sábado, 30 de agosto de 2008

Mais uma na série: o que eles estão pensando?

Essas bandas de metal... realmente. É impressionante a capacidade que essa negada tem de ter idéias esdrúxulas.

Atualmente, está rolando, no mundo inteiro, uma espécie de revival do thrash old school. De certa forma, essa tendência vem aparencendo de uma forma ou de outra desde a segunda metade dos anos '90, época em que o gênero tinha acabado de passar pelo ponto mais baixo desde a sua concepção.

Nesse período, começaram a surgir diversas bandas, na sua maioria obscuras, de retro-thrash, algumas de puro thrash (como Guillotine e Cranium) e outras que misturavam o estilo com influências então contemporâneas, como por exemplo os suecos Bewitched e Witchery, ou os noruegueses do Aura Noir, que adicionavam elementos do black na fórmula thrash; ou o sueco The Haunted, que misturava pós-thrash, hardcore e death com um thrash a la Slayer.

(isso sem contar que os gêmeos Bjorler do The Haunted tinham praticamente inventado a fórmula oficial do death melódico com a ex-banda At the Gates, estilo que tem tanto ou mais de thrash do que death)

O capítulo hardcore com thrash, então, é um caso à parte. Nos Estados Unidos, todo um movimento surgiu na virada do milênio a partir da mistura do thrash com hardcore com death melódico (que, de novo, já tem em si muito do thrash): o metalcore. É verdade que muitas das bandas do dito metalcore não têm lá muito a ver com thrash, mas, assim como em todos os gêneros musicais, a categoria que inicialmente representava um panorama e uma tendência de maneira mais ampla no metal norte-americano acabou se transformando em uma fórmula definida e fechada. E a fórmula do metalcore, essa sim é herdeira direta do thrash.

A lista de bandas, muitas delas extremamente populares, inclue nomes como Lamb of God, Shadows Fall, Trivium, Killswitch Engage etc.

Claro que a rápida popularização do metalcore no Estados Unidos gerou um coro de fãs "reais", que criticavam as tais bandas por não serem thrash "de verdade" e diziam que o público que gostava de metalcore e defendia a popularidade do gênero como um ressurgimento metálico na consciência popular não entendia porra nenhuma de metal.

Daí, surge o novo panorama do neothrasholdschool.

O engraçado é ver como esse movimento não é algo localizado em apenas um lugar, mas que está espalhado mundialmente. A lista de bandas é enorme e crescente, mas entre algumas que eu já ouvi estão as brasileiras Violator (ultrafodaça, melhor da geração que eu conheço), Eternal Devastation e Agressor; as britânicas Gama Bomb e Evile; e as norte-americanas Fueled by Fire e Bonded by Blood.

Os nomes de algumas das bandas já indicam a idolatria ao passado que existe nesse novo subsubsubgênero do metal atual. O problema é que a nostalgia parece estar afetando as bandas das antigas também.

Além da reunião de diversos grupos da época áurea do thrash (volta da formação original do Testament, bandas como Forbidden, Assassin, Possessed, Onslaught e outros voltando a tocar; e mais coisas que não me vêm à mente agora), alguns conjuntos que já estavam na ativa estão aderindo à tendência de revisitar seu passado.

Ano passado, o Destruction lançou o CD picareta Thrash anthems, com duas músicas inéditas e várias regravações de clássicos da fase áurea. O Sodom seguiu o exemplo e gravou The final sign of evil, mais um disco de releituras questináveis de faixas do início da carreira. Como desculpa, as bandas sempre têm argumentos como "a qualidade das gravações originais era uma merda" ou "vamos comemorar algum aniversário aleatório".

Agora, é a vez de uma das bandas mais históricas e fodas do thrash cometer outro erro grotesco nessa linha.

O Exodus vai lançar uma regravação do Bonded by blood, chamada Let there be blood.

Além de o próprio conceito de regravar um dos discos mais clássicos do metal já cheirar mal por si só, a empreitada faz ainda menos sentido se pensarmos em duas coisas: a banda, atualmente, só tem um membro da época incial, o guitarrista e líder Gary Holt; e eles já lançaram um álbum que é praticamente uma regravação do Bonded by blood, um dos melhores discos ao vivo da história da música, Another lesson in violence. Sem contar que esse álbum trazia à frente do grupo o saudoso Paul Baloff, um dos vocalistas mais aloprados e únicos que já existiram e que deu ao debú do Exodus grande parte do seu caráter definitivo.

O pior é que a banda, depois do retorno com o devastador Tempo of the damned, vinha gravando bons discos... então pra que fazer essas presepadas de mexer com um registro atemporal, em vez de lançar logo a porra do novo CD de estúdio (já anunciado desde o ano passado)? Isso só serve pra manchar o currículo dos caras e ganhar um caráter de caça-níquel filho da puta.

Nessas horas a gente tem que dar graças a deus que o Testament, apesar de ter passado por todas essas fases (disco de regravação dispensável com o First strike still deadly e reunião comemorativa da formação original), conseguiu juntar as peças e lançar o ultrafodademais The formation of damnation, facilmente um dos melhores discos de metal do ano até aqui.

Vamos torcer pras outras bandas seguirem o exemplo.

PS: A ressurgência do thrash é tão evidente que está pra ser lançado em DVD o documentário Get thrashed, sobre as origens do subgênero, que inclusive já passou em mais de 20 festivais internacionais de cinema. Espero que essa merda venha pro Festival do Rio (que em 2004 passou o bizarro Some kind of monster, sobre o Metallica), pra eu poder fazer uma resenha empolgada aqui no blog.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

O jogo mais vendido no Kamelot

Na moral.

O mundo precisa disso.

Sem mais.

Desbancaram o Rhapsody!

Parece impossível, mas é verdade. Conseguiram inventar uma parada mais tosca que o Rhapsody (of Fire). Temos um novo campeão na categoria vergonha do metal!

A banda alemã Van Canto é dessas que tem uma pegadinha engraçada que, quando você ouve falar, simplesmente se sente obrigado a escutar as músicas, porque a idéia é esdrúxula demais.

A premissa é assim: é uma banda de power metal em que o único instrumento é uma bateria. Os outros cinco integrantes (dos quais um é uma mulher), são cantores que ‘simulam’ as linhas de guitarra e baixo das músicas com a voz. Tipo um ‘a capella metal’.

Da primeira vez em que eu ouvi falar nisso, achei que fosse algo na linha do Apocalyptica e que só tocavam covers de bandas mais famosas (e, de fato, eles fizeram um cover da Battery no primeiro e até agora único disco, A storm to come), mas os caras têm também composições próprias. O problema é que, além de a piada perder a graça muito rápido, as músicas dos caras ainda são power metal dos mais genéricos (que eles pretensiosamente chamam de ‘hero metal’).

Pra quem quiser dar umas risadas, os caras têm uns vídeos no Youtube, inclusive tocando ao vivo músicas de metal famosas, como The trooper, Fear of the dark e Bard’s song.

Detalhe genial: na página dos caras do Wikipédia, o maluco que fez o texto escreveu assim: “Não usam guitarras, baixos etc. [...] Não é porque não gostem dos instrumentos (alguns membros da banda tocam instrumentos em outras bandas), mas porque acham incrível o que se pode fazer com a voz (ou porque não têm dinheiro).” Muito foda.

O mais bizarro é que essa porra fez um show aqui no Brasil esse ano! Impressionante como o mercado pra power metal tosco no Brasil é grande. Bom, de qualquer jeito, essa tosquice aí eu queria ter visto. Mas, pelo visto, parece que eles vêm pro Váquem Brasil, então nem tudo está perdido.

PS: Quando eu tava pesquisando os vídeos do Van Canto no Youtube, eu achei esse cara. Puta que pariu, que maluco sem noção. Deus me livre.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

METAAAAAAAAAAAALLLLLLLLLLLL!!!!!

O guitarrista com o nome mais tosco de todos os tempos está de volta!

Ross the Boss, eterno ex-Manowar, acabou de lançar um CD solo, que tem o sugestivo nome de New metal leader, bem ao estilo de sua antiga banda (pra quem não lembra ou não sabe, ele saiu do Manowar logo depois de eles lançarem outro disco de título sensacional, Kings of metal).

Olha o início do press release da parada: "A mighty thunderbolt is shaking the ground.... the army of immortals is marching once again. ROSS THE BOSS is back!".

Mas a melhor passagem do release só pode ser "The battle shouts of We will kill haunt you to the day you die". Mal posso esperar pra ouvir isso! Porra, deve ser melhor que sexo!

Eu ainda não ouvi o CD, mas tá rolando um clipe da música Blood of knives no Youtube. Metal meio genérico, porém decente, e que não deixa de ser true. O visual dos caras também segue o mesmo da ex-banda de Ross: não, não estamos falando das pantufas do início de carreira, mas sim do couro preto coladinho bem gay dos tempos atuais.

Calma, que a coisa fica ainda melhor: pelo que eu li numa resenha na internet, os outros três membros da Ross the Boss Band (hahahahahahaha!) são ex-integrantes do Men of War, banda cover dos reis do metal.

Mais novidades quando eu conseguir ouvir o disco todo e arranjar mais informações bizarras sobre a banda!

PS: Mesmo sem conhecer o CD, um showzito desses caras no Brasil ia ser por demais foda. Na moral, eu ia pra São Paulo ver isso.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

O dia que nunca chega

Enquanto escrevo isso, tô re-re-reouvindo a nova música do Metallica, The day that never comes, primeiro single do novo CD, Death magnetic.

"E presta?"

Não sei. Não formei opinião ainda, mas com certeza a música tem seus lances interessantes. A começar pela duração de oito minutos (parece que o CD novo só vai ter música grande praticamente), o que não deixa de lembrar tanto as obras-primas da banda quanto o execrado St. Anger (que nem é tão ruim assim, vai).

Uma das coisas mais legais da música é que ela muda pracaralho ao longo dos tais oito minutos e essas mudanças vão remetendo a várias fases diferentes da banda. Em termos de estrutura, ela é da linhagem Fade to black, Welcome home (sanitarium) e One.

O início, baladesco, está mais pra Load do que qualquer coisa, enquanto certas passagens pesadas remetem ao estilo do preto. Depois de quatro minutos e alguma coisa, o James Hetfield decide calar a boca e a banda ataca com uma longa seqüência instrumental que faz pensar no And justice for all e algumas quebradas indicam como o St. Anger poderia ter soado com uma produção mais convencional (a passagem do "this I swear" é um bom exemplo).

Mas nada pode ser mais irado do que a volta dos solos. Nem vou dizer que o Kirk Hammet está ultra-inspirado, mas os solinhos fizeram falta no St. Anger e, meu deus!, tem até guitarrinha dobrada. E guitarrinhas dobradas sempre são iradas. Sempre! Parece até que o Metallica lembrou que um dia honrou a parte "metal" do nome.

A música não é nenhuma obra-prima não. Meu veredito temporário seria algo tipo "legal". Tem uns riffs maneiros, um tom meio épico até. É interessante o suficiente pra me pilhar pra ouvir o CD novo inteiro quando sair, dia 12 de setembro.

sábado, 16 de agosto de 2008

NOVAS BOAS

Esse blog tá meio devagar e eu to sem saco pra escrever algo mais elaborado, portanto vou só mencionar algumas paradas maneiras que descobri ou me empolguei e que poderão algumas virar posts independentes.

Era Vulgaris - Queens of the Stone Age
Quem diria que a banda do cara peladão do Rock in Rio III poderia ser tão foda. Definitivamente são os maiores representantes do Rock alternativo e uma das mais legais bandas de rock da atualidade. O Era Vulgaris é o último album deles, de 2007 - no caso, me refiro a uma versão com faixas bônus -, o segundo de estúdio sem Nick Oliveri (B), o peladão, e talvez o melhor do ano. Tão bom quanto o Songs for the Deaf - às vezes melhor, às vezes pior -, corrobora a genialidade e o ecletismo do Josh Homme (G, V), passeando desde o Kiss até o King Crimson. É meio difícil apontar algum destaque, mas I´m Designer, Misfit Love, Battery Acid, Make it Wit Chu, Suture up your Future, Run, Pig, run, The Fun Machine..., WhiteWedding e Era Vulgaris - que ridículo, citei metade do cd - são muito fodas. Ouçam.

Dwarf Fortress
O jogo mais complexo do mundo. Um RTS, uma espécie de warcraft misturado com Lemmings, mas com cem vezes mais opções. Você controla uma expedição de anões que se estabelece para construir uma fortaleza. O interessante é que não se pode manipular diretamente os anõezinhos, que por sinal são bem burros, o que cria um certo distanciamento entre o jogador e o mundo em questão e dá um ar meio contemplativo ao jogo, como se fossemos um deus a tentar guiar seres meio limitados intelectualmente. A complexidade do jogo é tão grande que se pode jogá-lo por meses e ainda assim não conhecê-lo completamente. Por exemplo, só para se ter uma idéia, para se construir uma bolsa, primeiramente se deve colher um certo tipo de planta, processá-la num certo tipo de workshop para de obter as fibras necessárias, para numa outra oficina se fabricar o tecido - que pode ser pintado numa tinturaria, que para se obter a tinta precisa de um outro procedimento similar -, para num tear ser confexionada a tal bolsa, sendo que cada atividade dessas requer um anão com uma habilidade específica. Claro que também é possível comprá-la diretamente de uma caravana ou comprar o tecido para apenas costurá-la. E assim vai. O mais incrível é o jogo ser todo em ASCII, o que o torna um tanto impenetrável. De qualquer forma, existem tilesets pra deixar os "gráficos" menos confusos. O único porém é a interface que é muito tosca - o jogo ainda está em versão alpha. Não é para todo mundo, mas vale a conferida. Foi todo desenvovido por uma única pessoa - talvez o cara mas nerd do mundo. Joguem.

My Wife and Kids (Eu, a patroa e as crianças)
Passa no SBT e em algum canal da NET. Um Married with Children (Um amor de família) de e para afro-descendentes. O pai é o maior filha-da-puta e psicopata do universo. Os atores, tanto os adultos quanto as crianças, são excelentes e muito engraçados. Assistam.

Memórias da casa dos mortos - Dostoiévski
Ainda não terminei de ler, mas como já citei um disco, um jogo e um programa de TV - já que não me lembrei de nenhum filme até agora -, tinha que falar da midía que faltava - não vou propor uma escultura, nem um quadro ou peça -. É sobre o período em que o autor esteve preso. O cara é um gênio, pqp! Deve ser o maior psicólogo de todos os tempos. É incrível a análise que ele consegue fazer dos personagens e as descrições psicológicas destes, além da capacidade de ilustrar as ambientações mais densas e impregnadas do universo. Pra falar um pouco mais e não acrescentar muita coisa - com certeza mereceria um post só para ele - , prefiro não falar mais nada. Leiam.

Sísifo - Diana Hollanda
Disse que não ia falar de nenhuma peça, até mesmo porque nunca vou ao teatro, mas me lembrei da peça da Diana que está em cartaz até domingo na Uni-Rio. Achei muito boa e me causou umas sensações muito maneiras e bizarras. É dessas formatações modernosas que não sei caracterizar, onde você perambula por dentro da peça, e diversas vezes me senti perdido e sem saber quem era ator e quem não era. O mais surreal foi pensar que as pessoas lá poderiam achar que eu era ator na peça. Compareçam.

Solaris - Andrei Tarkovsky
Já que quero falar de algum filme, o melhor de todos os tempos - e já há algum tempo -. A melhor ficção científica existencial russa dos anos setenta de todos os tempos. Não é uma boa pedida quando se está com sono ou entediado, apesar de achá-lo tão bom que poderia vê-lo até num sábado escaldante ao meio-dia. Assistam-no.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

E lá vem o padre Judas...

Podem falar o que quiserem, mas, em termos de shows, 2008 está sendo um ano, no mínimo, atípico.

Não só a quantidade de shows de rock/metal anunciados é surpreendente, mas a própria escalação das bandas tem sido de primeira linha.

Até aqui, já tivemos coisas como Iron Maiden (por mais que seja figurinha fácil, não tinha vindo na turnê do último disco, o legal A matter of life and death, e apresentou um setlist ultra fodaralhaço esse ano, só com clássicos), Ozzy Osbourne (eu não gosto, mas não temos como negar a importância do cara), Korn (eu não gosto, mas a minha filha mais nova gosta e é uma das bandas mais influentes do metal na segunda metade dos anos 90), Queensrÿche (eu não gosto e sinceramente não entendo como nego pela tanto o saco), Dream Theater (quer queiram, quer não, é a principal banda de metal progressivo e sinônimo do sub-gênero, mesmo com um disco meia-bomba como esse tal de Systematic chaos), Helloween e Gamma Ray juntos (o que foi mais foda pela idéia em si do que pelos shows propriamente ditos, o que significa que foi fodaço) e Megadeth (ok, não foi fodaço, mas teve Holy wars, porra!). A gente já teve até um Muse lotado (em que eu não fui por motivos puramente cirúrgicos).

Isso tudo sem entrar no quesito São Paulo (ok, o Iron Maiden foi só lá, dá um desconto, vai).

E, porra, já tão confirmados até o fim do ano shows de pelo menos mais três bandas megagigas do rock/metal: Scorpions (em que eu talvez não vá por motivos puramente cirúrgicos), Kiss (a princípio só em São Paulo e com a banda meio falcatrua, mas, porra, é Kiss) e agora Judas Priest.

A clássica banda do trio Tipton/Downing/Halford (quase um Lennon/McCartney do metal) vem apresentar no Brasil o novo disco Nostradamus, conceitual e apenas decente. Apesar de ter músicas extremamente fodas como Prophecy, Revelations, Conquest e Nostradamus e de o carecão Halford cantar em francês e italiano - !!! - os interludiozinhos e as baladinhas safadas matam a fluidez do álbum, a la Nightfall in Middle-Earth. Impressionante como a única banda que soube usar os interludiozinhos e baladinhas safadas na história dos álbuns conceituais do metal foi o Virgin Steele com o House of Atreus ato I.

Mas o que chama a atenção mesmo é o fato de a banda ter acabado de sair em turnê pelos EUA (na talvez mais foda turnê conjunta de todos os tempos, com Testament, Motörhead e Heaven and Hell tudo junto!) e já anunciar as datas da América Latina, que incluem não um, mais dois shows em São Paulo. Dá até vontade de pegar a ponte aérea e ver se eles vão fazer um showzito com o Nostradamus inteiro - o disco nem é tão bom, mas que isso valia a viagem, valia.

Em especial porque a seleção do setlit normal, em termos de música nova, não é grandes coisas. Mas, porra, tem Hell patrol! Puta que o pariu! Hell patrol!

Tem outras coisas fodaças também... mas tem Hell patrol! Puta que o pariu!

Bom, desabafei. Judas Priest. Quem não for é escroto. Escroto!

14 de novembro. Faltar isso é pior que não ir no Festival da Pinga (com seu show sensacional de Zé Ramalho).

Mas o mais maneiro é que a notícia mais bombástica de shows de metal no Brasil da semana nem é essa.

Ano que vem... tem Wacken no Brasil! Dois dias do festival mais fodaço do planeta, em São Paulo, meio a la Rock in Rio Lisboa, mas que se foda. Se só vierem as bandas clássicas (repetecos) já vai ser a devastação ultra-arregaçadora-de-cús de todos os tempos da década. E tenho dito.

Então... porra. Vão nos shows, seu bando de bostas!

PS: Parece que esse ano ainda também teremos Destruction e Revolution Renaissance, a nova e sensacional banda pós-Stratovarius de Timo Tolkki, que no CD de estúdio tem o Michael Kiske cantando... só que nem a pau ele vem pros shows! Mas eu vou! Isso tudo sem falar no quesito São Paulo...