiou muitos jogos recentes que musicalmente não me dizem muita coisa, tipo &lt;em&gt;God of war&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Mass effect&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Halo&lt;/em&gt; e o ainda inédito (e aparentemente ansiosamente aguardado pelos nerds) &lt;em&gt;Diablo 3&lt;/em&gt;. O melhor dessas músicas era evidenciar o descontrole da nerdada presente, o que era divertido por um lado, mas dava uma certa tristeza por outro. Quer dizer, o que eu vi nessa noite não chegou no nível da gordinha chorando com a música do &lt;em&gt;World of warcraft&lt;/em&gt; no primeiro Video Games Live, mas foi deprimente da mesma forma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Além da orquestra, o evento teve mais uma vez um pianista solo convidado (Horácio!), que subiu duas vezes ao palco e tocou algumas das melhores músicas da noite, como o inesquecível tema da Terra do &lt;em&gt;Final fantasy VI&lt;/em&gt;, o tema principal do &lt;em&gt;Chrono cross&lt;/em&gt; e uma música genial do &lt;em&gt;Super Mario World&lt;/em&gt; que eu não conhecia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O problema é que toda a noite foi permeada por aquele velho sentimento do 'que que eu tô fazendo aqui'. Não que eu tenha problemas em assumir a minha nerdice (quer dizer, eu não tenho o mesmo orgulho nerd de um Bizerrinha, esse nível tá fora da minha escala), mas a presepada tem limites. E, vendo aquela galera urrando, pulando, fazendo corinhos que estragavam as músicas etc., eu comecei a ficar com vontade de ir embora. Talvez eu esteja ficando velho mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O clima desagradável chegou ao ápice no fim, quando os caras previsivelmente foram tocar a &lt;em&gt;One winged angel&lt;/em&gt; do &lt;em&gt;Final fantasy VII&lt;/em&gt; em um 'novo arranjo', que basicamente consistia em mais intervenções da guitarra ridícula do Tommy Tallarico pra arruinar uma música genial (e eu ainda tive que ouvir um nerd idiota dizendo que o cara tocava pracaralho!). Depois, eles tentaram se redimir tocando um medley do &lt;em&gt;Castlevania&lt;/em&gt;, mas a guitarra mais uma vez atrapalhou e o show acabou mesmo num clima de insatisfação.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A melhor descrição do fiasco que foi a noite é que o melhor momento, disparado, foi no intervalo quando eles passaram o vídeo &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=L1YwLI2xEXM"&gt;My childhood in four minutes&lt;/a&gt;, que fez muita gente ali viajar no tempo de uma forma bem mais genuinamente empolgante do que a execução das músicas, que deveriam ter sido apoteóticas, mas foram atrapalhadas pelo som ruim, pelo péssimo apresentador, pela seleção inconsistente da música e, em especial, pelo público.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Video Games Live nunca mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-847032756623872415?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/847032756623872415/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=847032756623872415' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/847032756623872415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/847032756623872415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/quase-arrependido-de-ser-nerd.html' title='(Quase) arrependido de ser nerd'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SO436gBAUMI/AAAAAAAAAE0/bOAJ9-ph4hU/s72-c/VGL_logo.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-6057639669485673761</id><published>2008-10-02T10:42:00.000-07:00</published><updated>2008-10-02T16:12:25.840-07:00</updated><title type='text'>Missão: impossível</title><content type='html'>Primeiramente: Danilo, você é um filho da puta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;Explicação longa e desnecessária da frase anterior, com dois interlúdios:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Esse negócio de neguinho ficar querendo comentário sobre coisas que fizeram é tão natural quanto constrangedor. Mas, ok, quando é alguém que você não conhece muito ou com quem tem pouco contato, dá pra driblar: você dá um risinho, olha pro lado e faz um comentário genérico ou então mente logo descaradamente pra não criar caso. Feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(salvo aquelas raras ocasiões em que você realmente gostou da parada; mas isso é tão improvável que talvez nem seja o caso de entrar em detalhes sobre o assunto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando a pessoa é um amigo, a solução não é tão simples. Especialmente porque você sabe que, muito provavelmente, o cara vai perceber se você apelar na mentira e vai sacar o seu constrangimento se você quiser se esquivar com frases feitas. Depois, é uma merda pra sua auto-avaliação anual ficar pensando em como você foi um babaca porque não teve coragem de ser sincero com alguém tão próximo etc. e tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agravante número um dessa situação é quando você se depara com alguma coisa que está fora da alçada que você domina. Tu fica olhando o troço e pensa 'porra, que que eu vou falar sobre isso?', preocupado em achar algum sentido naquilo mais pra poder dizer algumas palavras minimamente coerentes do que qualquer coisa. Ou seja, nessas horas é praticamente impossível você se relacionar com aquele objeto de uma forma decente, porque sempre tem aquele fantasma do teu amigo lá no fundo te perguntando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'e aí, gostou?'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como a pior coisa que se pode fazer nessas horas é fugir da raia, o ideal é chamar o amigo em questão pra encher a porra da cara e falar algumas coisas em estupor alcoólico, já que a cerveja é reconhecidamente o mais poderoso fator socializante do universo. Mesmo que você acabe falando alguma besteira, no fim da noite, seu camarada vai te dar um abraço e dizer que te ama. E se bobear nem vai se lembrar disso no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas como eu fiz uma promessa e sou um cara íntegro, não vou poder me safar assim. Além do mais, é uma boa oportunidade pra escrever e fingir que eu sou um cara produtivo.&lt;/p&gt;(nota para quem não se chama Danilo Lemos: o assunto todo veio à tona porque o já mencionado filho da puta do momento está gravando um disco. O que é uma coisa genial, mesmo que as músicas fossem a maior merda da eternidade. Ele colocou seis pré-faixas &lt;a href="http://www.myspace.com/danlemos"&gt;no myspace dele&lt;/a&gt; e pediu pros amigos fazerem comentários. É, o cara é chique e tem um myspace com aquele playerzinho bacana só de músicas próprias... mas ninguém me tira o direito de criar a página dele no Rate your music quando o disco ficar pronto!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;É bom lembrar que essas gravações ainda estão longe da sua versão final, tendo apenas a bateria e o baixo oficialmente gravados e mixados na improvisação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bom, antes de passar pro disco em si, vou fazer um 'disclaimer', ou, em tradução livre, tirar o corpo fora, dizendo que a minha base musical é muito diferente da dele, que nossas influências são muito distintas e que eu não tenho autoridade pra analisar um trabalho desse gênero e que a minha opinião não deve ser levada em conta e blá blá blá. Assim facilita.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Fim da explicação. Vamos às músicas.&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252694934264876930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SOVSNnZaD4I/AAAAAAAAAEs/pkhi5I8fYqM/s320/Danilo+Muito+S%C3%A9rio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;"Why so serious?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que eu sempre pensei no Danilo como um MPBeiro: andando por aí dizendo como considera geniais medalhões como &lt;strong&gt;Caetano Veloso&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Gilberto Gil&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Chico Buarque&lt;/strong&gt; (nunca me esqueço o dia em que ele me revelou todo emocionado que não conseguia odiar um cara que fazia uma letra com a palavra escafandristas... hahaha, isso é muito bom); e também gente mais obscura tipo &lt;strong&gt;Luiz Tatit&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Geraldo Vandré&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Itamar Assumpção&lt;/strong&gt;. Coisas que eu passei a maior parte da minha vida ignorando ou rejeitando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, no fim das contas, partindo da minha rasteira intimidade com o universo da MBP (aqui eu falo da MPB-oficial ou da MPB-gênero e não da música popular brasileira como uma coisa ampla), até que eu acho que as músicas têm, talvez, uma perspectiva de certa maneira rockeira, ou seja, que é uma MPB filtrada através de uma peneira rock 'n' roll.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(puta merda... peneira rock 'n' roll; deus salve os blogs, onde podemos escrever asneiras desse naipe)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez isso seja no fundo um reflexo do fato de que esse texto passa pela minha percepção das coisas e que 97% das minhas referências musicais são de rock; então pode ser uma visão distorcida, o que não deixa de ser uma visão genuína.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer jeito, o rock, principalmente dos anos 80, saltou das músicas para os meus ouvidos em diversos momentos, em certas passagens até por motivos inesperados: mais de uma vez, eu fui lembrado do &lt;strong&gt;Cazuza&lt;/strong&gt;, que é um cara que eu sei que não está na lista dos favoritos do Danilo. De qualquer jeito, bandas que vão do &lt;strong&gt;Legião Urbana&lt;/strong&gt; ao &lt;strong&gt;Biquini Cavadão&lt;/strong&gt; passaram pela minha cabeça ao ouvir as músicas. Falando de rock mais recente, tem até uma passagem que me lembrou a música &lt;em&gt;Uma Arlinda mulher&lt;/em&gt; dos &lt;strong&gt;Mamonas Assassinas&lt;/strong&gt; em &lt;em&gt;32 vezes&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra mim, ironicamente, além da música de trabalho &lt;em&gt;Caminhante madrugada&lt;/em&gt;, os destaques são músicas mais lentas como a baladinha &lt;em&gt;Antares&lt;/em&gt;. Tem umas músicas em que eu realmente me perco; não sei se as coisas não estão se encaixando na música ou na minha cabeça (é o caso da já citada &lt;em&gt;32 vezes&lt;/em&gt;, por exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa que eu estranhei nessa história toda é que, de certa forma, o Danilo Lemos (crédito: cantor e compositor) é muito diferente do Danilo (crédito: amigo bêbado no Rosa de Ouro). Fica claro que ele leva a música mais a sério do que, bom, praticamente tudo o que existe na vida por aí. A diferença é tão radical que o Dotto (blogueiro que não posta porra nenhuma) me disse que nem reconheceu a voz das primeiras vezes que ouviu. Talvez isso seja da gravação (que, por não ser definitiva, nem vou comentar por aqui). Ou um reflexo de como ele encara o projeto da gravação de um disco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A verdade é que essa dicotomia MBP/rock 'n' roll causa um efeito interessante pra mim, porque fica um gosto de familiaridade misturado com uma certa estranheza (talvez responsável pelos momentos que eu não 'captei', por assim dizer). Mas as músicas, no geral, são bacanas e, depois de ter ouvido todas umas mil vezes pra escrever esse post interminável, elas não saem da minha cabeça. O que é um bom sinal.&lt;/p&gt;Bom, fica aqui a dica sutil, do tipo 'porra, vão ouvir as músicas do cara, seus inúteis!'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Danilo, você só ganhará negrito no nome quando terminar de gravar a porra do CD!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-6057639669485673761?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/6057639669485673761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=6057639669485673761' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6057639669485673761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6057639669485673761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/10/misso-impossvel.html' title='Missão: impossível'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SOVSNnZaD4I/AAAAAAAAAEs/pkhi5I8fYqM/s72-c/Danilo+Muito+S%C3%A9rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-2300755554931142654</id><published>2008-09-29T12:32:00.000-07:00</published><updated>2008-09-29T13:05:39.968-07:00</updated><title type='text'>Pelo retrovisor</title><content type='html'>Ok, segundo post da série e já vem atrasado. Mas eu tenho bons motivos! Festival do Rio e posts absurdamente longos, então nem vem. Vamos lá ao review da semana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251531351620183746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SOEv8MQl5sI/AAAAAAAAAEE/K7aRfdak0Os/s320/Metal-arte" border="0" /&gt;&lt;strong&gt;Art Metal&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/art_metal/art_metal/"&gt;Art metal&lt;/a&gt; (2007):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liderado pelo baixista sueco &lt;strong&gt;Jonas Hellborg&lt;/strong&gt; (um monstro), o sexteto &lt;strong&gt;Art Metal&lt;/strong&gt; toca uma espécie de fusion metal, em que riffs e levadas bem metal servem de base para jams e improvisações alucinadas. Apesar de o baixo ser a estrela maior do show, o guitarrista &lt;strong&gt;Mattias IA Eklund&lt;/strong&gt; também tem a chance de mostrar suas excepcionais habilidades, particularmente nos solos absolutamente sensacionais. A base pesada das músicas remete a outra banda técnica e instrumental que lançou seu primeiro disco em 2007, o animal &lt;strong&gt;Blotted Science&lt;/strong&gt;, mas a banda sueca também explora sonoridades não-metálicas, como influências de música oriental (&lt;em&gt;Nataraja&lt;/em&gt;) e passagens mais leves e viajantes (&lt;em&gt;The three princes of Serendip&lt;/em&gt;). Às vezes as músicas tendem a se dispersar um pouco, mas é inegável que, quando os caras acertam, o resultado é muito empolgante. Uma curiosidade para os fãs de metal é que nos teclados e na bateria estão os irmãos &lt;strong&gt;Jens&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Anders Johansson&lt;/strong&gt;, responsáveis pelos mesmos instrumentos no &lt;strong&gt;Stratovarius&lt;/strong&gt; e no &lt;strong&gt;Hammerfall&lt;/strong&gt;, respectivamente. E aqui eles mostram que realmente tocam pracaralho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadrinhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251531723934043970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SOEwR3PIj0I/AAAAAAAAAEc/vbTIsRgw5XU/s320/All+Star+Superman+%2312.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;All-Star Superman&lt;/em&gt; #12 (&lt;strong&gt;Grant Morrison&lt;/strong&gt;/&lt;strong&gt;Frank Quitely&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa revista, a melhor história de todos os tempos dos últimos anos do homem de aço chega ao fim. Com roteiros do tresloucado &lt;strong&gt;Grant Morrison&lt;/strong&gt; e desenhos do genial &lt;strong&gt;Frank Quitely&lt;/strong&gt; (dupla responsável por uma das melhores minisséries já publicadas, a genial &lt;em&gt;WE3&lt;/em&gt;), não era de se esperar algo menos que sensacional e os dois cumpriram as expectativas com louvor. &lt;strong&gt;Morrison&lt;/strong&gt; buscou inspiração na era de prata dos quadrinhos, com roteiros alucinados e mais 'inocentes' do que essa praga de quadrinhos 'sérios' e 'adultos' que são publicados hoje em dia. Acontece um pouco de tudo nas histórias e os dois incluem diversos elementos da mitologia do personagem (como quase todos os personagens coadjuvantes clássicos e a grande maioria dos vilões famosos) de maneira inteligente e inusitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se valendo da vantagem de estarem trabalhando com uma série fora da continuidade, as doze edições foram pensadas como histórias individuais que representam também os últimos dias de vida do Super Homem. Uma espécie de analogia com os doze trabalhos de Hércules, a série acompanha Kal-El/Clark Kent completando os desafios que iam surgindo, enquanto se preparava para o fim dos seus dias (anunciado na primeira edição da série). O final, com a despedida do Super Homem da Terra, consegue não ser excessivamente sentimentalóide ao mesmo tempo em que reafirma o papel do personagem como herói e deixa em aberto a possibilidade de novas histórias nessa mesma 'continuidade à parte' que &lt;strong&gt;Morrison&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Quitely&lt;/strong&gt; criaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de dar uma certa tristeza saber que não teremos mais edições dessa história (pelo menos não num futuro próximo), é reconfortante ver que as revistas mensais do último filho de Krypton estão nas boas mãos de &lt;strong&gt;Geoff Johns&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;James Robinson&lt;/strong&gt; (com ótimos desenhos de &lt;strong&gt;Gary Frank&lt;/strong&gt; e do brasileiro &lt;strong&gt;Renato Guedes&lt;/strong&gt;!) e que os dois vêm fazendo um bom trabalho com o personagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora eu quero é ver quem a DC vai colocar no lugar da dupla &lt;strong&gt;Morrison&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Quitely&lt;/strong&gt; nessa revista. Vai ser difícil se manter nesse nível... ah se vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251531612953550098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SOEwLZzUnRI/AAAAAAAAAEU/SPGa8woVWYE/s320/A+mulher+sem+cabe%C3%A7a.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;A mulher sem cabeça&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Lucrecia Martel&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que lançou seu primeiro longa, &lt;em&gt;O pântano&lt;/em&gt;, em 2001, a cineasta argentina &lt;strong&gt;Lucrecia Martel&lt;/strong&gt; se tornou uma das queridinhas do circuito internacional de festivais. &lt;em&gt;A mulher sem cabeça&lt;/em&gt; é o terceiro filme da diretora, em que ela realiza, mais uma vez, um cinema de difícil apreensão à primeira vista, primordialmente sensorial, por vezes confuso, mas muito interessante. Além da grande capacidade de &lt;strong&gt;Lucrecia&lt;/strong&gt; de compor algumas imagens belíssimas e climas tensos, fica evidente o esforço da cineasta em fugir aos caminhos narrativos tradicionais do cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A mulher sem cabeça&lt;/em&gt; acompanha a história de Veronica, uma mulher de família rica do interior da Argentina que atropela alguma alguma coisa em uma estrada. Sem saber se a vítima do acidente foi uma pessoa ou um animal, ela fica tomada pela possibilidade de ter matado um ser humano. O filme traduz em sons e imagens fantasmagóricos a sensação que assombra a protagonista, que não consegue retomar sua vida normal depois do acontecido. A natureza introspectiva e viajante do filme acaba por vezes alienando (e entediando) o espectador, mas é inegável que há vários momentos de grande força e beleza no filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem não procura explicações ou uma história narrada convencionalmente, &lt;em&gt;A mulher sem cabeça&lt;/em&gt; é uma boa pedida (e está no Festival do Rio, mas muito provavelmente vai passar no circuito comercial, então não é nenhuma orbigação vê-lo agora).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251531525123245362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SOEwGSm8hTI/AAAAAAAAAEM/EBleyXJgRcM/s320/%C3%9Altima+parada+174.jpg" border="0" /&gt;&lt;em&gt;Última parada 174&lt;/em&gt; (&lt;strong&gt;Bruno Barreto&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longa-metragem brasileiro selecionado para concorrer a uma vaga no Oscar 2009, &lt;em&gt;Última parada 174&lt;/em&gt; vai chegar ao circuito comercial cercado de expectativas. O filme nasceu a partir de outro filme, o excelente documentário &lt;em&gt;Ônibus 174&lt;/em&gt;, de &lt;strong&gt;José Padilha&lt;/strong&gt; (o mesmo de &lt;em&gt;Tropa de elite&lt;/em&gt;), que tinha o seqüestro do ônibus da linha 174 (dã!) como ponto de partida para analisar a situação de violência que a cidade vive até hoje. Com &lt;em&gt;Última parada 174&lt;/em&gt;, o diretor de &lt;em&gt;Dona Flor e seus dois maridos&lt;/em&gt; e do indicado ao Oscar &lt;em&gt;O que é isso, companheiro?&lt;/em&gt; reconstrói a história de vida do seqüestrador Sandro do Nascimento, acrescentando alguns elementos dramatizados e romantizados, porque, afinal, ninguém é de ferro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a própria proposta de 'refilmar' uma história que já tinha sido tão bem retratada nas telas já parecia meio furada, o olhar sobre a violência urbana carioca também vem se desgastando no cinema desde a realização do documentário &lt;em&gt;Notícias de uma guerra particular&lt;/em&gt;, de &lt;strong&gt;João Moreira Salles&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Kátia Lund&lt;/strong&gt;, em 1999. Então fica a pergunta: qual é o propósito desse filme? A narrativa ficcional criada por &lt;strong&gt;Bruno Barreto&lt;/strong&gt; e pelo roteirista &lt;strong&gt;Bráulio Mantovani&lt;/strong&gt; (o mesmo de &lt;em&gt;Cidade de Deus&lt;/em&gt;...) pouco acrescenta ao que já se viu sobre a vida do menino Sandro (a não ser com as partes possivelmente dramatizadas), e inclusive exclui coisas do documentário que davam uma dimensão mais humana ao personagem (como as aulas de capoeira que ele fazia perto da PUC ou a impressão de menino sensível que as pessoas que conviveram com ele passam nos seus depoimentos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação de um novo personagem, Alê, parece querer arrastar para a trama, de forma meio truncada, um dos depoimentos mais impactantes de &lt;em&gt;Ônibus 174&lt;/em&gt;, do bandido que fala com o rosto coberto por uma meia, ao mesmo tempo em que contrói a dimensão de 'destino' que a tragédia pessoal do sequestrador tem no filme. Para reforçar esse aspecto fatalístico, o filme usa recursos pseudo-poéticos e/ou misteriosos como o esfregar dos dedos do protagonista e os copos que caem, que simplesmente não funcionam. Já o lado 'realista' e 'cru' do filme desaba sob o peso de atuações fracas (com a louvável exceção do jovem protagonista &lt;strong&gt;Michel Gomes&lt;/strong&gt;) e de um diálogo pesado, que tenta ser coloquial, mas nunca consegue deixar de soar exagerado e forçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o filme é todo uma merda? Nem tanto... além da esperada qualidade técnica, ele tem imagens interessantes do Rio de Janeiro, filtradas pela proposta do diretor de 'filmar a pobreza com raiva' ou coisa parecida. O fato é que, ao contrário das produções de grande sucesso sobre o tema, &lt;em&gt;Última parada 174&lt;/em&gt; tem uma construção visual mais crua, menos polida e um olhar minimamente diferente sobre a 'cidade maravilhosa', que aqui é retratada como opressora não só na periferia, mas também no centro (onde o jovem Sandro sobreviveu ao massacre da Candelária) e na própria zona sul (onde acontece o desfecho trágico da história).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que isso é muito pouco pra salvar o filme, em especial porque ele promete o tempo todo um ápice emocional com a chegada iminente da tragédia do ônibus, o que é arruinado no fim por uma série de clichês, montagem extremamente piegas e câmeras lentas desnecessárias. O uso de uma textura diferente, mais próxima do vídeo, para recriar as imagens televisivas do seqüestro também não funciona, não convencendo como substituto para as imagens de arquivo, muito mais poderosas, nem como uma narrativa propriamente ficcional. O filme ainda tenta escapar do estigma de filme-baseado-em-fatos-reais em que já sabemos o fim da história ao inventar uma cena que funciona de adendo para a história do protagonista e que tenta representar uma espécie de possibilidade de rendenção para os personagens que o cercam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que a questão da justificativa dos atos de Sandro através de uma vitimização (que porra de palavra é essa?) do rapaz, que já está em discussão ardente em blogs, mesas de bar e portas de cinemas, me parece meio babaca, afinal de contas o garoto não é mostrado no filme como inocente, inclusive rejeitando ou deixando passar oportunidades de recuperação/redenção e entrando por suas próprias ações no caminho que o levou ao fatídico seqüestro do ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais que isso, toda essa questão fica mesmo em segundo plano frente à fragilidade do filme, que simplesmente não tem força cinematográfica pra amplificar o debate e, como fizeram seus predecessores espirituais &lt;em&gt;Cidade de Deus&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Tropa de elite&lt;/em&gt;, romper a sala de cinema para chegar à sociedade de forma mais ampla.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-2300755554931142654?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/2300755554931142654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=2300755554931142654' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/2300755554931142654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/2300755554931142654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/pelo-retrovisor_29.html' title='Pelo retrovisor'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SOEv8MQl5sI/AAAAAAAAAEE/K7aRfdak0Os/s72-c/Metal-arte' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-7630740913714222857</id><published>2008-09-26T08:54:00.000-07:00</published><updated>2008-09-26T09:29:34.040-07:00</updated><title type='text'>Feliz metal</title><content type='html'>Heavy metal e natal não são exatamente duas coisas que se misturam com muita freqüência. Imagina o Papai Noel vestido de couro vermelho e dando agudinhos de &lt;strong&gt;André Matos&lt;/strong&gt;. Melhor ainda, cabeludão, todo tatuado e urrando feito &lt;strong&gt;Chris Barnes&lt;/strong&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada disso impediu que a gravadora Armoury Records organizasse o CD &lt;em&gt;We wish you a metal xmas and a headbanging new year&lt;/em&gt;!, em que músicos de hard rock e metal tocam versões pesadas de clássicos natalinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5250365279929036946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SN0LZ4s28JI/AAAAAAAAAD8/j0RykeIEDO0/s320/Natal+metal.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Um dos idealizadores da parada foi o ex-guitarrista do &lt;strong&gt;Kiss&lt;/strong&gt; (quem mais poderia pensar em algo tão picareta e cara de pau?) &lt;strong&gt;Bruce Kulick&lt;/strong&gt;, que juntou uma lista impressionante que inclui gente como &lt;strong&gt;Alice Cooper&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Lemmy&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Dave Grohl&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Dio&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Tony Iommi&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Ripper Owens&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Chuck Billy&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Scott Ian&lt;/strong&gt;, entre (muitos) outros. Porra, estou certo de que ouvir o &lt;strong&gt;Chuck Billy&lt;/strong&gt; cantando &lt;em&gt;Silent night&lt;/em&gt; vai ser um dos ápices da minha existência (em especial se ele colocar urros de death metal no meio da música).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por algum motivo, o disco vai sar na data aleatória de 14 de outubro, e não nas festas de fim de ano. De qualquer jeito, no meu natal vai tocar essa joça aí, com certeza.&lt;/p&gt;Pra quem quiser ouvir um sample, a versão do trio &lt;strong&gt;Lemmy&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Billy Gibbons&lt;/strong&gt; (guitarrista do &lt;strong&gt;ZZ Top&lt;/strong&gt;) e &lt;strong&gt;Dave Grohl&lt;/strong&gt; para a música &lt;em&gt;Run, Rudolph, run&lt;/em&gt; (canção natalina sobre uma das renas do Papai Noel popularizada em versão rock 'n' roll pelo vovô &lt;strong&gt;Chuck Berry&lt;/strong&gt;) está &lt;a href="http://www.myspace.com/metalchristmas"&gt;no myspace do CD&lt;/a&gt;. Diversão total.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-7630740913714222857?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/7630740913714222857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=7630740913714222857' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/7630740913714222857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/7630740913714222857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/feliz-metal.html' title='Feliz metal'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SN0LZ4s28JI/AAAAAAAAAD8/j0RykeIEDO0/s72-c/Natal+metal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-1507180146400277291</id><published>2008-09-24T14:39:00.001-07:00</published><updated>2008-09-25T08:49:50.808-07:00</updated><title type='text'>Post scriptum para posts de quadrinhos</title><content type='html'>Bom, falando de quadrinhos e links, não sei se alguém se deu ao trabalho de ler meus posts, devido à enorme quantidade de comentários que vêm aparecendo no blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enfim, achei informações complementares interessantes sobre assuntos já citados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem já leu ou ficou interessado em ler a revista &lt;em&gt;Local&lt;/em&gt;, o site &lt;a href="http://www.comicbookresources.com/"&gt;Comic book resources&lt;/a&gt; publicou &lt;a href="http://www.comicbookresources.com/?page=article&amp;amp;id=18181"&gt;um comentário página-a-página&lt;/a&gt; feito pela dupla artista e desenhista, &lt;strong&gt;Brian Wood&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Ryan Kelly&lt;/strong&gt;, sobre a edição #6 (que se passa no Brooklyn). Além de ser uma boa oportunidade de se ler um número inteiro da revista sem recorrer a downloads ilegais, é mais uma chance de acompanhar o processo criativo por trás de uma das melhores séries dos últimos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em &lt;strong&gt;Brian Wood&lt;/strong&gt;, o site &lt;a href="http://www.newsarama.com/"&gt;Newsarama&lt;/a&gt; disponibilizou esses dias &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/090824-Demopart4.html"&gt;a última parte da série Doing the Demo&lt;/a&gt;, sobre a criação do primeiro volume da revista &lt;em&gt;Demo&lt;/em&gt; com a artista &lt;strong&gt;Becky Cloonan&lt;/strong&gt;. Essa também entra facilmente na lista das melhores coisas que eu li de quadrinhos dos últimos anos, então vale ler a revista e a série de entrevistas com o escritor. A dupla está preparando mais seis edições da série, que vão ser publicadas pelo selo Vertigo da DC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem curtiu a capa que eu postei do Justiceiro ou ficou interessado na obra do artista &lt;strong&gt;Tim Bradstreet&lt;/strong&gt; (que também já foi responsável pelas capas da &lt;em&gt;Hellblazer&lt;/em&gt;), o &lt;a href="http://www.newsarama.com/"&gt;Newsarama&lt;/a&gt; também está colocando no ar uma entrevista &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/090822-Bradstreet1.html"&gt;em&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/090824-Bradstreet2.html"&gt;várias&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.newsarama.com/comics/090825-Bradstreet3.html"&gt;partes&lt;/a&gt; com o cara, que começou ilustrando livros de RPG (tipo &lt;em&gt;Shadowrun&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Vampire&lt;/em&gt;) e já tem 20 anos de carreira. Coincidentemente ou não, ele aborda o tema do fotorrealismo que eu citei outro dia. Detalhe metal: o cara desenhou a capa do último CD do &lt;strong&gt;Iron Maiden&lt;/strong&gt;, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/iron_maiden/a_matter_of_life_and_death/"&gt;A matter of life and death&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, finalmente, leiam e divulguem a porra da minha revista! &lt;a href="http://mundooi2.oi.com.br/quadrinhoshome/"&gt;&lt;em&gt;A corporação&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;! Porra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-1507180146400277291?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/1507180146400277291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=1507180146400277291' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1507180146400277291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1507180146400277291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/post-scriptum-para-posts-de-quadrinhos.html' title='Post scriptum para posts de quadrinhos'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-560529016719278153</id><published>2008-09-23T08:10:00.000-07:00</published><updated>2008-09-23T13:15:29.756-07:00</updated><title type='text'>Link de quadrinhos (porque eu tô sem saco pra pensar num título engraçadinho)</title><content type='html'>O blog &lt;a href="http://goodcomics.comicbookresources.com/"&gt;Comics should be good&lt;/a&gt;, do site &lt;a href="http://www.comicbookresources.com/"&gt;Comic book resources&lt;/a&gt;, é um dos lugares mais legais pra ler comentários e resenhas de quadrinhos publicados nos Estados Unidos. Além dos posts regulares, os caras vivem fazendo listinhas interessantes de tópicos gerais e sempre dá pra descobrir alguma coisa nova lendo os textos desse pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o 'chefe' do site, Brian Cronin, está publicando uma série de posts entitulados &lt;a href="http://goodcomics.comicbookresources.com/2008/09/01/a-month-of-art-stars-archive/"&gt;A month of art stars&lt;/a&gt;, que fala todo dia sobre um artista diferente, em geral excluindo da lista aqueles nomes que todo mundo já conhece e já gosta. Um dos pontos positivos dessa série é que, além de comentar os motivos pelos quais o artista em questão entrou na seleção, o cara inclui 'amostras' de arte, dando exemplos dos argumentos que ele utiliza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://goodcomics.comicbookresources.com/2008/09/21/a-month-of-art-stars-kevin-huizenga/"&gt;Um dos posts mais recentes&lt;/a&gt; foi sobre o artista &lt;strong&gt;Kevin Huizenga&lt;/strong&gt;, que eu sinceramente desconheço, e que escreve e desenha com quadrinhos independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse post, o cara coloca uma história em quadrinhos inteira, curtinha, de cinco páginas, que é sensacional. O tema é viagem no tempo e é muito irado como a arte do cara vai reproduzindo a teoria do protagonista sobre o assunto em imagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que significa mais quadrinhos pra lista interminável que eu tenho que ler algum dia...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-560529016719278153?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/560529016719278153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=560529016719278153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/560529016719278153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/560529016719278153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/link-de-quadrinhos-porque-eu-t-sem-saco.html' title='Link de quadrinhos (porque eu tô sem saco pra pensar num título engraçadinho)'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-1755974152300901052</id><published>2008-09-20T07:37:00.000-07:00</published><updated>2008-09-20T08:26:14.686-07:00</updated><title type='text'>Pelo retrovisor</title><content type='html'>Essa é a minha nova tentativa de fazer posts minimamente regulares. Sempre no fim de semana, eu vou (quem sabe, talvez) postar sobre coisas novas que vi/ouvi/li/etcetal nos últimos sete dias para o deleite de nossos três leitores. Vamos ver se dá certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248116515083710930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNUOKi1s8dI/AAAAAAAAAD0/Lh77NOSTLEQ/s320/%C3%8Axtase+t%C3%A9cnico.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Black Sabbath&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/black_sabbath/technical_ecstasy/"&gt;Technical ecstasy&lt;/a&gt; (1976):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geralmente considerado o disco em que o quarteto de Birmingham deixou a peteca de metal cair, o sétimo álbum de estúdio da banda é também o primeiro em que eles tentam ser descaradamente comerciais. O resultado? Bizarrices como &lt;em&gt;Rock 'n' roll doctor&lt;/em&gt; (os vocais esganiçados de &lt;strong&gt;Ozzy&lt;/strong&gt; estão a toda nessa faixa), &lt;em&gt;She's gone&lt;/em&gt; e a pavorosa &lt;em&gt;It's alright&lt;/em&gt;, certamente um dos piores momentos da longa história da banda (com direito a vocais toscos do baterista &lt;strong&gt;Bill Ward&lt;/strong&gt;, que, coincidentemente ou não, tem uma voz meio &lt;strong&gt;Ringo Starr&lt;/strong&gt;). Outra coisa meio estranha é o título, já que, apesar das influências 'progressivas' que o &lt;strong&gt;Sabbath&lt;/strong&gt; vinha mostrando desde os dois discos anteriores, nada aqui chega perto de um 'êxtase técnico'. É verdade que a banda tem seus momentos de redenção, como a faixa de abertura &lt;em&gt;Back street kids&lt;/em&gt;, que antecipa os riffs galopantes a la &lt;strong&gt;Iron Maiden&lt;/strong&gt;, a pesadinha (mas não muito inspirada) &lt;em&gt;You won't change me&lt;/em&gt; e a parte instrumental de &lt;em&gt;Dirty women&lt;/em&gt;, com uns bons riffs e um belo solo do &lt;strong&gt;Tony Iommi&lt;/strong&gt;. O que não salva o álbum de ser bem fraquinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248116410100757394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNUOEbv0M5I/AAAAAAAAADs/vjHoiZRD670/s320/Sonho+mau.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Dio&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/dio/dream_evil/"&gt;Dream evil&lt;/a&gt; (1987):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quarto disco de estúdio da banda solo do baixinho ex-&lt;strong&gt;Rainbow&lt;/strong&gt; e ex-&lt;strong&gt;Black Sabbath&lt;/strong&gt; confirma o que já tinha ficado aparente no álbum anterior: a essa altura, o grupo já tinha se dado por satisfeito em reproduzir a fórmula de sucesso dos primeiros discos, só que com uma roupagem mais comercial. Os tecladinhos safados anos 80 dominam grande parte do disco, tornando as músicas mais inofensivas e pouco metálicas, o que chega a ser meio absurdo quando a banda é capitaneada pela voz do &lt;strong&gt;Dio&lt;/strong&gt; (uma das coisas mais metal do universo) e ainda tem o &lt;strong&gt;Vinnie Appice&lt;/strong&gt; na bateria, o que é facilmente um dos destaques do disco. Pra piorar, as composições são metal/hard rock anos 80 dos mais genéricos, sem nenhuma faixa de grande destaque pra salvar a pátria e, pior, todo bom riff que dá as caras vem acompanhado na seqüência de um refrão de rádio banal. No todo, um disco medíocre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248116220610988466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNUN5Z17ybI/AAAAAAAAADc/hzYsDBlyM60/s320/Servos+da+feiti%C3%A7aria.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Fimbulwinter&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/fimbulwinter/servants_of_sorcery/"&gt;Servants of sorcery&lt;/a&gt; (1994):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mitologia nórdica, Fimbulwinter é o prelúdio do Ragnarok; e é também uma banda paralela de black metal cruzão do &lt;strong&gt;Shagrath&lt;/strong&gt; do &lt;strong&gt;Dimmu Borgir&lt;/strong&gt; (da época do debú &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/dimmu_borgir/for_all_tid/"&gt;For all tid&lt;/a&gt;). Previsivelmente mal gravado e mal tocado, o disco tenta ir naquela direção do tom épico e malvado de &lt;strong&gt;Darkthrone&lt;/strong&gt; e cia. e os elementos todos do estilo estão lá: vocais rasgadões, instrumentação desleixada, muito barulho etc., mas faltou inspiração nos riffs. A atmosfera ameaçadora é criada desde o início, com uma introdução com sinos e ruídos tão ou mais assustadores que as próprias músicas, mas a banda não sai daquelas formulinhas clássicas do estilo tipo faixas longas, lentas e sinistras vs. músicas curtas e rapidinhas meio punks (tem até um cover de &lt;strong&gt;Celtic Frost&lt;/strong&gt; pra não deixar nenhuma dúvida nas influências). Destaque para nomes sensacionais de faixas como &lt;em&gt;When the fire leaps from the ash mountain&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Black metal storm&lt;/em&gt; (possivelmente as duas melhores músicas do disco). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248116036144596802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNUNuqpuB0I/AAAAAAAAADU/Vr0Vy7eLmCQ/s320/Gra%C3%A7a.jpg" border="0" /&gt; &lt;strong&gt;Jeff Buckley&lt;/strong&gt; - &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/jeff_buckley/grace/"&gt;Grace&lt;/a&gt; (1994):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho do cantor e compositor americano &lt;strong&gt;Tim Buckley&lt;/strong&gt; (que começou a carreira nos anos 60 e morreu novinho), &lt;strong&gt;Jeff Buckley&lt;/strong&gt; parecia ter o mundo aos seus pés quando lançou esse disco, seu debú, em meados dos anos 90. Elogiado por deus e o mundo, incluindo gente como &lt;strong&gt;Jimmy Page&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Robert Plant&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Bob Dylan&lt;/strong&gt;, o garoto tinha uma voz espetacular e uma veia rockeira que dava ao seu estilo singer-songwriter algo de diferente. Infelizmente, o cara não seguiu os passos do pai só na música e morreu antes de lançar o segundo disco (existe uma versão incompleta lançada postumamente), virou lenda e é reverenciado e citado como influência por bandas como &lt;strong&gt;Radiohead&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Muse&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Porcupine Tree&lt;/strong&gt;. E o disco? É realmente muito bom, em especial porque a voz o cara é tão sinistra e versátil que mesmo as músicas mais fracas se tornam passáveis. Não que o disco não tenha grandes momentos, como a grandiosa faixa título, a pesada e funkeada &lt;em&gt;Eternal life&lt;/em&gt; e o maravilhoso cover da &lt;em&gt;Hallelujah&lt;/em&gt; do &lt;strong&gt;Leonard Cohen&lt;/strong&gt;. Talvez o álbum realmente dependa demais da voz de &lt;strong&gt;Buckley&lt;/strong&gt; pra ser considerado genial, mas é uma pena que o rapaz tenha morrido tão cedo, porque não é qualquer Zé Mané que lança um debú com tanta personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadrinhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5248115647029852114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNUNYBFiN9I/AAAAAAAAADE/ns3JUxATBeI/s320/Punisher+%2358.jpg" border="0" /&gt; &lt;em&gt;The Punisher&lt;/em&gt; #58-60 (&lt;strong&gt;Garth Ennis&lt;/strong&gt;/&lt;strong&gt;Goran Parlov&lt;/strong&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas são as três últimas edições da lendária era &lt;strong&gt;Garth Ennis&lt;/strong&gt; à frente da revista mensal do Justiceiro. Depois de escrever 37 números da série anterior do personagem, no selo Marvel Knights (que era basicamente uma sátira do gênero super herói em que Frank Castle esculhambava com os personagens que passavam pela revista), Ennis inaugurou a linha Marvel MAX, para um público adulto, com essa série (também chamada de &lt;em&gt;Punisher MAX&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As histórias eram bem mais violentas, sem nenhuma menção aos heróis da Marvel, e o Justiceiro era pouco mais que uma força da natureza que atropelava quem cruzava seu caminho. Seguindo a regra básica de que 'ninguém sobrevive a um encontro com o Justiceiro', &lt;strong&gt;Ennis&lt;/strong&gt; foi criando e matando uma série de personagens inesquecíveis (incluindo o vilão Barracuda, único que quebrou a regra e cruzou o caminho do personagem duas vezes), o que é um dos elementos mais geniais da série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fim, com a história &lt;em&gt;Valley Forge, Valley Forge&lt;/em&gt; é impressionante principalmente porque ela amarra todas as 60 edições de uma forma tão natural que parece fácil. Aliás, ela ainda amarra a pontas dos especiais e minisséries escritas pelo &lt;strong&gt;Ennis&lt;/strong&gt; sobre o Justiceiro no selo MAX, em especial a maravilhosa &lt;em&gt;Born&lt;/em&gt;, sobre a passagem de Frank Castle pela guerra do Vietnã. Uma revista tão genial que eu nem vou me dar ao trabalho de ler as novas edições escritas por outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(a boa notícia é que já está planejada uma minissérie do Justiceiro escrita pelo &lt;strong&gt;Ennis&lt;/strong&gt; no estilo da fase Marvel Knights).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os parceiros de &lt;strong&gt;Ennis&lt;/strong&gt; na arte foram sensacionais: &lt;strong&gt;Lewis Larosa&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Leandro Fernandez&lt;/strong&gt; (que melhorou - e muito - nos últimos arcos que desenhou), &lt;strong&gt;Doug Braithwaite&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Lan Medina&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Howard Chaykin&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Goran Parlov&lt;/strong&gt;. As capas de &lt;strong&gt;Tim Bradstreet&lt;/strong&gt;, apesar de um pouco repetitivas, também foram uma verdadeira marca registrada da série (ele também desenhava as capas da era Marvel Knights).&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-1755974152300901052?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/1755974152300901052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=1755974152300901052' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1755974152300901052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1755974152300901052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/pelo-retrovisor.html' title='Pelo retrovisor'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNUOKi1s8dI/AAAAAAAAAD0/Lh77NOSTLEQ/s72-c/%C3%8Axtase+t%C3%A9cnico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-7977824474738795244</id><published>2008-09-18T06:14:00.000-07:00</published><updated>2008-09-26T09:28:03.554-07:00</updated><title type='text'>Pirataria</title><content type='html'>Não, esse não é um post sério sobre ações contra a pirataria ou sobre como eu consigo ouvir tantos CDs obscuros para depois escrever comentários desnecessários nesse blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é um post sobre o mais novo gênero musical em ascensão: o pirate metal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todo mundo sabe (ou pelo menos todo mundo com bom gosto sabe), os pioneiros do metal piratesco vêm da Alemanha: o grupo &lt;strong&gt;Running Wild&lt;/strong&gt;, liderado pelo lendário e pitoresco &lt;strong&gt;Rolf Kasparek&lt;/strong&gt; (no início da carreira também conhecido como &lt;strong&gt;Rock ‘n’ Rolf&lt;/strong&gt;... hahahahahahaha) começou a escrever músicas sobre piratas, sete mares, batalhas navais etc. em 1987, com o álbum &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/running_wild/under_jolly_roger/"&gt;Under Jolly Roger&lt;/a&gt;. De lá pra cá, ainda não pararam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os clássicos da pirataria musical da banda estão as músicas &lt;em&gt;Under Jolly Roger&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Diamonds of the black chest&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Port Royal&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Conquistadores&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Riding the storm&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Tortuga Bay&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Whirlwind&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Lead or gold&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Jenning’s revenge&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Treasure island&lt;/em&gt; (baseada no livro homônimo de &lt;strong&gt;Robert Louis Stevenson&lt;/strong&gt;), &lt;em&gt;The privateer&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;The ballad of William Kidd&lt;/em&gt; (putaqueopariu, que música foda!) e &lt;em&gt;Pirate song&lt;/em&gt; (não sei como eles demoraram tanto tempo pra gravar uma música com esse nome).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(pra quem não percebeu, o &lt;strong&gt;Running Wild &lt;/strong&gt;é, tipo, a banda mais foda, tipo, everrr)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, agora, finalmente alguma justiça divina permitiu que aparecessem bandas que são verdadeiros discípulos do metal piratástico alemão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira banda de que eu tive notícia vem da Escócia e, pelamordedeus, pirate metal escocês é praticamente o céu na terra. Primeiramente chamados &lt;strong&gt;Battleheart&lt;/strong&gt;, os caras foram ainda mais geniais e mudaram o nome pra &lt;strong&gt;Alestorm&lt;/strong&gt;, adicionando cerveja ao nome e conquistando precocemente seu lugar no rol das bandas imortais do heavy metal. Esse ano, lançaram o debú &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/alestorm/captain_morgans_revenge/"&gt;Captain Morgan’s revenge&lt;/a&gt; (que eu ainda não ouvi, mas deve ser ultramegaokfodaço).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247351089332776802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNJWA5twb2I/AAAAAAAAAC0/vvfMV8tMAfQ/s320/A+vingan%C3%A7a+do+capit%C3%A3o+Morgan.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Agora, surge a banda finlandesa &lt;strong&gt;Cast Iron&lt;/strong&gt; (nunca vou entender como um país tão obscuro como a Finlândia rende tanta banda de metal), que proclama aos sete ventos sua idolatria pelo &lt;strong&gt;Running Wild&lt;/strong&gt;. Até hoje, eles lançaram só um EP chamado &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/ep/cast_iron/leather_and_metal/"&gt;Leather and metal&lt;/a&gt; e não podemos encontrar nenhuma menção a pernas de pau, ganchos, tapa-olhos, papagaios ou motins nos nomes das músicas, mas a declaração de amor a &lt;strong&gt;Kasparek&lt;/strong&gt; e cia. indica que isso não pode estar muito além do horizonte dos caras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5247351275035720898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNJWLtgyfMI/AAAAAAAAAC8/UuRtYR3B4bs/s320/Couro+e+metal.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Então, façamos uma apelo para a comunidade metálica internacional para que surjam mais bandas de pirate metal, assim arruinando um estilo que, por ter só um representante durante mais de 15 anos, nem poderia ser considerado um estilo, muito menos ser arruinado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-7977824474738795244?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/7977824474738795244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=7977824474738795244' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/7977824474738795244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/7977824474738795244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/pirataria.html' title='Pirataria'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNJWA5twb2I/AAAAAAAAAC0/vvfMV8tMAfQ/s72-c/A+vingan%C3%A7a+do+capit%C3%A3o+Morgan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-1837235129949309475</id><published>2008-09-17T07:42:00.000-07:00</published><updated>2008-09-17T08:57:44.161-07:00</updated><title type='text'>Fotoneorealismo</title><content type='html'>Nos quadrinhos de super herói atuais, existe um grupo de artistas que tem uma grande influência do fotorealismo, escola de arte dos anos 60 e 70 que propunha a realização de obras feitas a partir de fotografias. O quadro não existe sem uma foto, que serve como imagem-base mesmo para a pintura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas revistinhas, os artistas que se valem dessa proposta usam como modelos para os personagens e ambientações fotos de pessoas e lugares, fazendo uma 'versão desenhada' ou 'retrabalhada' dessas imagens, o que dá uma aparência mais real e naturalista para os desenhos (ao contrário da escola tradicional dos super-heróis, capitaneada pelo desenhista/escritor &lt;strong&gt;Jack Kirby&lt;/strong&gt;, que procurava dar uma dimensão grandiosa à arte através de traços e enquadramentos não-realistas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artistas como &lt;strong&gt;Alex Ross&lt;/strong&gt; (provavelmente o inspirador de toda essa tendência), &lt;strong&gt;Greg Land&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Salvador Larroca&lt;/strong&gt;, e os brasileiros &lt;strong&gt;Luke Ross&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Mike Deodato Jr.&lt;/strong&gt; são alguns exemplos de gente que já usou esse tipo de influência em seus trabalhos. Mais recentemente, o canadense &lt;strong&gt;Dave Sim&lt;/strong&gt;, criador do &lt;em&gt;Cerebus&lt;/em&gt; (a revista em quadrinhos com mais edições em língua inglesa de todos os tempos), lançou a série &lt;em&gt;Glamourpuss&lt;/em&gt;, que retrata o mundo da moda através de arte fotorealista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos críticos de quadrinhos atacam essa proposta, argumentando que ela é pouco mais que um atalho para facilitar a vida dos artistas, já que eles não têm o trabalho de 'criar' os desenhos, mas sim 'recriá-los' ou 'adaptá-los'. Muitas vezes, o que se vê na revista não é nem desenhado propriamente, mas sim uma imagem alterada no computador a partir das fotos em programas específicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, é interessante ler &lt;a href="http://www.comicbookresources.com/?page=article&amp;amp;id=18081"&gt;o ensaio do artista &lt;strong&gt;Ryan Kelly&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; sobre o processo de criação da revista &lt;em&gt;Local&lt;/em&gt; (cuja edição #3 foi tema de &lt;a href="http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/03/local-3.html"&gt;um post do Dotto&lt;/a&gt;), que tem como base a proposta de ambientar cada número em uma cidade diferente dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais legal da idéia do cara é que, apesar de não abrir mão das fotos como referência para a arte (já que uma das maiores preocupações dele era ser fiel às cidades que ele desenhava), o objetivo era partir da história em primeiro lugar. Ou seja, apesar de as fotos serem uma parte intrínseca do processo de criação da revista (nesse caso, apenas na parte dos cenários, não dos personagens), ela está subordinada às necessidades dos personagens e da narrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo disso é o fato de ele dizer que, quando não tinha uma foto na escala ou enquadramento que ele pretendia para contar a história, ele se impunha a obrigação de desenhar o quadro do zero, usando as fotos como referência e não como base para o desenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um caminho interessante, porque assume totalmente o papel das imagens de referência, mas reforça que o trabalho do artista não pode se subordinar ao material que ele toma de ponto de partida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-1837235129949309475?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/1837235129949309475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=1837235129949309475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1837235129949309475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1837235129949309475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/fotoneorealismo.html' title='Fotoneorealismo'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-5076405155332505401</id><published>2008-09-15T21:09:00.000-07:00</published><updated>2008-09-15T21:34:24.683-07:00</updated><title type='text'>It's alive!</title><content type='html'>A primeira edição da revista em quadrinhos que eu criei junto com meu amigo nerd Alvaro, &lt;a href="http://mundooi2.oi.com.br/quadrinhoshome/"&gt;está online&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246469871077021810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SM80jP5V2HI/AAAAAAAAABo/IJ5qDGPrrxs/s320/Corporation+Society.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;O título da parada é &lt;em&gt;A corporação&lt;/em&gt; e trata de um grupo de pessoas com super poderes que são organizadas como uma força mercenária. Eu poderia entrar em detalhes em relação à trama, personagens etc. e tal, mas no fundo é tudo uma desculpa pra pensarmos em cenas bizarras de ação, para criarmos personagens com habilidades e nomes esdrúxulos e principalmente para realizarmos o sonho de todo adolescente, que é escrever uma história em quadrinhos de super heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, sim, eu sei que ninguém lê esse maldito blog, mas de qualquer jeito eu me sentiria mal se não postasse isso aqui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bom, se alguém cair nessa página por acaso, procurando uma combinação improvável de palavras no Google ou tentando baixar discos obscuros de metal, pós-rock ou coisas sobre as quais a gente escreve (quando escreve), entra na página e lê a revista, vai... é de grátis, então não tem desculpa!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-5076405155332505401?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/5076405155332505401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=5076405155332505401' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5076405155332505401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5076405155332505401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/its-alive.html' title='It&apos;s alive!'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SM80jP5V2HI/AAAAAAAAABo/IJ5qDGPrrxs/s72-c/Corporation+Society.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-5621962906033314997</id><published>2008-09-15T18:11:00.000-07:00</published><updated>2008-09-18T04:21:23.429-07:00</updated><title type='text'>Grizzly Bear</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SM8NMZNnBWI/AAAAAAAAABk/XF1jk3Fic_o/s1600-h/Horn+of+Plenty.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SM8NMZNnBWI/AAAAAAAAABk/XF1jk3Fic_o/s320/Horn+of+Plenty.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246426597487478114" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Diz aí assim: O Grizzly Bear é uma banda fantástica. Não me lembro exatamente como ouvi falar deles, mas me recordo de tê-la visto pela primeira vez associada ao pós-rock, e com algum tipo de referência ao &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:gifoxqwkldae"&gt;Sigur Rós&lt;/a&gt;. Pra falar a verdade, achava que o Eddaih que tinha me falado dela. Porém, ao comentar com ele minha descoberta, ele não soube de que estava falando e, portanto, pulo essa etapa e trato o meu segundo contato com eles como o primeiro encontro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com dois discos lançados, os excelentes &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/grizzly_bear/horn_of_plenty/"&gt;Horn of Plenty&lt;/a&gt; (2004) e &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/grizzly_bear/yellow_house/"&gt;Yellow House&lt;/a&gt; (2006), tomam um direcionamento um pouco tangente à curva comum do pós-rock – por mais larga e abrangente que essa possa ser. Evidentemente mais intimista e menos pomposo que seus colegas mais conhecidos, o GB pode ser definido como uma banda de folk ou country eletrônico, o que acabou lhes valendo um contrato com a &lt;a href="http://www.warprecords.com/"&gt;Warp Records&lt;/a&gt;, uma gravadora essencialmente de musica eletrônica – até onde sei, outra banda, só o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:kxfoxqe5ldde"&gt;Tortoise&lt;/a&gt;, que teve o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=10:d9ftxqu0ldfe"&gt;Standards &lt;/a&gt;também lançado pela gravadora – famosa por ter em seu cast alguns heróis eletrônicos como o &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:kxfoxqw5ldje"&gt;Aphex Twin&lt;/a&gt;,  e &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:w9foxqw5ld0e"&gt;LFO&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oriundos dos EUA, a terra prometida da tecnologia e do progresso, o som “retrô” da banda é sua característica mais marcante, não no sentido de se fazer um som de outra década ou meio datado, mas por optarem por uma produção menos cristalina. Já nos primeiros tons, efeitos (de muitos) e primeiros acordes de guitarra, fica evidente o approach lo-fi pós-rockista do Grizzly Bear em seu disco de estréia. Uma sonoridade realmente impressionante, ainda mais posto que surgiu praticamente dos esforços caseiros do líder Edward Droste. Ouvir as já clássicas Deep Sea Diver, Don´t ask, Shift é uma experiência estética única, seja pelos vocais sobrepostos, a voz meio sussurrada, o (des)tratamento da produção, o som gramofônico, a miríade de efeitos e instrumentos virtuais, cristais binários, flautas digitais e defeitos propositais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, a banda surgiu apenas nos estágios finais de sua gravação, o que acabou por gerar dois discos bastante diferentes em termos de composições e arranjos. Comparado a ele – ao debú –, seu segundo lançamento, apesar do certo consenso de que representa um grande avanço na sonoridade da banda, parece mais uma troca, do intimismo sem lim&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SM8NWkNA2aI/AAAAAAAAABs/f4AkxvkTC1A/s1600-h/Yellow+House.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SM8NWkNA2aI/AAAAAAAAABs/f4AkxvkTC1A/s320/Yellow+House.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246426772236458402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ites por composições mais arrojadas, mais arranjadas, ainda lo-fi, mas muito mais suave e aberto. Também pudera, agora existia uma banda. Não, eles – ou ele – não se venderam. Pelo contrário, continuam gélidas suas músicas, idílicas, mas trocaram o clima de noite fria na lareira enrolado num cobertor pela manhã gelada e nublada nas montanhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem interessante se comparar os dois álbuns, já que parecerem seguir um direcionamento oposto. Enquanto o Yellow House vai da banda aos efeitos, por vezes se assemelhe a um som sessentista – às vezes meio Pink Floyd, às vezes meio Beatles, às vezes meio Beach Boys – trabalhado eletronicamente, o Horn of Plenty está mais pra um disco eletrônico, com guitarras sem distorção adicionadas posteriormente ou, no mínimo, concomitantemente. Enquanto este está mais para um monólogo, aquele é mais dialogado. Um é mais denso, saturado, frio, evocativo, desolado, idílico, assustador e escuro. O outro é mais alegre?, rápido?, quente?, urbano?, claro? Só se comparado ao primeiro. Por vezes se tem a sensação de flashback ao se ouvir o Yellow House – experimente ouvir a fantástica Knife e seus adendos eletrônicos, os efeitos sussurrantes e uivantes, os canticozinhos macabros que se somam ao corinho e me diga se o Horn of Plenty não volta à mente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos já referidos álbuns, o GB tem ainda lançado o não exatamente deles &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=10:fifrxqtdldhe"&gt;Horn of Plenty, the Remixes&lt;/a&gt; (2005), que é o Horn of Plenty... ééé... beeem... de remixes – aparentemente foram “adotados” por seus colegas de gravadora –, do qual, de repente, algum dia, falo sobre – depois de tê-lo ouvido melhor –, um EP de 11 faixas, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/ep/grizzly_bear/friend_ep/"&gt;Friend&lt;/a&gt; (2007), do qual não posso falar sobre por não tê-lo ouvido ainda, um single, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/single/grizzly_bear/knife/"&gt;Knife &lt;/a&gt;(2007), ao qual também não ouvi, uma demo, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/ep/grizzly_bear/sorry_for_the_delay/"&gt;Sorry for the Delay&lt;/a&gt; (2006), lançada posteriormente, e um disco vindouro, ou seja, ainda por vir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Grizzly Bear é formado por Edward Droste (Voz/Guitarra), Christopher Bear (Bateria/Vocal), Daniel Rossen (Voz/Guitarra) e Christopher Taylor (Baixo/Flautas/Eletrônicos/Vocal)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-5621962906033314997?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/5621962906033314997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=5621962906033314997' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5621962906033314997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5621962906033314997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/grizzly-bear.html' title='Grizzly Bear'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SM8NMZNnBWI/AAAAAAAAABk/XF1jk3Fic_o/s72-c/Horn+of+Plenty.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-8971328100005413638</id><published>2008-09-13T10:39:00.000-07:00</published><updated>2008-09-13T11:13:50.304-07:00</updated><title type='text'>Plataforma: metal</title><content type='html'>Nesses tempos de propaganda eleitoral, é aliviante você encontrar alguém que lança uma campanha com que você concorda 100%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não estamos falando de obrigatoriedade em vestir roupas pretas, direito absoluto para esculhambar posers e falsos ou mesmo lei de incentivo fiscal para bandas de heavy metal gravarem seus discos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia, &lt;a href="http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/mais-uma-na-srie-o-que-eles-esto.html"&gt;escrevi sobre o neothrasholdschool&lt;/a&gt; e uma das bandas do gênero citadas foi a irlandesa &lt;strong&gt;Gama Bomb&lt;/strong&gt;. Pois os caras lançaram esse mês a campanha mais irada de todos os tempos desse ano:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5245568665901004562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SMwA6M_y9xI/AAAAAAAAABg/POy0wBjL6CQ/s320/Campanha+metal.jpg" border="0" /&gt; A campanha 'stamp out inferior metal' consiste em chamar os fãs do 'verdadeiro metal' a comparecerem nos shows da turnê européia da banda (que vai passar por onze países!) e que os tais fãs levem os itens, digamos, constrangedores de suas coleções discográficas. A banda propõe a destruição coletiva dos objetos indesejados na vida de um verdadeiro headbanger em um ritual coletivo de redenção metálica. Tudo fazendo parte da própria apresentação da banda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Caralho, é por isso que eu ouço heavy metal. Se alguém me perguntar algum dia como eu gosto de metal, vou só mostrar o cartaz da campanha e pronto. Isso é a pura destilação de tudo o que há de mais escroto e genial no estilo.&lt;/p&gt;Bem que alguma banda brasileira podia fazer uma coisa parecida, eu até tenho umas coisas vergonhosas das quais poderia me livrar de forma catártica num evento como esse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá até pra imaginar a cena: um nerd de preto chegando pra outro sorrateiramente e falando 'Pô, cara, tu vai destruir esse CD? Me dá ele aí, me amarro em &lt;strong&gt;Evanescence&lt;/strong&gt;...'. E, no caso de uma explanação por parte do arrependido, a massa cabeluda jutando em cima do rapaz pra lhe dar uns cascudos e exorcizar o demônio falso do corpo dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ainda não ouvi muito os discos do &lt;strong&gt;Gama Bomb&lt;/strong&gt; não, mas os caras subiram muito no meu conceito!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-8971328100005413638?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/8971328100005413638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=8971328100005413638' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/8971328100005413638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/8971328100005413638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/plataforma-metal.html' title='Plataforma: metal'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SMwA6M_y9xI/AAAAAAAAABg/POy0wBjL6CQ/s72-c/Campanha+metal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-6630439249733587560</id><published>2008-09-13T10:23:00.000-07:00</published><updated>2008-09-13T10:25:26.587-07:00</updated><title type='text'>E o segundo lugar vai para...</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CnPsPM5Jw8A&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/CnPsPM5Jw8A&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem o Kerry King toca isso, o que não representa grande coisa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-6630439249733587560?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/6630439249733587560/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=6630439249733587560' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6630439249733587560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6630439249733587560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/e-o-segundo-lugar-vai-para.html' title='E o segundo lugar vai para...'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-6641865966261834186</id><published>2008-09-09T10:30:00.000-07:00</published><updated>2008-09-09T10:45:21.129-07:00</updated><title type='text'>E o prêmio bizarrice da semana vai para...</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=G8aUrg51BQA"&gt;Um cover completamente aleatório&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma versão da banda &lt;strong&gt;Spiritwo&lt;/strong&gt; da &lt;em&gt;Inner self&lt;/em&gt; do &lt;strong&gt;Sepultura&lt;/strong&gt;. Num estilo synth pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaque para a vocalista popozuda. É ver para crer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-6641865966261834186?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/6641865966261834186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=6641865966261834186' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6641865966261834186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6641865966261834186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/e-o-prmio-bizarrice-da-semana-vai-para.html' title='E o prêmio bizarrice da semana vai para...'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-8192434049840270672</id><published>2008-09-04T08:39:00.001-07:00</published><updated>2008-09-04T11:11:00.301-07:00</updated><title type='text'>Quadrinhos super políticos</title><content type='html'>A relação das histórias em quadrinhos (ou melhor ainda, da arte seqüencial) com política é longa, interminável e não é minha intenção fazer um retrospecto de tudo o que já foi feito nesse sentido. Até porque, eu sou desocupado, mas nem tanto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se pensa nessa relação, podemos usar exemplos óbvios que vão desde obras clássicas dos quadrinhos mainstream, como &lt;em&gt;V de vingança&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Watchmen&lt;/em&gt;, os próprios &lt;em&gt;O cavaleiro das trevas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;300&lt;/em&gt;, do &lt;strong&gt;Frank Miller&lt;/strong&gt;, assim como um milhão de revistas independentes (como &lt;em&gt;Channel zero&lt;/em&gt;, do &lt;strong&gt;Brian Wood&lt;/strong&gt;), ou mesmo parte da produção avassaladora de charges em jornais de todos os cantos do mundo (nesse caso, mesmo aqueles que não são arte seqüencial têm uma relação próxima o suficiente com o universo estético dos quadrinhos pra incluirmos nessa lista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo que poucas pessoas pensariam, em especial aquelas que, em uma decisão provavelmente sábia, pararam de gastar seu dinheiro com revistas em quadrinhos durante a crise criativa dos quadrinhos americanos no anos 90, é que revistas como &lt;em&gt;Wildcats&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Savage Dragon&lt;/em&gt; também já entraram no hall dos quadrinhos políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;Wildcats&lt;/em&gt; (que já foi até escrito pelo &lt;strong&gt;Alan Moore&lt;/strong&gt; uma época!) teve uma iteração, adorada pelos poucos fãs que leram esse período, chamada &lt;em&gt;Wildcats 3.0&lt;/em&gt;. Essa época durou 24 edições, e foi interrompida bruscamente por baixas vendagens. Como eu nunca li, não posso fazer grandes análises, mas pelo que sei o escritor &lt;strong&gt;Joe Casey&lt;/strong&gt; e o desenhista &lt;strong&gt;Neil Googe&lt;/strong&gt; transformaram o grupo numa espécie de conglomerado de empresas ou coisa do gênero, e as maquinações econômico-políticas tinham muito mais espaço na história do que batalhas épicas ou mulheres peitudas de &lt;strong&gt;Jim Lee&lt;/strong&gt; (pelo que eu li, um dos personagens principais da parada é um contador!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o motivo de eu ter escrito esse post, é a capa alternativa da próxima edição do &lt;em&gt;Savage Dragon&lt;/em&gt;, divulgada no início da semana pelo escritor/artista/criador do personagem &lt;strong&gt;Erik Larsen&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242198360046188418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SMAHolSwN4I/AAAAAAAAABQ/NiM3v9U9hnU/s320/Savage+Obama.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu vi isso no trabalho outro dia, não conseguia parar de rir. E o genial da história é que no preview de cinco páginas dessa edição não tem nenhuma menção ao Obama ou às eleições!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que pouca gente imagina como a liberdade criativa que o povo da Image teve desde a fundação da empresa deu às revistas a possibilidade de entrar em caminhos impensáveis pra quem só acompanhou o nascimento da editora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais maneiro é que quem não abandonou o barco e acompanhou todo esse processo nem se surpreendeu com essa capa. Porque o &lt;strong&gt;Erik Larsen&lt;/strong&gt; fez muito pior com a capa da edição 119:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5242198122404396098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SMAHawAiPEI/AAAAAAAAABI/YsbVJ9mHEls/s320/Savage+Bush.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-8192434049840270672?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/8192434049840270672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=8192434049840270672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/8192434049840270672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/8192434049840270672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/quadrinhos-super-polticos.html' title='Quadrinhos super políticos'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SMAHolSwN4I/AAAAAAAAABQ/NiM3v9U9hnU/s72-c/Savage+Obama.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-4213548942443342868</id><published>2008-09-02T10:35:00.000-07:00</published><updated>2008-09-02T16:54:53.744-07:00</updated><title type='text'>A Rapsódia do Fogo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Bem... eu já estava devendo &lt;/span&gt;o post prometido em resposta ao Jotun e resolvi escrevê-lo no trabalho mesmo. Mas como fiquei com preguiça, estou terminando aqui em casa. Nada melhor que o ócio para escrever no blog. Melhor ainda sobre coisas toscas. Ainda mais sobre Metal. E sobre uma banda tosca? Minha nossa!!!, isso é quase uma realização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, o que seria melhor pra falar sobre que o Rhapsody (of Fire)? Que eles são toscos, não se discute. Que eles são chatos, isso é óbvio. Que eles são ridículos, eu até já sabia, mas não a esse ponto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Wi4Xi8kDcHw&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Wi4Xi8kDcHw&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso quem me mostrou foi o Fernando. Não sei nem dizer o que é o mais tosco, se os efeitos de fundo azul, a dança sensual da mulher-sucubus ou a cara de seriedade da banda em meio à bizarrice do vídeo. Eles acreditam mesmo estarem fazendo algo bom? Destaque para a dramaticidade da cena poucos segundos antes dos 4 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calma que ainda tem mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tBOHgvnXw0g&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tBOHgvnXw0g&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa poderia se chamar Emerald Sword 2. Auto plágio é algo fantástico. Pan... panpan panpaaaan!!! E tome-lhe cavalgada. Dá-lhe refrão grandioso. E mais efeitos especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esse é insuperável:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZYpxQEPzpJk&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ZYpxQEPzpJk&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que como eles se tocaram que um Grammy não ia rolar, um Oscar de repente eles conseguiriam. Quem é o mestre dos magos, o Christopher Lee?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A árvore genealógica do metal gerou frutos bastante duvidosos e o Rhapsody (of Fire) deve ser um de seus maiores representantes, junto com Stratovarius. Porra... olha o nome das bandas. De repente um dia eles alcançam isso aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SL16smxd0vI/AAAAAAAAABc/dgeSR4sxRsc/s1600-h/o7709.jpg"&gt;&lt;img style="cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SL16smxd0vI/AAAAAAAAABc/dgeSR4sxRsc/s320/o7709.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5241480448069980914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-4213548942443342868?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/4213548942443342868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=4213548942443342868' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4213548942443342868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4213548942443342868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/bem.html' title='A Rapsódia do Fogo'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/SL16smxd0vI/AAAAAAAAABc/dgeSR4sxRsc/s72-c/o7709.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-6756865612210121912</id><published>2008-09-01T08:56:00.000-07:00</published><updated>2008-09-01T10:05:11.194-07:00</updated><title type='text'>André Matos viadinho (e ladrãozinho)</title><content type='html'>Como todo mundo sabe, eu sou o maior vagabundo da história e até hoje não me formei na faculdade de cinema, que comecei em 2001. Minha única pendência atualmente é fazer um filme, coisa que se torna um pouco mais complexa do que o normal no meu caso, pelo fato de eu ser um aluno fantasma da UFF desde o início do curso e não conhecer mais quase ninguém que esteja estudando lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já tinha feito vários projetos, abortados por um motivo ou outro, de gravar documentários sobre bandas de metal que vinham tocar aqui no Brasil como projeto de formatura, o que seriam vídeos relativamente fáceis de fazer e extremamente satisfatórios pra mim. Infelizmente, nada disso foi pra frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início desse ano, eu pensei em gravar com um músico de metal aqui do Brasil pra facilitar a minha vida e finalmente colocar a tampa no caixão da faculdade. Decidi entrar em contato com o "metalstar" &lt;strong&gt;André Matos&lt;/strong&gt; (ex-&lt;strong&gt;Viper&lt;/strong&gt;, ex-&lt;strong&gt;Angra&lt;/strong&gt;, ex-&lt;strong&gt;Shaman&lt;/strong&gt; e agora com uma espécie de "banda solo") pra ver se gravava um curta sobre a trajetória dele. Mandei um email pro site dele e fiquei na espera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cara é um personagem interessante. Além de eu ser fã das bandas em que ele tocou e cantou, o sujeito é formado em regência e composição de música clássica, piano e canto lírico, mas decidiu se dedicar ao heavy metal. Sem contar que o visual folclórico e a voz fina, que abusa dos agudinhos, transformaram o cara em um verdadeiro ícone do metal, em particular aqui no Brasil. Sem contar com as participações em discos de várias bandas gringas, projetos etc. Realmente dava pra fazer um vídeo bacana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, nunca tive resposta nenhuma do email que eu mandei pro site dele, então desisti mais um vez do meu projeto curta-metal e acabei fazendo outro vídeo sobre música (que ainda não está pronto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava eu nesse último fim de semana nerdando na internet, quando vejo no &lt;a href="http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/"&gt;Blabbermouth&lt;/a&gt; uma notícia assim: &lt;strong&gt;André Matos&lt;/strong&gt; lança vídeo sobre sua vida, ou coisa que o valha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, vamos ver que porra é essa, né.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E não é que o filho da puta roubou minhas idéias e fez um vídeo exatamente com os mesmos temas que eu escrevi expressamente no email que iria abordar no meu curta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ok, pode ter até sido coincidência, mas, porra, essa é uma bela oportunidade pra reclamar da vida que eu não posso deixar passar, então vamos supor que ele copiou minha idéia, o que também é deveras possível)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, eu nem consegui ficar puto com isso, até porque meu projeto era fazer um curta universitário, muito mais pra me formar do que qualquer coisa, e eu não ia ganhar porra nenhuma com isso. Era mais uma idéia bacana porque eu gosto de metal e precisava fazer meu filme, então porque não juntar as duas coisas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o pior é ver que o cara, além de fazer exatamente o que eu propus no email, ainda fez &lt;a href="http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&amp;amp;videoid=41806417"&gt;um vídeo chato pracacete&lt;/a&gt;, só com material de arquivo (de fato, tem cenas impagáveis nesse acervo), e que funciona muito mais como um slideshow do tipo "olha como eu sou bom" ou "feitos do André" do que um vídeo, um curta ou qualquer coisa que o valha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é por nada não, e que se foda a modéstia, mas meu curta ia ser bem melhor. Até porque o dele é ruim de doer, então isso não seria muito difícil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-6756865612210121912?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/6756865612210121912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=6756865612210121912' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6756865612210121912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6756865612210121912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/09/andr-matos-viadinho-e-ladrozinho.html' title='André Matos viadinho (e ladrãozinho)'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-4369588090724382519</id><published>2008-08-30T13:12:00.001-07:00</published><updated>2008-08-30T14:20:23.874-07:00</updated><title type='text'>Mais uma na série: o que eles estão pensando?</title><content type='html'>Essas bandas de metal... realmente. É impressionante a capacidade que essa negada tem de ter idéias esdrúxulas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, está rolando, no mundo inteiro, uma espécie de revival do thrash old school. De certa forma, essa tendência vem aparencendo de uma forma ou de outra desde a segunda metade dos anos '90, época em que o gênero tinha acabado de passar pelo ponto mais baixo desde a sua concepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse período, começaram a surgir diversas bandas, na sua maioria obscuras, de retro-thrash, algumas de puro thrash (como &lt;strong&gt;Guillotine&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Cranium&lt;/strong&gt;) e outras que misturavam o estilo com influências então contemporâneas, como por exemplo os suecos &lt;strong&gt;Bewitched&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Witchery&lt;/strong&gt;, ou os noruegueses do &lt;strong&gt;Aura Noir&lt;/strong&gt;, que adicionavam elementos do black na fórmula thrash; ou o sueco &lt;strong&gt;The Haunted&lt;/strong&gt;, que misturava pós-thrash, hardcore e death com um thrash a la &lt;strong&gt;Slayer&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(isso sem contar que os gêmeos Bjorler do &lt;strong&gt;The Haunted&lt;/strong&gt; tinham praticamente inventado a fórmula oficial do death melódico com a ex-banda &lt;strong&gt;At the Gates&lt;/strong&gt;, estilo que tem tanto ou mais de thrash do que death)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo hardcore com thrash, então, é um caso à parte. Nos Estados Unidos, todo um movimento surgiu na virada do milênio a partir da mistura do thrash com hardcore com death melódico (que, de novo, já tem em si muito do thrash): o metalcore. É verdade que muitas das bandas do dito metalcore não têm lá muito a ver com thrash, mas, assim como em todos os gêneros musicais, a categoria que inicialmente representava um panorama e uma tendência de maneira mais ampla no metal norte-americano acabou se transformando em uma fórmula definida e fechada. E a fórmula do metalcore, essa sim é herdeira direta do thrash.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista de bandas, muitas delas extremamente populares, inclue nomes como &lt;strong&gt;Lamb of God&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Shadows Fall&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Trivium&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Killswitch Engage&lt;/strong&gt; etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que a rápida popularização do metalcore no Estados Unidos gerou um coro de fãs "reais", que criticavam as tais bandas por não serem thrash "de verdade" e diziam que o público que gostava de metalcore e defendia a popularidade do gênero como um ressurgimento metálico na consciência popular não entendia porra nenhuma de metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, surge o novo panorama do neothrasholdschool.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O engraçado é ver como esse movimento não é algo localizado em apenas um lugar, mas que está espalhado mundialmente. A lista de bandas é enorme e crescente, mas entre algumas que eu já ouvi estão as brasileiras &lt;strong&gt;Violator&lt;/strong&gt; (ultrafodaça, melhor da geração que eu conheço), &lt;strong&gt;Eternal Devastation &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Agressor&lt;/strong&gt;; as britânicas &lt;strong&gt;Gama Bomb&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Evile&lt;/strong&gt;; e as norte-americanas &lt;strong&gt;Fueled by Fire&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Bonded by Blood&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os nomes de algumas das bandas já indicam a idolatria ao passado que existe nesse novo subsubsubgênero do metal atual. O problema é que a nostalgia parece estar afetando as bandas das antigas também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da reunião de diversos grupos da época áurea do thrash (volta da formação original do &lt;strong&gt;Testament&lt;/strong&gt;, bandas como &lt;strong&gt;Forbidden&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Assassin&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Possessed&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Onslaught&lt;/strong&gt; e outros voltando a tocar; e mais coisas que não me vêm à mente agora), alguns conjuntos que já estavam na ativa estão aderindo à tendência de revisitar seu passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano passado, o &lt;strong&gt;Destruction&lt;/strong&gt; lançou o CD picareta &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/comp/destruction/thrash_anthems_f1/"&gt;Thrash anthems&lt;/a&gt;, com duas músicas inéditas e várias regravações de clássicos da fase áurea. O &lt;strong&gt;Sodom&lt;/strong&gt; seguiu o exemplo e gravou &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/sodom/the_final_sign_of_evil/"&gt;The final sign of evil&lt;/a&gt;, mais um disco de releituras questináveis de faixas do início da carreira. Como desculpa, as bandas sempre têm argumentos como "a qualidade das gravações originais era uma merda" ou "vamos comemorar algum aniversário aleatório".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, é a vez de uma das bandas mais históricas e fodas do thrash cometer outro erro grotesco nessa linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Exodus&lt;/strong&gt; vai lançar uma regravação do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/exodus/bonded_by_blood/"&gt;Bonded by blood&lt;/a&gt;, chamada &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/exodus/let_there_be_blood/"&gt;Let there be blood&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de o próprio conceito de regravar um dos discos mais clássicos do metal já cheirar mal por si só, a empreitada faz ainda menos sentido se pensarmos em duas coisas: a banda, atualmente, só tem um membro da época incial, o guitarrista e líder &lt;strong&gt;Gary Holt&lt;/strong&gt;; e eles já lançaram um álbum que é praticamente uma regravação do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/exodus/bonded_by_blood/"&gt;Bonded by blood&lt;/a&gt;, um dos melhores discos ao vivo da história da música, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/exodus/another_lesson_in_violence/"&gt;Another lesson in violence&lt;/a&gt;. Sem contar que esse álbum trazia à frente do grupo o saudoso &lt;strong&gt;Paul Baloff&lt;/strong&gt;, um dos vocalistas mais aloprados e únicos que já existiram e que deu ao debú do &lt;strong&gt;Exodus&lt;/strong&gt; grande parte do seu caráter definitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que a banda, depois do retorno com o devastador &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/exodus/tempo_of_the_damned/"&gt;Tempo of the damned&lt;/a&gt;, vinha gravando bons discos... então pra que fazer essas presepadas de mexer com um registro atemporal, em vez de lançar logo a porra do novo CD de estúdio (já anunciado desde o ano passado)? Isso só serve pra manchar o currículo dos caras e ganhar um caráter de caça-níquel filho da puta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas horas a gente tem que dar graças a deus que o &lt;strong&gt;Testament&lt;/strong&gt;, apesar de ter passado por todas essas fases (disco de regravação dispensável com o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/testament/first_strike_still_deadly/"&gt;First strike still deadly&lt;/a&gt; e reunião comemorativa da formação original), conseguiu juntar as peças e lançar o ultrafodademais &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/testament/the_formation_of_damnation/"&gt;The formation of damnation&lt;/a&gt;, facilmente um dos melhores discos de metal do ano até aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos torcer pras outras bandas seguirem o exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: A ressurgência do thrash é tão evidente que está pra ser lançado em DVD o documentário &lt;em&gt;Get thrashed&lt;/em&gt;, sobre as origens do subgênero, que inclusive já passou em mais de 20 festivais internacionais de cinema. Espero que essa merda venha pro Festival do Rio (que em 2004 passou o bizarro &lt;em&gt;Some kind of monster&lt;/em&gt;, sobre o &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt;), pra eu poder fazer uma resenha empolgada aqui no blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-4369588090724382519?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/4369588090724382519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=4369588090724382519' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4369588090724382519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4369588090724382519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/mais-uma-na-srie-o-que-eles-esto.html' title='Mais uma na série: o que eles estão pensando?'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-2627889021159958893</id><published>2008-08-27T11:44:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T11:50:02.449-07:00</updated><title type='text'>O jogo mais vendido no Kamelot</title><content type='html'>Na moral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo precisa &lt;a href="http://i12.photobucket.com/albums/a204/rodrigo_flausino/games/diversos/gears_of_war_nascimento.jpg"&gt;disso&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-2627889021159958893?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/2627889021159958893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=2627889021159958893' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/2627889021159958893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/2627889021159958893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/o-jogo-mais-vendido-no-kamelot.html' title='O jogo mais vendido no Kamelot'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-4262732676570859969</id><published>2008-08-27T08:06:00.000-07:00</published><updated>2008-08-27T08:25:35.055-07:00</updated><title type='text'>Desbancaram o Rhapsody!</title><content type='html'>Parece impossível, mas é verdade. Conseguiram inventar uma parada mais tosca que o &lt;strong&gt;Rhapsody&lt;/strong&gt; (&lt;strong&gt;of Fire&lt;/strong&gt;). Temos um novo campeão na categoria vergonha do metal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda alemã &lt;strong&gt;Van Canto&lt;/strong&gt; é dessas que tem uma pegadinha engraçada que, quando você ouve falar, simplesmente se sente obrigado a escutar as músicas, porque a idéia é esdrúxula demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A premissa é assim: é uma banda de power metal em que o único instrumento é uma bateria. Os outros cinco integrantes (dos quais um é uma mulher), são cantores que ‘simulam’ as linhas de guitarra e baixo das músicas com a voz. Tipo um ‘a capella metal’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da primeira vez em que eu ouvi falar nisso, achei que fosse algo na linha do &lt;strong&gt;Apocalyptica&lt;/strong&gt; e que só tocavam covers de bandas mais famosas (e, de fato, eles fizeram um cover da &lt;em&gt;Battery&lt;/em&gt; no primeiro e até agora único disco, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/van_canto/a_storm_to_come/"&gt;A storm to come&lt;/a&gt;), mas os caras têm também composições próprias. O problema é que, além de a piada perder a graça muito rápido, as músicas dos caras ainda são power metal dos mais genéricos (que eles pretensiosamente chamam de ‘hero metal’).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem quiser dar umas risadas, os caras têm &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=5h579V1V9AE"&gt;uns&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Bn9jSJR4Rws"&gt;vídeos&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qY4ZYvtBw7s"&gt;no&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=w9LaB9dq4Rw"&gt;Youtube&lt;/a&gt;, inclusive tocando ao vivo músicas de metal famosas, como &lt;em&gt;The trooper&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Fear of the dark&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Bard’s song&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhe genial: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Van_canto"&gt;na página dos caras do Wikipédia&lt;/a&gt;, o maluco que fez o texto escreveu assim: “Não usam guitarras, baixos etc. [...] Não é porque não gostem dos instrumentos (alguns membros da banda tocam instrumentos em outras bandas), mas porque acham incrível o que se pode fazer com a voz (ou porque não têm dinheiro).” Muito foda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais bizarro é que essa porra fez um show aqui no Brasil esse ano! Impressionante como o mercado pra power metal tosco no Brasil é grande. Bom, de qualquer jeito, essa tosquice aí eu queria ter visto. Mas, pelo visto, parece que eles vêm pro Váquem Brasil, então nem tudo está perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Quando eu tava pesquisando os vídeos do &lt;strong&gt;Van Canto&lt;/strong&gt; no Youtube, eu achei &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=S1WKYmx4i1Q&amp;amp;feature=related"&gt;esse cara&lt;/a&gt;. Puta que pariu, que maluco sem noção. Deus me livre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-4262732676570859969?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/4262732676570859969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=4262732676570859969' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4262732676570859969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4262732676570859969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/desbancaram-o-rhapsody.html' title='Desbancaram o Rhapsody!'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-7322031174159580226</id><published>2008-08-26T12:32:00.000-07:00</published><updated>2008-08-26T13:21:59.685-07:00</updated><title type='text'>METAAAAAAAAAAAALLLLLLLLLLLL!!!!!</title><content type='html'>O guitarrista com o nome mais tosco de todos os tempos está de volta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ross the Boss&lt;/strong&gt;, eterno ex-&lt;strong&gt;Manowar&lt;/strong&gt;, acabou de lançar um CD solo, que tem o sugestivo nome de &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/ross_the_boss/new_metal_leader/"&gt;New metal leader&lt;/a&gt;, bem ao estilo de sua antiga banda (pra quem não lembra ou não sabe, ele saiu do &lt;strong&gt;Manowar&lt;/strong&gt; logo depois de eles lançarem outro disco de título sensacional, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/manowar/kings_of_metal/"&gt;Kings of metal&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha o início do press release da parada: "A mighty thunderbolt is shaking the ground.... the army of immortals is marching once again. &lt;strong&gt;ROSS THE BOSS&lt;/strong&gt; is back!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a melhor passagem do release só pode ser "The battle shouts of &lt;em&gt;We will kill&lt;/em&gt; haunt you to the day you die". Mal posso esperar pra ouvir isso! Porra, deve ser melhor que sexo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu ainda não ouvi o CD, mas tá rolando um &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RyGyIQvLgHg"&gt;clipe&lt;/a&gt; da música &lt;em&gt;Blood of knives&lt;/em&gt; no Youtube. Metal meio genérico, porém decente, e que não deixa de ser true. O visual dos caras também segue o mesmo da ex-banda de &lt;strong&gt;Ross&lt;/strong&gt;: não, não estamos falando das pantufas do início de carreira, mas sim do couro preto coladinho bem gay dos tempos atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calma, que a coisa fica ainda melhor: pelo que eu li numa resenha na internet, os outros três membros da &lt;strong&gt;Ross the Boss Band&lt;/strong&gt; (hahahahahahaha!) são ex-integrantes do &lt;strong&gt;Men of War&lt;/strong&gt;, banda cover dos reis do metal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais novidades quando eu conseguir ouvir o disco todo e arranjar mais informações bizarras sobre a banda!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Mesmo sem conhecer o CD, um showzito desses caras no Brasil ia ser por demais foda. Na moral, eu ia pra São Paulo ver isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-7322031174159580226?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/7322031174159580226/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=7322031174159580226' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/7322031174159580226'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/7322031174159580226'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/metaaaaaaaaaaaallllllllllll.html' title='METAAAAAAAAAAAALLLLLLLLLLLL!!!!!'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-6557430706582247298</id><published>2008-08-22T12:24:00.000-07:00</published><updated>2008-08-22T13:16:19.717-07:00</updated><title type='text'>O dia que nunca chega</title><content type='html'>Enquanto escrevo isso, tô re-re-reouvindo a &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-UNfNpjWz-Y"&gt;nova música&lt;/a&gt; do &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt;, &lt;em&gt;The day that never comes&lt;/em&gt;, primeiro single do novo CD, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/death_magnetic/"&gt;Death magnetic&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E presta?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei. Não formei opinião ainda, mas com certeza a música tem seus lances interessantes. A começar pela duração de oito minutos (parece que o CD novo só vai ter música grande praticamente), o que não deixa de lembrar tanto as obras-primas da banda quanto o execrado &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt; (que nem é tão ruim assim, vai).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas mais legais da música é que ela muda pracaralho ao longo dos tais oito minutos e essas mudanças vão remetendo a várias fases diferentes da banda. Em termos de estrutura, ela é da linhagem &lt;em&gt;Fade to black&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Welcome home (sanitarium)&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;One&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início, baladesco, está mais pra &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/load/"&gt;Load&lt;/a&gt; do que qualquer coisa, enquanto certas passagens pesadas remetem ao estilo do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/metallica/"&gt;preto&lt;/a&gt;. Depois de quatro minutos e alguma coisa, o &lt;strong&gt;James Hetfield&lt;/strong&gt; decide calar a boca e a banda ataca com uma longa seqüência instrumental que faz pensar no &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/___and_justice_for_all/"&gt;And justice for all&lt;/a&gt; e algumas quebradas indicam como o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt; poderia ter soado com uma produção mais convencional (a passagem do "this I swear" é um bom exemplo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nada pode ser mais irado do que a volta dos solos. Nem vou dizer que o &lt;strong&gt;Kirk Hammet&lt;/strong&gt; está ultra-inspirado, mas os solinhos fizeram falta no &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/metallica/st__anger/"&gt;St. Anger&lt;/a&gt; e, meu deus!, tem até guitarrinha dobrada. E guitarrinhas dobradas sempre são iradas. Sempre! Parece até que o &lt;strong&gt;Metallica&lt;/strong&gt; lembrou que um dia honrou a parte "metal" do nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música não é nenhuma obra-prima não. Meu veredito temporário seria algo tipo "legal". Tem uns riffs maneiros, um tom meio épico até. É interessante o suficiente pra me pilhar pra ouvir o CD novo inteiro quando sair, dia 12 de setembro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-6557430706582247298?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/6557430706582247298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=6557430706582247298' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6557430706582247298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6557430706582247298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/o-dia-que-nunca-chega.html' title='O dia que nunca chega'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-767465000177242770</id><published>2008-08-16T11:58:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T20:43:32.249-07:00</updated><title type='text'>NOVAS BOAS</title><content type='html'>Esse blog tá meio devagar e eu to sem saco pra escrever algo mais elaborado, portanto vou só mencionar algumas paradas maneiras que descobri ou me empolguei e que poderão algumas virar posts independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=10:hbfwxzu5ldfe"&gt;Era Vulgaris&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&amp;amp;sql=11:ajfyxqthld6e"&gt;Queens of the Stone Age&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quem diria que a banda do cara peladão do Rock in Rio III poderia ser tão foda. Definitivamente são os maiores representantes do Rock alternativo e uma das mais legais bandas de rock da atualidade. O Era Vulgaris é o último album deles, de 2007 - no caso, me refiro a uma versão com faixas bônus -, o segundo de estúdio sem Nick Oliveri (B), o peladão, e talvez o melhor do ano. Tão bom quanto o Songs for the Deaf - às vezes melhor, às vezes pior -, corrobora a genialidade e o ecletismo do Josh Homme (G, V), passeando desde o Kiss até o King Crimson. É meio difícil apontar algum destaque, mas I´m Designer, Misfit Love, Battery Acid, Make it Wit Chu, Suture up your Future, Run, Pig, run, The Fun Machine..., WhiteWedding e Era Vulgaris - que ridículo, citei metade do cd - são muito fodas. Ouçam.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.bay12games.com/"&gt;Dwarf Fortress&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O jogo mais complexo do mundo&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. &lt;/span&gt;Um RTS, uma espécie de warcraft misturado com Lemmings, mas com cem vezes mais opções. Você controla uma expedição de anões que se estabelece para construir uma fortaleza. O interessante é que não se pode manipular diretamente os anõezinhos, que por sinal são bem burros, o que cria um certo distanciamento entre o jogador e o mundo em questão e dá um ar meio contemplativo ao jogo, como se fossemos um deus a tentar guiar seres meio limitados intelectualmente. A complexidade do jogo é tão grande que se pode jogá-lo por meses e ainda assim não conhecê-lo completamente. Por exemplo, só para se ter uma idéia, para se construir uma bolsa, primeiramente se deve colher um certo tipo de planta, processá-la num certo tipo de workshop para de obter as fibras necessárias, para numa outra oficina se fabricar o tecido - que pode ser pintado numa tinturaria, que para se obter a tinta precisa de um outro procedimento similar -, para num tear ser confexionada a tal bolsa, sendo que cada atividade dessas requer um anão com uma habilidade específica. Claro que também é possível comprá-la diretamente de uma caravana ou comprar o tecido para apenas costurá-la. E assim vai. O mais incrível é o jogo ser todo em ASCII, o que o torna um tanto impenetrável. De qualquer forma, existem tilesets pra deixar os "gráficos" menos confusos. O único porém é a interface que é muito tosca - o jogo ainda está em versão alpha.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;Não é para todo mundo, mas vale a conferida. Foi todo desenvovido por uma única pessoa - talvez o cara mas nerd do mundo. Joguem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0273855/"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;My Wife and Kids (Eu, a patroa e as crianças)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Passa no SBT e em algum canal da NET&lt;span style="font-style: italic;"&gt;. &lt;/span&gt;Um Married with Children (Um amor de família) de e para afro-descendentes. O pai é o maior filha-da-puta e psicopata do universo. Os atores, tanto os adultos quanto as crianças, são excelentes e muito engraçados. Assistam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Recorda%C3%A7%C3%B5es_da_Casa_dos_Mortos"&gt;Memórias da casa dos mortos&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fi%C3%B3dor_Dostoi%C3%A9vski"&gt;Dostoiévski&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ainda não terminei de ler, mas como já citei um disco, um jogo e um programa de TV - já que não me lembrei de nenhum filme até agora -, tinha que falar da midía que faltava - não vou propor uma escultura, nem um quadro ou peça -. É sobre o período em que o autor esteve preso. O cara é um gênio, pqp! Deve ser o maior psicólogo de todos os tempos. É incrível a análise que ele consegue fazer dos personagens e as descrições psicológicas destes, além da capacidade de ilustrar as ambientações mais densas e impregnadas do universo. Pra falar um pouco mais e não acrescentar muita coisa - com certeza mereceria um post só para ele - , prefiro não falar mais nada. Leiam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sísifo - Diana Hollanda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Disse que não ia falar de nenhuma peça, até mesmo porque nunca vou ao teatro, mas me lembrei da peça da Diana que está em cartaz até domingo na Uni-Rio. Achei muito boa e me causou umas sensações muito maneiras e bizarras. É dessas formatações modernosas que não sei caracterizar, onde você perambula por dentro da peça, e diversas vezes me senti perdido e sem saber quem era ator e quem não era. O mais surreal foi pensar que as pessoas lá poderiam achar que eu era ator na peça. Compareçam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0069293/"&gt;Solaris - Andrei Tarkovsky&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Já que quero falar de algum filme, o melhor de todos os tempos - e já há algum tempo -. A melhor ficção científica existencial russa dos anos setenta de todos os tempos. Não é uma boa pedida quando se está com sono ou entediado, apesar de achá-lo tão bom que poderia vê-lo até num sábado escaldante ao meio-dia. Assistam-no.&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-767465000177242770?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/767465000177242770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=767465000177242770' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/767465000177242770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/767465000177242770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/novas-boas.html' title='NOVAS BOAS'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-559961108251322306</id><published>2008-08-06T19:59:00.000-07:00</published><updated>2008-08-06T20:54:06.131-07:00</updated><title type='text'>E lá vem o padre Judas...</title><content type='html'>Podem falar o que quiserem, mas, em termos de shows, 2008 está sendo um ano, no mínimo, atípico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não só a quantidade de shows de rock/metal anunciados é surpreendente, mas a própria escalação das bandas tem sido de primeira linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aqui, já tivemos coisas como &lt;strong&gt;Iron Maiden&lt;/strong&gt; (por mais que seja figurinha fácil, não tinha vindo na turnê do último disco, o legal &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/iron_maiden/a_matter_of_life_and_death/"&gt;A matter of life and death&lt;/a&gt;, e apresentou um setlist ultra fodaralhaço esse ano, só com clássicos), &lt;strong&gt;Ozzy Osbourne&lt;/strong&gt; (eu não gosto, mas não temos como negar a importância do cara), &lt;strong&gt;Korn&lt;/strong&gt; (eu não gosto, mas a minha filha mais nova gosta e é uma das bandas mais influentes do metal na segunda metade dos anos 90), &lt;strong&gt;Queensrÿche&lt;/strong&gt; (eu não gosto e sinceramente não entendo como nego pela tanto o saco), &lt;strong&gt;Dream Theater&lt;/strong&gt; (quer queiram, quer não, é a principal banda de metal progressivo e sinônimo do sub-gênero, mesmo com um disco meia-bomba como esse tal de &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/dream_theater/systematic_chaos/"&gt;Systematic chaos&lt;/a&gt;), &lt;strong&gt;Helloween&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Gamma Ray&lt;/strong&gt; juntos (o que foi mais foda pela idéia em si do que pelos shows propriamente ditos, o que significa que foi fodaço) e &lt;strong&gt;Megadeth&lt;/strong&gt; (ok, não foi fodaço, mas teve &lt;em&gt;Holy wars&lt;/em&gt;, porra!). A gente já teve até um &lt;strong&gt;Muse&lt;/strong&gt; lotado (em que eu não fui por motivos puramente cirúrgicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso tudo sem entrar no quesito São Paulo (ok, o &lt;strong&gt;Iron Maiden&lt;/strong&gt; foi só lá, dá um desconto, vai).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, porra, já tão confirmados até o fim do ano shows de pelo menos mais três bandas megagigas do rock/metal: &lt;strong&gt;Scorpions&lt;/strong&gt; (em que eu talvez não vá por motivos puramente cirúrgicos), &lt;strong&gt;Kiss&lt;/strong&gt; (a princípio só em São Paulo e com a banda meio falcatrua, mas, porra, é &lt;strong&gt;Kiss&lt;/strong&gt;) e agora &lt;strong&gt;Judas Priest&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A clássica banda do trio &lt;strong&gt;Tipton&lt;/strong&gt;/&lt;strong&gt;Downing&lt;/strong&gt;/&lt;strong&gt;Halford&lt;/strong&gt; (quase um &lt;strong&gt;Lennon&lt;/strong&gt;/&lt;strong&gt;McCartney&lt;/strong&gt; do metal) vem apresentar no Brasil o novo disco &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/judas_priest/nostradamus/"&gt;Nostradamus&lt;/a&gt;, conceitual e apenas decente. Apesar de ter músicas extremamente fodas como &lt;em&gt;Prophecy&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Revelations&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Conquest&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Nostradamus&lt;/em&gt; e de o carecão &lt;strong&gt;Halford&lt;/strong&gt; cantar em francês e italiano - !!! -  os interludiozinhos e as baladinhas safadas matam a fluidez do álbum, a la &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/blind_guardian/nightfall_in_middle_earth/"&gt;Nightfall in Middle-Earth&lt;/a&gt;. Impressionante como a única banda que soube usar os interludiozinhos e baladinhas safadas na história dos álbuns conceituais do metal foi o &lt;strong&gt;Virgin Steele&lt;/strong&gt; com o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/virgin_steele/the_house_of_atreus__act_i/"&gt;House of Atreus ato I&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que chama a atenção mesmo é o fato de a banda ter acabado de sair em turnê pelos EUA (na talvez mais foda turnê conjunta de todos os tempos, com &lt;strong&gt;Testament&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Motörhead&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Heaven and Hell&lt;/strong&gt; tudo junto!) e já anunciar as datas da América Latina, que incluem não um, mais dois shows em São Paulo. Dá até vontade de pegar a ponte aérea e ver se eles vão fazer um showzito com o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/judas_priest/nostradamus/"&gt;Nostradamus&lt;/a&gt; inteiro - o disco nem é tão bom, mas que isso valia a viagem, valia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em especial porque a seleção do setlit normal, em termos de música nova, não é grandes coisas. Mas, porra, tem &lt;em&gt;Hell patrol&lt;/em&gt;! Puta que o pariu! &lt;em&gt;Hell patrol&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem outras coisas fodaças também... mas tem &lt;em&gt;Hell patrol&lt;/em&gt;! Puta que o pariu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, desabafei. &lt;strong&gt;Judas Priest&lt;/strong&gt;. Quem não for é escroto. Escroto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14 de novembro. Faltar isso é pior que não ir no Festival da Pinga (com seu show sensacional de &lt;strong&gt;Zé Ramalho&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o mais maneiro é que a notícia mais bombástica de shows de metal no Brasil da semana nem é essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano que vem... tem Wacken no Brasil! Dois dias do festival mais fodaço do planeta, em São Paulo, meio a la Rock in Rio Lisboa, mas que se foda. Se só vierem as bandas clássicas (repetecos) já vai ser a devastação ultra-arregaçadora-de-cús de todos os tempos da década. E tenho dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então... porra. Vão nos shows, seu bando de bostas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Parece que esse ano ainda também teremos &lt;strong&gt;Destruction&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Revolution Renaissance&lt;/strong&gt;, a nova e sensacional banda pós-&lt;strong&gt;Stratovarius&lt;/strong&gt; de &lt;strong&gt;Timo Tolkki&lt;/strong&gt;, que no CD de estúdio tem o &lt;strong&gt;Michael Kiske&lt;/strong&gt; cantando... só que nem a pau ele vem pros shows! Mas eu vou! Isso tudo sem falar no quesito São Paulo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-559961108251322306?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/559961108251322306/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=559961108251322306' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/559961108251322306'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/559961108251322306'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/08/e-l-vem-o-padre-judas.html' title='E lá vem o padre Judas...'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-1170372752401571679</id><published>2008-04-20T06:38:00.000-07:00</published><updated>2008-04-20T06:45:29.534-07:00</updated><title type='text'>Crise dos 30</title><content type='html'>Assistam &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Na Natureza Selvagem&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Into the Wild&lt;/span&gt;). Filme injustiçado. Ótima direção, ótimas atuações, ótimas músicas (sim, Eddie Veder) e um fotografia maravilhosa, poética, que me faz lembrar outro injustiçado: Além da Linha Vermelha.&lt;br /&gt;Se você está perto dos 30, e mais ainda, se você está nos 30 e poucos, não tem como não refletir. Chorei. Só me lembro disso ter acontecido no Filho da Noiva. Chorar de chorar mesmo, não de ficar emocionado. Tem um quê de Menina de Ouro: "&lt;span style="font-style: italic;"&gt;She's got her shot&lt;/span&gt;". Só que mais poético e menos apelativo. Melhor filme em muito tempo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-1170372752401571679?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/1170372752401571679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=1170372752401571679' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1170372752401571679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1170372752401571679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/04/crise-dos-30.html' title='Crise dos 30'/><author><name>Eddaih</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17734871040084015465</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-6360061125305613865</id><published>2008-04-16T21:13:00.000-07:00</published><updated>2008-04-18T21:24:59.426-07:00</updated><title type='text'>Cem anos de solidão</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;Vez ou outra, nos deparamos com coisas que nos deixam estupefatos. Uma música, um acontecimento, uma notícia. Às vezes é uma pessoa que conhecemos. E às vezes é um livro. Recentemente fui arrebatado por um. Na verdade por vários, mas acho que um merece lugar de destaque: &lt;b&gt;Cem anos de solidão&lt;/b&gt;, do escritor colombiano &lt;b&gt;Gabriel García Márquez&lt;/b&gt;. Portanto, mãos à obra!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Provavelmente, possui um dos títulos mais sugestivos em que se poderia pensar, de maior impacto ou impressão. Mas, ao contrário do que poderia sugerir, não se trata da história de um ermitão, de um condenado, de um anônimo sozinho ou na multidão. Trata-se de uma família (perdão pelo plágio da orelha do livro) à qual não seria dada “uma segunda oportunidade sobre a terra”. Os Buendía, fundadores e últimos habitantes da cidade ficcional de Macondo, residentes numa espécie de inconsciente coletivo, no imaginário, no local onde se encontram todos e todo o mundo, são o próprio tempo onde se desenrolam a estórias do povoado e toda a sua saga, desde uma pequena vila à metrópole emergente à cidade &lt;st1:personname st="on" productid="em ruína. Ao"&gt;em ruína. Ao&lt;/st1:personname&gt; redor de seus integrantes, dos integrados e dos agregados, de todos os Aurelianos X Josés Arcadios e mulheres da família, desde a matriarca Úrsula até a tataraneta Amaranta Úrsula e seu filho Aureliano com rabo de porco, dos ciganos, da companhia bananeira, das guerras e revoluções, o que cria a leitura é um sentimento incessante de déjà vu, de repetição, de recomeço, de eterno retorno, de um tempo que sempre volta e, paradoxalmente, sem volta. A reincidência dos nomes, as introduções dos capítulos (vários começam com uma construção extremamente parecida) e o constante tom de monotonia (no bom sentido) da narrativa evidenciam essa sensação de um tempo que não passa, que anda &lt;st1:personname st="on" productid="em c￭rculos. Sobre"&gt;em círculos. Sobre&lt;/st1:personname&gt; essa monotonia, diz o autor que seu objetivo era “imitar o tom com que sua vó materna lhe contava os episódios mais fantásticos: sem alterar um só traço no rosto” (novamente com o perdão e agradecimento à orelha). As situações mais absurdas são introduzidas a todo o momento sem o menor pudor, sem a menor preocupação com inverossimilidades, o que cria uma fusão quase que simbiótica entre real e fantasia, numa interdependência mútua, como uma mitologia própria, onde o que é a realidade e o que é delírio pouco importa, já que para a memória, e ainda mais para as memórias de uma família de esquecidos, tudo é passado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Talvez a grande genialidade do livro (sem querer dar uma de crítico literário), onde dificilmente há como se encontrar algo de menor destaque, seja a perfeita complementaridade entre o estilo da narrativa e ela própria, como que colorindo o contorno dado pela maneira que o autor escreve. É incrível pensar como a leitura por si só antecipa os acontecimentos, como as revelações (principalmente o insuperável, arrepiante e apocalíptico final) retomam toda a estória, um sentimento e uma percepção que diversas vezes transborda ao leitor. É algo que não se pode relatar exatamente, mesmo porque é a graça do livro. Só lendo pra entender. O cara de alguma forma conseguiu transmitir, através da expressividade da construção e do estilo, algo conceitual.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;E por que solidão? Por que não Cem anos de delírios? De confusão? De absurdo?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Porque cem anos, pouco importa. Talvez por ser um século, um ciclo. E também pelo que o final relata (não vou estragar a leitura). Mas solidão, pois é isso o que são: uma família de solitários, afastados do resto do mundo, do progresso, dos “acontecimentos”, da história, das maravilhas do mundo moderno. Uma estória onde a história não toca, uma sociologia da intimidade, sobre as vivências que não dizem respeito a todos, mas a cada um. Por isso solidão. Pelo fato de num lugar de mitos a tecnologia ser um milagre. E por serem sós não só em relação ao mundo, mas entre si. Por se desconhecerem uns aos outros (talvez não Úrsula), por seu ensimesmamento, por viverem empresas próprias demais, até idiossincráticas. Nada mais real e contemporâneo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Claro, pode-se dizer, há todo um viés político e histórico. Outro olhar pode ver um estupro imperialista ou globalizante, horizontalizante ou planificador em sua forma de destruir tradições à todo o custo, inclusive a de antigos modelos familiares. Macondo, arrasada pelo progresso, destruída por um cataclisma quase que mágico, pode significar o fim de um modo de olhar o mundo. Os malefícios do progresso, a exploração da América Latina, o colonialismo, econômico e cultural, toda a história de proveito tirado das pessoas e de suas terras e recursos, isso tudo está também registrado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;No mais, posso dizer que esse livro me marcou de uma forma especial por haver algo demais familiar nisso tudo, de extremamente conhecido na fantasiosidade geral empreendida; em verdade, nem tanto pelo fato em si, mas pelo contar, pela própria narrativa. Lembro-me claramente das longas e incríveis conversas noturnas que tinha ainda pequeno com um amigo já falecido de meu pai. Eram conversas despretensiosas, nascidas de um “boa noite” e um assunto a mais, de uma prosa já encerrada e esticada mais um pouco, de um restinho de papo que se tornava uma nova estória. Um senhor que morava no interior de Minas Gerais, na beirada de um rio, num lugar onde a técnica e a tecnologia também passavam ao largo como em Macondo, que, tanto quanto &lt;b&gt;García Márquez&lt;/b&gt; e sua vó, me contava, sem alterar suas expressões, as coisas e eventos mais fantásticos como se fossem fatos vividos, com uma crença tão enraizada (sem a forçosidade de quem quer te fazer acreditar em algo, mas com a serenidade de alguém habituado a viver em tal mundo) que não havia espaço para dúvidas e nem para certezas. Era simplesmente isso e pronto. Lobisomens, reencarnações, conselhos de dentistas catedráticos, prostitutas, todos viviam num mesmo mundo, andavam lado a lado. Com certeza o seu Ivo não era “o último grande contador de histórias do século XX” (essa é a última orelhada, juro!), mas era um grande contador.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-6360061125305613865?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/6360061125305613865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=6360061125305613865' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6360061125305613865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6360061125305613865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/04/cem-anos-de-solido.html' title='Cem anos de solidão'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-6219766216150379661</id><published>2008-03-26T18:57:00.000-07:00</published><updated>2008-03-26T20:49:52.256-07:00</updated><title type='text'>LOCAL #3</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/R-sCiQJwmFI/AAAAAAAAAA4/3y1HlSmBfbo/s1600-h/L3+cover.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/R-sCiQJwmFI/AAAAAAAAAA4/3y1HlSmBfbo/s320/L3+cover.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5182238583694596178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Eu to aqui, na Telerj, trabalhando e, como ninguém de voz fina me liga pra que eu possa passar o tempo, resolvi escrever mais uma resenha, sobre uma revistinha, mais especificamente uma edição da série &lt;b style=""&gt;Local, &lt;/b&gt;a número&lt;b style=""&gt; &lt;/b&gt;três, a &lt;b style=""&gt;Theories and Defenses, &lt;/b&gt;da editora &lt;a href="http://www.onipress.com/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Onipress&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Nem nunca tinha ouvido falar, nem do título, nem do escritor, nem do desenhista. O Jotun, vulgo Batatão, me mandou via MSN e adiantei-a à minha listinha de revistas ainda por ler, que, provavelmente, já inclui mais do que eu possa ler até pelo menos completar 50 anos, assim como minhas listas de CDs, de livros e de filmes, as quais, por sinal, não param de crescer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Antes de tudo, fico pensando em qual o sentido de se resenhar uma história &lt;st1:personname productid="em quadrinhos. N￣o" st="on"&gt;em quadrinhos. Não&lt;/st1:personname&gt; que isso seja algo herético ou coisa do gênero, mas se pensar em falar sobre um livrinho de vinte e quatro páginas – como é o default -, com um texto que mal preencheria uma página inteira é talvez um tanto excessivo. Corre-se o risco de extrapolar a parada, tipo contar a estória toda, ou revelar o final. Ou pior, que se gaste mais tempo lendo a resenha que o resenhado. Algo como criticar uma poesia. Mas, de qualquer forma, em meu favor digo que só quero dividir minha experiência e as impressões que tive ao lê-la. Não vou estragar a experiência de ninguém. Além do mais, não saberia e nem seria idiota de desenhar essa resenha. Portanto, vou parar já com a enrolação e falar da dita cuja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;A dupla que assina a série e, consequentemente, o número é &lt;a href="http://www.brianwood.com/"&gt;&lt;b style=""&gt;Brian Wood&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (escritor) e &lt;a href="http://funrama.blogspot.com/"&gt;&lt;b style=""&gt;Ryan Kelly&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; (desenhista). Não vou dar o resto da ficha técnica da parada toda. Como não conhecia nada dos dois, dei uma pesquisada na internet e descobri que o Ryan Kelly já tinha desenhado até o momento (a revista é de novembro de 2005) algumas coisas do tipo &lt;b style=""&gt;Books of Magic&lt;/b&gt; e &lt;b style=""&gt;Lucifer&lt;/b&gt;. É ainda meio novato no meio, mas parece ser uma grande promessa. Já o Brian Wood tem um pouco mais de estrada que seu parceiro, com alguns projetos próprios (&lt;b style=""&gt;DMZ&lt;/b&gt;, &lt;b style=""&gt;Demo&lt;/b&gt;), que nunca li, nem nunca tinha ouvido falar. Aliás, assim como na &lt;b style=""&gt;Demo&lt;/b&gt;, a revista se concluiu em doze edições “stand-alone”, porém com um diferencial: uma personagem recorrente, Megan&lt;/span&gt;,&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt; que, não necessariamente a protagonista de cada edição, aparece em todos os números. &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" lang="EN-US" &gt;Outra peculiaridade está no fato de cada estória ser sempre muito bem localizada no espaço: “&lt;/span&gt;&lt;span class="spelle"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" lang="EN-US" &gt;My&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" lang="EN-US" &gt; only criteria was to get away from the larger cities I always set stories in, like New York City, and other places commonly seen in comics like Los Angeles or San Francisco or Washington, DC.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" lang="EN-US" &gt;”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" lang="EN-US" &gt;, diz o escritor (&lt;a href="http://www.newsarama.com/Oni/Local/BriWood_Local.htm"&gt;http://www.newsarama.com/Oni/Local/BriWood_Local.htm&lt;/a&gt;). &lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Não à toa, chama-se &lt;b style=""&gt;Local&lt;/b&gt;. A edição que aqui interessa se passa em Richmond, Virginia, no Sudeste dos Estados Unidos e a personagem Megan faz apenas uma rápida aparição, de quatro ou cinco páginas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;De cara, como é impossível se deixar de notar, pontos para a parte gráfica. Toda em preto-e-branco, excetuando-se a capa e um posterzinho do interior, contribui a criar ainda mais um clima de desolação e intimidade. Aparentemente, tudo se passa no final do outono, com folhas voando, as árvores nuas, o tempo fechado e os quatro integrantes de uma banda de sucesso internacional retornando a sua cidade natal para recomeçar a vida, após o final de suas atividades &lt;st1:personname productid="em grupo. E" st="on"&gt;em grupo. E&lt;/st1:personname&gt; é lá que cada um tenta à sua maneira - por sinal, bem peculiar - continuar de onde parou, o que é extremamente bem costurado pelo Brian Wood, através do líder e vocalista Frank Locke. É em torno do membro principal da banda, e da já velha e conhecida estória do “Por que vocês resolveram parar?”, “Por que vocês se mudaram de sua cidade natal?”, “Porque vocês traíram o movimento?”, que tudo se desenrola.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Mas o que cabe ressaltar é esse sentimento perene de solidão e de extrema individualidade e singularidade, temas comuns à vida em conjunto e separação. O clima de outono, anunciando o fim de uma era e a incerteza quanto ao futuro imediato e longínquo, o término de algo inicialmente eterno, o retorno às situações já esquecidas e deixadas para trás e agora transformadas, a redenção no trabalho  e no fazer por prazer, o mais completo alheamento, os planos para o futuro, isso tudo foi uma verdadeira surpresa vinda de uma revista indicada e quase que aleatoriamente levada a sério. A superação de uma fase, as influências de relacionamentos, a relação com as expectativas do outro, a decisão por um caminho próprio, o crescimento, fatos comuns à vida tanto de uma banda na estrada quanto à de uma pessoa de uma cidade qualquer, é disso que trata a revista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" &gt;Poderia continuar aqui falando dos outros personagens, explicando suas histórias, conflitos – ou falta de – e decisões. Curto e grosso, os outros membros são: um fanfarrão, um apaixonado (ou não) e alguém decidido. Ou um baixista, um guitarrista e um baterista – não exatamente nessa ordem -, sendo estes uma mulher e dois homens, não necessariamente respectivamente, que em maior ou menor grau refletem o próprio líder. Mas como não o farei, o que provavelmente estragaria a leitura, vou cantar uma musiquinha:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-size:12;" lang="EN-US" &gt;&lt;/span&gt;Raindrops keep fallin' on my head&lt;br /&gt;And just like the guy whose feet are too big for his bed&lt;br /&gt;Nothin' seems to fit&lt;br /&gt;Those raindrops are fallin' on my head, they keep fallin'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So I just did me some talkin' to the sun&lt;br /&gt;And I said I didn't like the way he got things done&lt;br /&gt;Sleepin' on the job&lt;br /&gt;Those raindrops are fallin' on my head, they keep fallin'&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;But there's one thing I know&lt;br /&gt;The blues they send to meet me won't defeat me&lt;br /&gt;It won't be long till happiness steps up to greet me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raindrops keep fallin' on my head...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-6219766216150379661?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/6219766216150379661/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=6219766216150379661' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6219766216150379661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/6219766216150379661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/03/local-3.html' title='LOCAL #3'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/R-sCiQJwmFI/AAAAAAAAAA4/3y1HlSmBfbo/s72-c/L3+cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-5980744863728705434</id><published>2008-03-08T17:11:00.001-08:00</published><updated>2008-03-08T17:11:59.643-08:00</updated><title type='text'>Aconteceu no Citibank Hall</title><content type='html'>Um fã exaltado durante o show do &lt;strong&gt;Dream Theater&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Toca o Créu!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa até eu queria ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resenha completa tá &lt;a href="http://soral.blogspot.com/"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-5980744863728705434?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/5980744863728705434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=5980744863728705434' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5980744863728705434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/5980744863728705434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/03/aconteceu-no-citibank-hall.html' title='Aconteceu no Citibank Hall'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-1458668031108123153</id><published>2008-01-18T13:11:00.000-08:00</published><updated>2008-01-19T08:51:44.275-08:00</updated><title type='text'>Discografias (re)visitadas: Nevermore</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;Ahhh... &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt;. A banda que ninguém consegue enquadrar em um gênero específico do metal. Classificações à parte, é um dos grupos mais importantes e interessantes do metal dos anos 90 pra cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estilo peculiar da banda (que nasceu das cinzas do power/tradicional &lt;strong&gt;Sanctuary&lt;/strong&gt;) junta thrash metal, grooves de pós-thrash, vocais grandiosos a la power metal (apesar de bem diferentes da tradição européia) e algumas ambições progressivas. De 95 pra cá, já rendeu grandes álbuns e também alguns discípulos muito interessantes, como os ingleses do &lt;strong&gt;Biomechanical&lt;/strong&gt;, e a dobradinha norueguesa &lt;strong&gt;Communic&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Scariot&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/nevermore/nevermore/"&gt;Nevermore&lt;/a&gt; (1995): Certamente o disco mais fraco da banda. As influências de pós-thrash são muito fortes nesse disco, resultando em músicas mais lentas e destacando o peso das guitarras acima de todo o resto. O fato é que, no debú auto-intitulado, o estilo da banda ainda estava sendo solidificado e os riffs e linhas vocais não estão no nível que atingiram nos álbuns seguintes. Ouvir: a faixa de abertura, &lt;em&gt;What tomorrow knows&lt;/em&gt;, e a primeira baladapesada da banda, &lt;em&gt;The sanity assassin&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/nevermore/the_politics_of_ecstasy/"&gt;The politics of esctasy&lt;/a&gt; (1996): O disco em que o &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt; vira &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt;. As letras políticas ganham mais força, os vocais do &lt;strong&gt;Warrel Dane&lt;/strong&gt; soam mais convincentes, os riffs do &lt;strong&gt;Jeff Loomis&lt;/strong&gt; apresentam mais influências progressivas e o baterista &lt;strong&gt;Van Williams&lt;/strong&gt; tem uma das performances mais devastadoras da carreira. A primeira metade do disco é um exemplo perfeito do metal praticado pela banda, mas o ‘lado B’ perde um pouco o gás, lembrando o primeiro álbum em certos momentos. Ouvir: &lt;em&gt;The seven tongues of god&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Next in line&lt;/em&gt; e a progressiva faixa título.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/nevermore/dreaming_neon_black/"&gt;Dreaming neon black&lt;/a&gt; (1999): Considerado por muita gente a obra-prima do &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt;, o terceiro álbum da banda é conceitual e gira em torno do desespero de um homem ao perder sua mulher. É certamente o disco mais visceral, emotivo e triste da carreira da banda, em especial no que se refere à voz de &lt;strong&gt;Warrel Dane&lt;/strong&gt;, áspera e tensa como nunca, mas também nos riffs, que demonstram com clareza a influência que o doom metal e o gótico têm sobre o som do &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt;. A produção dá um ar um pouco sujo demais ao disco, mas é inegável que ela potencializa os sentimentos de angústia e revolta que pairam sobre o álbum. Ouvir: as thrashs &lt;em&gt;Beyond within&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;The fault of the flesh&lt;/em&gt;, a faixa título e &lt;em&gt;Poison godmachine&lt;/em&gt;, simplesmente uma das músicas mais absurdamente fodas da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/nevermore/dead_heart_in_a_dead_world/"&gt;Dead heart in a dead world&lt;/a&gt; (2000): Meu disco preferido do &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt; e um dos mais perfeitos dos anos 2000, é talvez o álbum mais comercial da banda. Apesar de todo o peso característico, é aparente a acessibilidade que diversas faixas do disco apresentam, algo que é destacado pela presença de quatro quase-baladas. As influências progressivas da banda se mantêm presentes e, como sempre, os riffs técnicos de &lt;strong&gt;Jeff Loomis&lt;/strong&gt; são o destaque ao lado dos vocais de &lt;strong&gt;Warrel Dane&lt;/strong&gt;. Aliás, que vocais. O cara tem uma atuação espetacular e, cantando coisas como ‘Turn my blood to sand/Lives fall through the hourglass and grow cold/What are you searching for?’ em &lt;em&gt;Narcosynthesis&lt;/em&gt;, é de arrepiar. Ouvir: fica difícil escolher apenas algumas faixas, já que o disco todo é excelente, mas, para os iniciantes, vale conferir a já mencionada &lt;em&gt;Narcosynthesis&lt;/em&gt;, o cover inusitado (e completamente diferente) de &lt;em&gt;The sound of silence&lt;/em&gt;, da dupla &lt;strong&gt;Simon and Garfunkel&lt;/strong&gt;, a balada &lt;em&gt;Insignificant&lt;/em&gt; e a destruidora faixa título, que fecha o álbum de forma absurda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/nevermore/enemies_of_reality/"&gt;Enemies of reality&lt;/a&gt; (2003): Apesar de três anos separarem o disco de seu antecessor, em quase todos os aspectos ele soa como uma continuação (bem menos inspirada e um pouco mais ousada) do &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/nevermore/dead_heart_in_a_dead_world/"&gt;Dead heart in a dead world&lt;/a&gt;. Fora isso, o único verdadeiro porém do disco é a produção, que deixou as guitarras muito abafadas e sem o peso e a afiação característicos da banda, o que não deixa de ser irônico, já que em termos de composição esse é um dos discos mais agressivos do &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt; (existe uma versão remixada do álbum bem mais impactante do que a original). Ouvir: a faixa título, &lt;em&gt;I, voyager&lt;/em&gt;, a porrada-balada-porrada &lt;em&gt;Who decides&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Seed awakening&lt;/em&gt; (possivelmente a música mais desgraçada da história da banda).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/nevermore/this_godless_endeavor/"&gt;This godless endeavor&lt;/a&gt; (2005): O &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt; volta à forma com um disco pesado, técnico e simplesmente metal. Esse talvez seja, até hoje, o exemplo mais claro do estilo metálico da banda, passando por power metal pesadíssmo, groove metal, baladinha com passagem pesada, thrash, doom e terminando com uma apoteose de metal progressivo. &lt;strong&gt;Warrel Dane&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Jeff Loomis&lt;/strong&gt; brilham como sempre e o baterista &lt;strong&gt;Van Williams&lt;/strong&gt; parecia não se divertir assim há alguns anos. A banda aqui conta com o reforço do ex-um milhão de bandas &lt;strong&gt;Steve Smyth&lt;/strong&gt;, que infelizmente já deixou o &lt;strong&gt;Nevermore&lt;/strong&gt;: a dupla que ele formou com &lt;strong&gt;Loomis&lt;/strong&gt; poderia facilmente entrar para a história do heavy metal caso tivesse continuado mais um tempinho. Ouvir: O disco inteiro, mas é sábio começar com &lt;em&gt;Born&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sentient 6&lt;/em&gt; (uma das melhores baladas de heavy metal dos últimos anos), &lt;em&gt;A future uncertain&lt;/em&gt; e a épica faixa título.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-1458668031108123153?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/1458668031108123153/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=1458668031108123153' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1458668031108123153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/1458668031108123153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/01/discografias-revisitadas-nevermore.html' title='Discografias (re)visitadas: Nevermore'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-4138951615268719368</id><published>2008-01-17T17:43:00.000-08:00</published><updated>2008-03-29T01:02:22.385-07:00</updated><title type='text'>KISS - Hotter than Hell: Resenha, ou não</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/R5NhtxJ8BSI/AAAAAAAAAAQ/YkFiTZOGJMQ/s1600-h/Hotter+than+Hell.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157573437186376994" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/R5NhtxJ8BSI/AAAAAAAAAAQ/YkFiTZOGJMQ/s320/Hotter+than+Hell.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Parece obra do destino esse blog ter surgido logo que voltava a ouvir esse clássico do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS&lt;/span&gt;. Isso porque durante muito tempo fui um fã desmedido da banda e é até um pouco surreal pensar estar falando exatamente deles nesse primeiro post. Eu, que já tive todos os seus álbuns, que já tive várias revistas e vídeos, que já tive inclusive o tosquíssimo “&lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/video/kiss/kiss_meets_the_phantom_of_the_park/"&gt;Kiss meets the Phantom of the Park&lt;/a&gt;” (uma espécie de filme musical dos Power Rangers, de fazer até o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rhapsody &lt;/span&gt;- agora &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rhapsody of Fire&lt;/span&gt; – corar de vergonha), enfim, toda a sorte de bugigangas compradas com todo o fervor que apenas um idiota seria capaz de endereçar, me proponho a falar a sério sobre eles. Acontece que, à parte toda a máquina capitalista que é o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS&lt;/span&gt; e entorno da qual orbita, existe – ou já existiu - uma banda de verdade e isso se expressa atomicamente nesse segundo disquinho.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Lançado em 74 – mesmo ano de seu primeiro lançamento, o insuperável &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/kiss/kiss/"&gt;Kiss, o disco&lt;/a&gt; -, faz jus a todo o escarcéu que viria a se criar ao redor da banda. Embora, obviamente, não possua tantos clássicos quanto o anterior (Strutter, Firehouse, Cold Gin, Deuce, etc.), o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/kiss/hotter_than_hell/"&gt;Hotter than Hell&lt;/a&gt; segue a mesma linha “Heavy Metal Beatles”, simples e pesado, só que se aventurando mais no lado pesado... e permanecendo tão simples e direto quanto o outro – e todos os outros -. É surpreendente pensar numa música como “Parasite” ser lançada à época, quando se podia contar nos dedos quantos realmente faziam algo verdadeiramente pesado. Não à toa, muita gente se refere a eles, até hoje, como Metal, afinal, está tudo lá: a formação clássica guitarra, guitarra, baixo e bateria, riffs a rodo, peso, guitarras dobradas e, é claro, a maquiagem.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O grande problema do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS&lt;/span&gt;, por incrível que pareça, é ter seu talento mascarado pelas maquiagens e pela indústria que gira ao seu redor. Queiram, ou não, o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS&lt;/span&gt; estava fadado a ser uma banda de sucesso que jamais seria realmente levada a sério. Quatro marmanjos de maquiagem pesada, incorporando personagens quase-saídos de estórias de super-heróis, com músicas simples e grudentas, não são, não seriam e nem poderiam ser o padrão art-rock/prog-rock vigente, de músicas de 20 minutos, discos conceituais, letras etéreas e tudo o mais do pacote. Daí apenas, e infelizmente, os solos intermináveis. Especialmente os do Peter Criss (ai Jesus!!!). Mas, com certeza, se encaixavam numa platéia jovem ou adolescente, e até infantil, com seus shows pirotécnicos e teatrais, por serem maus demais para os pais e legais demais para o público. Eram o casamento perfeito de heróis e vilões. E possuíam o potencial a mais, aquele detalhe peculiar que nenhuma outra banda no mundo poderia ter: ser a maior banda de Rock saída dos Estados Unidos. Quem mais poderia se candidatar ao posto?&lt;span style="font-size:0;"&gt; &lt;/span&gt;O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Van-Halen&lt;/span&gt;? O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aerosmith&lt;/span&gt;? Foram grandes, sem dúvida, mas não o suficiente para os vôos comerciais pretendidos pelo KISS e pelo gênio empresarial da dupla dinâmica &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paul Stanley&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gene Simmons&lt;/span&gt;. O KISS é para o Rock and Roll o que o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Metallica&lt;/span&gt; é para o Heavy Metal.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;De qualquer forma, por detrás do teatro, por de baixo da propaganda, para além dos interesses interesseiros, da demanda por dinheiro e da puta que pariu, existe uma banda foda pra caralho e uma música que bebe no que é a essência do rock and roll: a diversão, o “Rock and Roll all nite and party every Day”. Se o que se procura é música boa, rock de primeira, se o que interessa são riffs, melodias imediatamente grudentas ou solos de guitarra geniais, é certo não se perder a viagem ao vir parar aqui. Se for essa a busca, impossível ouvir e não ficar imediatamente fascinado pelo som que se ouve. Pode-se até argumentar a música ser derivativa, uma fórmula arquitetada, mas esse não é o ponto. Há um talento impar na arte roqueira do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS &lt;/span&gt;e algo autenticamente autêntico na produção em série da banda. Ainda mais nessa fase áurea. Foram seis discos e dois ao vivo em pouco mais de três anos. O quarteto &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Stanley&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Simmons&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Frehley &lt;/span&gt;e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Criss &lt;/span&gt;jamais voltaria a ser tão prolífico.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora, o disco: sem firulas, sem introdução, sem barulhinhos ou o que quer que seja, a primeira coisa que se escuta é a indicação perfeita do que será ouvido daí em diante. As primeiras notas de guitarra ditam o tom da coisa toda. “Got to Choose” é dessas músicas inigualáveis: um riff memorável, variado na medida exata, dobrado no momento certo, o solo de guitarra inspiradíssimo, o baixo quase-subliminar apenas suprindo o que falta a guitarra, o vocal perfeito, o refrão falseteado..., até o baterista, por incrível que pareça, manda bem; tudo o que está presente nas faixas seguintes. Incrível pensar como simplesmente dobrar as guitarras na repetição de um riff de refrão pode fazer a música ganhar um tom quase-épico. Fora uns licks-sirenes aqui e ali. É um início perfeito. E na seqüência, a já referida, e talvez a música mais pesada do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS&lt;/span&gt;, “Parasite”. A guitarra simples e direta, o vocal meio-cantado meio-urrado do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gene Simmons&lt;/span&gt;, o solo totalmente metálico e a bateria tosca e sem inspiração se encaixam perfeitamente, ainda que em alguns momentos realmente o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Peter Criss&lt;/span&gt; tosqueie demais. É tudo meio seco e poderia passar tranquilamente por uma música de alguma banda de metal dos anos oitenta. &lt;span lang="EN-US"&gt;Em seguida, com a letra mais absurda de todos os tempos, Goin´ Blind: “You´re so young and so much different than I, I´m ninety-three you are sixteeeeeeeeeeen, can´t you see I´m goin´ blind”. &lt;/span&gt;E mais solos de primeira. Além dessas, “Hotter than Hell”, um clássico que batizou o aposto da banda “The hottest band in the world” e “Let me go, Rock ´n Roll”, a primeira tentativa – frustrada - de criar um hino próprio, fecham o lado A.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/R5O-cBJ8BUI/AAAAAAAAAAg/1nn512TdbjQ/s1600-h/Kiss+meets+the+Phantom+of+the+Park.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157675386825082178" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/R5O-cBJ8BUI/AAAAAAAAAAg/1nn512TdbjQ/s320/Kiss+meets+the+Phantom+of+the+Park.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já no outro lado, bem mais obscuro e desconhecido, de cara duas surpresas: “All the way” e “Mainline”, intercaladas pela “Watchin´you”. Essas duas uma espécie de rockzinho meio retrô para a época, a segunda estrelada pelo tosco da bateria que manda bem bem nos vocais e que definitivamente rouba o lado e a primeira com um refrão memorável cantado pelo que ainda aprenderia a cantar, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gene Simmons&lt;/span&gt;. No interlúdio mais um clássico, também cantada pelo demônio do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS&lt;/span&gt;, com mais guitarras dobradas. Além delas, uma versão proto de um novo clássico – essa é a vantagem de se escrever sobre algo feito a mais de 20 anos -, imortalizado no &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/kiss/mtv_unplugged/"&gt;acústico para MTV&lt;/a&gt;: “Comin´Home” e para fechar, um riff à la Black Sabbath, bem sombrio, lento e sinistro, para o seu próprio autor emprestar à voz do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Peter Criss&lt;/span&gt;: “Strange ways”.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Um fato interessante no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS &lt;/span&gt;é o de todos - assim como nos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Beatles &lt;/span&gt;-, vez ou outra, cantarem e se alternarem numa mesma música. Aqui não é diferente, embora o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ace Frehley&lt;/span&gt; fique de fora, fato que não é perda alguma, contentando-se em solar e riffar apenas - o que faz melhor -. É um disco dominado pelas guitarras, que fazem um excelente trabalho. Todos os solos – repito, &lt;u&gt;todos&lt;/u&gt; os solos – são um show à parte e parece não haver nenhuma nota desperdiçada. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paul Stanley&lt;/span&gt; é o principal compositor, seguido por apenas três músicas do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gene Simmons&lt;/span&gt; e mais três do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ace Frehley&lt;/span&gt;, sendo uma em parceria . Já sobre as letras..., pra que falar sobre o lirismo do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS&lt;/span&gt;? Mulheres, festas, pseudo-terror, amores superficiais, desventuranças da velhice, à profundidade de uma piscina de 1000 litros.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Antes de terminar, é inevitável não falar - mal - mais uma vez do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Peter Criss&lt;/span&gt; (Víxi!). É reincidente a impressão de faltarem pratos, uma boa virada ou peso. Na verdade, difícil é entender como um baterista tão limitado pudesse ter entrado numa banda como o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;KISS&lt;/span&gt;? Não que os outros membros sejam exímios instrumentistas, detentores de uma técnica perfeita, dotados de um virtuosismo jazzístico ou death-metálico extremo. Mas comparado a eles, o que se vê é muito pouca criatividade e capacidade, que, de evidente, torna-se gritante ao vivo. Sai-se muito pouco da mera competência, do feijão com arroz. Talvez tenha sido o único a se prestar a usar uma maquiagem de gatinho. Mas não se enganem, na maior parte do tempo tudo funciona bem. Marca o tempo, faz uma viradinha, volta pro tempo. Cria uns negócios, inventa uns lances, varia aqui, varia ali. Aliás, como um baterista de estúdio ele é mais que o suficiente. Mas, de vez em quando, tá lá rolando aquele riff bizarro, o solinho animal, e lá vai o Catman “tan-tan tan-tan-tan” no bumbo, ou aquele prato mais insosso do mundo. “Agora &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Peter&lt;/span&gt;, aquela virada que a gente ensaiou”: &lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:16;"  &gt;“Tun&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:15;"  &gt;tun&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:14;"  &gt;tun&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:13;"  &gt;tun&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:12;"  &gt;tun&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:11;"  &gt;tun&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:10;"  &gt;tun&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:9;"  &gt;tun&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:8;"  &gt;tun”&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%;font-family:'Calibri','sans-serif';font-size:11;"  &gt;, &lt;/span&gt;quadradão.&lt;span style="line-height: 115%;font-size:8;" &gt; &lt;/span&gt;Em alguns momentos é de dar raiva. Acho que até eu, com tendinite nos dois braços, um ombro e um joelho fudidos, lordoso e escolioso, e sem treino em artes batuqueiras, faria melhor. Mas é isso, cada um tem seu Judas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Concluindo, no final das contas esse é um dos melhores albuns já lançados por eles e um dos meus preferidos. O que não falta são riffs e solos. São um prato cheio. Mas produção bem poderia ser um pouco melhor. Menos abafada e valorizar um pouco mais a bateria – quem sabe o objetivo não era deixar mesmo ela de lado? – não faria mal algum. Até a voz perde um pouco. E as guitarras mais graves por vezes parecem um pouco distantes, como se se estivesse ouvindo o som da sala ao lado. Porém, após tanto tempo e tantas audições isso parece dar um charme especial e criar uma aura específica. Extremamente funcional.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-4138951615268719368?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/4138951615268719368/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=4138951615268719368' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4138951615268719368'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/4138951615268719368'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/01/kiss-hotter-than-hell-resenha-ou-no.html' title='KISS - Hotter than Hell: Resenha, ou não'/><author><name>Dotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09272984612383481036</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9n09uRKbsCc/R5NhtxJ8BSI/AAAAAAAAAAQ/YkFiTZOGJMQ/s72-c/Hotter+than+Hell.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26017308351167407.post-392048121782825512</id><published>2008-01-05T07:33:00.000-08:00</published><updated>2008-01-05T09:34:36.465-08:00</updated><title type='text'>II Encontro Metal Porra, um balanço</title><content type='html'>Bom,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tô eu aqui no trabalho, de bobeira, esperando o Dotto fazer as necessidades fisiológicas dele pra a gente poder partir pro Escravos da Mauá, bloco tradicional do carnaval carioca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Bom’, pensei eu, ‘melhor escrever alguma coisa’. Só que eu já tinha tentado antes redigir a minha ata oficial do nosso encontro metal lá em casa pra inaugurar isso aqui, até porque o blog não é muito mais do que uma reunião dessas, só que sem uísque e cerveja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que, devido ao elevado teor alcoólico do evento, eu não conseguia me lembrar direito das paradas que tocaram na ocasião, nem da reação específica da galera frente ao que rolou. Expus meu problema para o Dotto, o que resultou no seguinte diálogo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:57] Uh-tê-rê-rê: Eu tentei escrever o post do encontro metal lá em casa aqui, mas eu não me lembrei de quase nada que tocou lá... hahahaha...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:57] Dotto - Monopsicografia: arcturus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:57] Dotto - Monopsicografia: faust&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:57] Uh-tê-rê-rê: Só lembro que o Werter se amarrou no Arcturus e no Josh Rouse, que eu coloquei no fim...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:57] Dotto - Monopsicografia: aquele instrumental lá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:58] Uh-tê-rê-rê: Eu lembro de ter colocado Tool, Evile, uma música do último Manowar, Tortoise...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:58] Uh-tê-rê-rê: Eu cheguei a colocar Blotted Science durante o encontro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:58] Dotto - Monopsicografia: gentle giant&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:58] Dotto - Monopsicografia: nao sei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:58] Uh-tê-rê-rê: Achei que tinha rolado só antes de a gente fazer o setlist da festa...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:58] Dotto - Monopsicografia: talvez tenha sido antes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:58] Uh-tê-rê-rê: Eu lembro também que a primeira música foi Heavens Gate tocando The sentinel...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:59] Uh-tê-rê-rê: Ah, teve também Frantic Bleep...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[18:59] Uh-tê-rê-rê: Mas as paradas que você e o Moreto colocaram eu não me lembro... e eu devo ter colocado mais coisa que não tá vindo à mente agora...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[19:00] Dotto - Monopsicografia: eu nao coloquei nada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[19:00] Uh-tê-rê-rê: Tu colocou umas paradas do Ipod do Moreto, não?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[19:01] Uh-tê-rê-rê: O maneiro de ter tocado Faust é que a gente fez a sambadinha no ano novo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[19:02] Uh-tê-rê-rê: O que, siceramente, deve ter sido um dos momentos mais irados da noite...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;[19:02] Uh-tê-rê-rê: Isso e ficar zanzando de sunga por Copacabana...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue a explicação do que foi citado na conversa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arcturus&lt;/strong&gt;: Acho que rolou antes de o Moreto chegar. O Werter agora tá viciadinho (isso porque eu já falo dessa merda há uns dez mil anos e vocês não me ouvem!). Na reunião, tocou o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/arcturus/the_sham_mirrors/"&gt;The sham mirrors&lt;/a&gt;, que é o melhor dos discos que eu conheço deles. Muito foda... melhor álbum de pós-black metal de todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Faust&lt;/strong&gt;: Sei lá como se explica uma porra dessas. Surreal e essencial. Não faz o menor sentido, mas vale uma sambadinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Josh Rouse&lt;/strong&gt;: Cantor e compositor americano, meio folk com algumas influências de rock e country (que descrição genérica da porra). Não me lembro mais exatamente como descobri isso (provavelmente foi no RYM), mas fiquei bem viciado por um tempo. Coloquei essa parada pra rolar já no fim com todo mundo bêbado e não sei se vocês vão lembrar, mas sei que o Werter gostou na hora. Se for a onda de ouvir uma parada light, podem baixar o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/josh_rouse/nashville/"&gt;Nashville&lt;/a&gt;, melhor disco dele que eu conheço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tool&lt;/strong&gt;: Outra banda que eu falo pra vocês ouvirem há milênios. Outro dia o Dotto veio todo excitado falar comigo que o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/tool/aenima/"&gt;Aenima&lt;/a&gt; (disco que rolou lá em casa) era a coisa mais foda criada pelo homem desde a pizza do Panoccelli. Realmente é genial, metal alternativo-progressivo-moderno e diferente de tudo que você já ouviu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Evile&lt;/strong&gt;: Thrashão pésadão inglês. Eu acho muito foda, apesar de não ser muito diferente de outras bandas do estilo. De qualquer jeito, na ocasião nenhum de vocês demonstrou muita empolgação em relação à banda quando tocou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma música do último &lt;strong&gt;Manowar&lt;/strong&gt;: A faixa em questão é a &lt;em&gt;Odin&lt;/em&gt; do último disco, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/manowar/gods_of_war/"&gt;Gods of war&lt;/a&gt;. Uma das músicas mais fodas da história da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tortoise&lt;/strong&gt;: Rolou mais porque o Werter pediu. Isso não é muito música pra colocar em encontro metal da galera, então vale a ouvida de novo com calma em casa. Como sempre, eu recomendo de cara o &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/tortoise/tnt/"&gt;TNT&lt;/a&gt;, que foi o disco que me viciou em post-rock sem eu saber o que era post-rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Blotted Science&lt;/strong&gt;: Banda americana de metal progressivo instrumental, mais pesado do que o se ouve por aí no estilo normalmente. A formação é assustadoramente foda: o guitarrista do &lt;strong&gt;Spastic Ink&lt;/strong&gt; (uma das bandas mais técnicas de todos os tempos), o baixista do &lt;strong&gt;Cannibal Corpse&lt;/strong&gt; (que é um gênio) e o baterista do &lt;strong&gt;Behold... the Arctopus&lt;/strong&gt; (outra banda técnica, porrada e fodaça que merece ser ouvida). O único disco dos caras, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/blotted_science/the_machinations_of_dementia/"&gt;The machinations of dementia&lt;/a&gt;, é muito bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gente Giant&lt;/strong&gt;: Banda inglesa de rock progressivo dos '70. Não conheço muito pra ficar falando e nem sei o que tocou aqui em casa... além disso, não posso dizer se gostei ou não, acho que a essa hora eu já tinha passado do ponto. Preciso ouvir com mais calma depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Heavens Gate&lt;/strong&gt; tocando &lt;em&gt;The sentinel&lt;/em&gt;: Um dos covers mais fodas da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Frantic Bleep&lt;/strong&gt;: Mais uma banda que eu já falo pra vocês ouvirem há um tempo. Acho que até tocou na primeira edição do Encontro Metal Porra. Pós-black metal com influências de doom, progressivo, alguma coisa de industrial e provavelmente outros estilos que não me vêm à mente agora. Acho o único disco deles, &lt;a href="http://rateyourmusic.com/release/album/frantic_bleep/the_sense_apparatus/"&gt;The sense apparatus&lt;/a&gt;, um dos melhores do gênero que já ouvi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vocês lembrarem de mais alguma coisa... adicionem aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E vamos animar esse blog, porra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26017308351167407-392048121782825512?l=vocesaiatras.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/feeds/392048121782825512/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26017308351167407&amp;postID=392048121782825512' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/392048121782825512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26017308351167407/posts/default/392048121782825512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vocesaiatras.blogspot.com/2008/01/ii-encontro-metal-porra-um-balano.html' title='II Encontro Metal Porra, um balanço'/><author><name>Jotun</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07438926439404749956</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_dv-Yu1tK9XI/SNCGUYhAIQI/AAAAAAAAACU/QaCHBQ5Ugv8/S220/O+rei.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
